quarta-feira, 31 de agosto de 2011

1/9 - Denuncismo, doença infantil da oposição


DENUNCISMO, DOENÇA INFANTIL DA OPOSIÇÃO

José Flávio Abelha*

Recrudesce no Brasil de hoje a SIFI – Síndrome da Fofoca Impune que é, trocada em miúdos, o denúncismo, essa doença infantil que acomete a oposição de tempos em tempos, com maior ou menor intensidade.

Se é oposição, pode esperar a SIFI no seu grau máximo, visto que ela, a oposição, se auto-alimenta de futricas, fofocas, invejas, denúncias que não se consegue, no instante  da virulência exacerbada, meios de se apurar sua paternidade original. Que malvado espermatozóide possuiria esse poder gerador de tanta iniqüidade, pois um manto movido por poderes ocultos, covardes, que agem na sombra de grandes e inconfessáveis interesses que não políticos, multiplicam, sendo a oposição somente a geratriz dessa inseminação artificial ?.

A SIFI e mais velha do que as anotações na “Carta de Piri Reis”.´

 No transcurso da história, o pesquisador atento sempre tropeça em sinais da SIFI, logo, o seu DNA se perde no tempo mas a sua continuidade passa, de oposição a oposição, cuja sintomatologia sempre surge através da antiga imprensa, hoje chamada de mídia ou, como bem adjetivou PHA, o PiG.

“A divulgação das falsas cartas de Arthur Bernardes teve início na edição de 09 de outubro de 1921 no respeitado Correio da Manhã, que publicou até o fac-símile do candidato a presidência da República, o mineiro Bernardes, com graves ofensas ao Marechal a quem chamava de “sargentão sem compostura”, qualificando o jantar organizado pela oficialidade, na sua homenagem, de “uma orgia”; então sugeria aos militares: “esse canalha precisa de uma reprimenda para entrar na disciplina”. Em seguida, surge outra “denúncia” insultando Nilo Peçanha, “o moleque capaz de tudo”, também candidato à Presidência da República.Na seqüência dos acontecimentos o jornal acusaria Bernardes de corrupção e suborno.
O Clube Militar atestou a falsificação, mas a imprensa não estava muito preocupada com isso, a estas alturas engajada na disputa eleitoral. E assim as cartas falsas alimentaram o debate, até o sufrágio dos eleitores em março de 1922, a abertura das urnas e a recontagem dos votos, exigência da oposição, até a confirmação da vitória de Bernardes.  Meses depois quando os falsários Jacinto Guimarães e Oldemar Lacerda confessaram o crime, muitas perguntas ainda pairavam no ar, algumas delas não respondidas até hoje: Quem pagou pelas cartas e quanto já que Lacerda se deu ao luxo de passar uma longa temporada na Europa?  (FONTE:Por Fernando Augusto Botelho -http://www.almanaquedacomunicacao.com.br/artigos/1749.html)
Outro histórico episódio político divulgado pela Tribuna da Imprensa mas cujo vetor, sem dúvida, partiu da ejaculação do esperma verborrágico e venenífero do Corvo da Toneleiros foi a CARTA BRANDI.

“No dia 17 de agosto de 1953, o Jornalista Carlos Lacerda publicou na Tribuna da Imprensa, uma carta datada de 5 de agosto de 1953 e dirigida a Goulart, naquela época ministro do Trabalho.

O documento, cujo suposto autor era o deputado argentino Antônio Jesús Brandi, ficou conhecido como Carta Brandi e relatava os entendimentos secretos que Goulart teria mantido com Juan Domingo Perón, então presidente da Argentina, no sentido da implantação no Brasil de uma república sindicalista, bem como a existência de contrabando de armas argentinas para o país.

Face à gravidade destas denúncias, o general Lott, atendendo à solicitação de parlamentares petebistas, ordenou a abertura de um inquérito policial-militar (IPM), que foi chefiado pelo general Emílio Maurel Filho.

Os primeiros resultados da sindicância efetuada em Buenos Aires, embora admitissem a autenticidade da denúncia, não chegaram a pesar em termos eleitorais, por terem sido divulgados no dia exato do pleito.

Essa questão, porém, só seria devidamente esclarecida quando, ao final da sindicância, foi comprovado que a carta havia sido forjada.”

Foi, então, que o Corvo defecou a famosa frase: “A Carta pode ser falsa mas o conteúdo é verdadeiro!”

Surgem, agora, os graves sintomas de uma variação virótica da SIFI.

Aquele conjuntomarromque Paulo Henrique Amorim apelidou de PiG iniciou um infantil jogo de denuncismo e, a cada fim-de-semana, um componente da gang surge com uma fofoca, uma futrica nova. Em seguida, um figuraço da oposição ocupa a tribuna do Congresso Nacional e “comunica à Nação Brasileiramais um escândalo no governo. Um jogo de cabra-cega que muda, de órgão, de denúncia e de autoridade.
De pronto, pede-se a instalação de uma CPI. E surge a dúvida: baseado em quê? Numa denúncia de jornal? Numa informação cujo redator vale-se do direito de não informar a fonte?

Ainda não se viu um político da oposição assumir a tribuna e, abrindo sua pasta, mostrar ao plenário (com transmissão via TV) as PROVAS de um escândalo, de um desvio de verbas, de uma irregularidade comprovada.

Bateu-se às portas do STF, não faz muito tempo, com uma denúnciaterrívelcontra o governo. Um Ministro mandou arquivar o pedido de abertura de processo, visto que toda a documentação comprobatória era composta de recortes de jornal...e .

A SIFI se apresenta, tem seu surto, quando a bancada oposicionista não possui argumentos sólidos para um competente exercício de oposição construtiva, criticando erros e sugerindo acertos.
As “Torres Gêmeas” de Nova York consumiram alguns anos para serem construídas mas foram “implodidas” em poucos segundos. Destruir é fácil, construir é que são elas e o saudoso JK sabia bem disso.

Meu opidano Lúcido da Silva leu o alinhavo deste texto e fez duas observações que julgo importantes, objetivas e contemporâneas:
1. Nos anos de chumbo, da “ditabranda” como quer a folha, milhares de brasileiros foram presos e torturados; centenas, torturados e mortos. Lendo-se, agora, os processos militares/civis da época, fica evidenciada a fragilidade das denúncias. Informes falsos, denúncias de “secretas” sem nenhuma comprovação, o “por ouvir dizer”. Nada de concreto, salvo, a prisão, a tortura e a morte.
Quem hoje, emconsciência, ainda acredita que os militares tentavam calar a Oposição?
Queoposição”? Oposição eram os militares, a minoria armada que subjugava a maioria desarmada e trabalhadora.
E o meu opidano encerra esta observação: Quem lutou contra a ditadura que usurpou o desejo do povo, do povão que, democraticamente, havia escolhido os seus mandatários, poderia ser considerado de “oposição”? E ele mesmo tem a resposta.
Não! Oposição era a ditadura instalada após 64 contra o povo. O povo era a maioria.
2. Acusava-se principalmente o PT de ter simpatizantes infiltrados em todas as repartições públicas, De Fonde Em Comble (como diriam elegantemente os franceses) ou “de cabo a rabo”, como dizemos nós.
E era dessa “redeque saia todo e qualquer argumento para a oposição fazer barulho no Congresso Nacional.
Os tempos mudaram. A antiga oposição petista assumiu o governo e virou situação. Agora, é a oposição que, dia sim e o outro também, aparece com uma fofoca nova, nessa avalanche de denuncismo.
Pombas, exclamou meu opidano, agora é a oposição que tem a sua rede de informações?
E completa: ou será que estão saindo da antiga rede montada pela oposição muitas denúncias, que a imprensa divulga comofuro”, os caciques da oposição se babam pedindo providências e a Presidenta, diligentemente, sempre atende, mandando apurar?
Com isso, a responsabilidade da demissão é da oposição, dos jornais.A trama é bem urdida. Até o Pharol de Alexandria pede apoio dos seus iguais para a “faxinaque Dilma e Lula, com inteligência invulgar, estão entregando aos tucanos e demos da vida.
Se non é Vero, é ben Trovato.

*Mineiro, Inspector of Ecology da empresa Soares Marinho Ltda.. Quando o serviço permite o autor fica na janela vendo a banda passar . Agora, agitante do blog JANELA DO ABELHA   
Correspondência e colaboração favor enviar para: jfabelha@terra.com.br

terça-feira, 30 de agosto de 2011

30/8 - O "ERRAMOS" da BBC sobre vídeo em Trípoli

From: Beatrice


Enviado por luisnassif, dom, 28/08/2011 - 20:23
Autor:
Por Stanilaw Calandreli

BBC: British Brain Control
A  verdade é que não há alegria em Trípoli, porque até mesmo o maior dos estúpidos percebe que seu país foi tomado por um golpe de estado ocidental.

Pergunta: Se não há júbilo então onde exatamente você conseguiu essas filmagens para a TV mostrando uma enorme multidão feliz na "Praça Verde" de Trípoli? (Logo será renomeada "Praça dos Mártires" por um roteirista da CIA.)
Resposta: É só pegar algumas imagens de arquivo de uma manifestação na Índia totalmente indiferente com a história em Trípoli, gravar na tela "ao vivo" e dizer aos idiotas que assistem que aquilo é Trípoli. Essas pessoas todas têm a mesma aparência, de qualquer maneira, certo?
Esse é o pessoal da BBC.

E as pessoas se preocupam se os blogs são uma fonte confiável de informações.
Steve Watson
Prisonplanet.com
28 de agosto de 2011
Pois o que vale a pena aqui é a resposta da BBC sobre a filmagem apresentada em 24 de agosto, mostrando uma reunião na Índia, com pessoas agitando bandeiras indianas, como se fosse as imagens de celebrações na Praça Verde em Tripoli:
Caro Sr. Watson,
Obrigado por nos contatar sobre o programa 'Breakfast' transmitido em 24 de Agosto pela BBC One.
Entendemos sua preocupação com a filmagem incorreta que foi mostrada durante um relatório sobre os últimos desenvolvimentos em Trípoli, e que imagens da Índia foram transmitidas em seu lugar.
Nós enviamos a sua reclamação para os editores do 'Breakfast', que em resposta explicaram terem percebido dentro de momentos que estavam mostrando o filme errado e rapidamente o tiraram do ar.
Eles também se desculparam imediatamente, e informaram que o problema foi causado por uma confusão de um "feed" enviado ao centro de televisão pelas agências internacionais.
Pedimos desculpas por qualquer preocupação que isso possa ter causado e gostaríamos de assegurar-lhe que o seu feedback foi registrado em nosso registro de audiência. Este é um relatório diário de feedback público que é feito disponível a todas as equipes de trabalho da BBC, inclusive aos membros do Conselho Executivo da BBC, os criadores de programas, controladores de canais e aos gerentes superiores. Os registros do público são vistos como importantes documentos que podem ajudar a formar as decisões sobre a programação futura e conteúdo.
Obrigado novamente por dedicar seu tempo nos contatando.
Finalmente, Anexei um convite do Chefe do Serviço de Audiência da BBC, pedindo-lhe para participar de nossa pesquisa de satisfação. Nós seríamos gratos pela sua opinião sobre o nosso serviço.
Kind Regards
Robert Regan
Reclamações BBC
www.bbc.co.uk /complaints
Então, em resumo: Desculpe, nós ficamos  "confusos". Aqui está o vídeo da transmissão:
Vídeos:
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[A rede castorphoto é uma rede independente tem perto de 41.000 correspondentes no Brasil e no exterior. Estão  divididos em 28 operadores/repetidores e 232 distribuidores; não está vinculada a nenhum portal nem a nenhum blog ou sítio. Os operadores recolhem ou recebem material de diversos blogs, sítios, agências, jornais e revistas eletrônicos, articulistas e outras fontes no Brasil e no exterior para distribuição na rede]

30/8 - O silêncio dos INDECENTES

FONTE:anapaisagismo@gmail.com
From: Dani Tristão

O silêncio dos indecentes

Posted by eduguim on 28/08/11 • Categorized as Opinião do blog


Ao constatar o silêncio sepulcral que se derramou sobre a grande mídia neste fim de semana, logo após a denúncia que a revista Veja fez contra o ex-ministro José Dirceu e a que este fez contra a revista, fiquei imaginando quantos jornalistas sérios existem nesses grandes veículos que podem estar tendo a decência de se indignar com seus patrões por estarem impedindo que façam seu trabalho.
Para quem chegou agora ao noticiário político e não sabe sobre o que se refere esse caso, ou para você que, aí no futuro, está lendo o que escrevi no passado, explico que o ex-ministro José Dirceu, no fim de agosto de 2011, denunciou em seu blog que a revista Veja mandou um repórter tentar invadir seu apartamento em um hotel de Brasília pouco antes de publicar matéria com a “revelação” de que se reunia, ali, com correligionários políticos.
Na matéria, a revista Veja fez suposições sobre as razões que levaram aqueles políticos a se reunirem no hotel Naoum, em Brasília, baseando-se na premissa inverídica de que por Dirceu estar sendo processado pelo Supremo Tribunal Federal pelo “escândalo do mensalão” e por ter tido cassado seu direito de disputar eleições estaria impedido, de alguma forma, de fazer articulações políticas. As suposições, surpreendentemente, são tratadas como fatos pela matéria da Veja.
Uma das suposições da matéria é a de que, por ter se reunido com seus correligionários petistas em data próxima à queda do ex-ministro da Casa Civil Antonio Palocci, Dirceu teria tramado com eles a retirada de apoio do PT a ele, o que teria determinado a sua demissão pela presidente Dilma Rousseff. Não houve escuta ou indício maior para a Veja fazer tal afirmação. A revista apenas supôs e publicou como se fosse fato.
Apesar de não haver matéria alguma nesse fato sobre os encontros de Dirceu em Brasília, isso não significa que esse caso, por inteiro, não contenha uma das mais saborosas e instigantes matérias jornalísticas sobre política dos últimos tempos.
Acontece que, apesar de a matéria da Veja fazer parte de um jogo político da imprensa aliada ao PSDB e, portanto, não precisar de fatos reais, pois tenta apenas impor à sociedade a percepção de que o governo Dilma e o PT estariam infestados de gangsters e, nesse processo, procura, na falta de qualidade das acusações, produzir quantidade, faltava um mínimo de verossimilhança à “denúncia” contra Dirceu.
Na tentativa de tornar a matéria menos pífia, a Veja se valeu de método literalmente criminoso. Como é óbvio que o hotel que fez um Boletim de Ocorrência contra a tentativa do repórter da revista de invadir o quarto de Dirceu não cederia imagens de seu circuito interno de TV àquele mesmo repórter, ele instalou câmeras nos corredores do estabelecimento para conseguir as imagens que a Veja publicou.
O viés criminoso da revista, nesse caso, é uma bomba jornalística que reproduz, no Brasil, o escândalo de alcance planetário que se abateu sobre a imprensa britânica. É uma das maiores matérias jornalísticas que surgiram neste ano, no mínimo.
É verdadeira a acusação de José Dirceu? Que tal seria se a imprensa ouvisse as testemunhas? Por exemplo, a imprensa poderia entrevistar a camareira à qual o repórter da Veja Gustavo Ribeiro teria pedido que abrisse o apartamento de Dirceu alegando que aquele era o seu apartamento (do repórter) e que teria esquecido a chave em algum lugar.
O pessoal da recepção poderia ser entrevistado para comprovar ou não que Ribeiro se hospedou no hotel e pediu para ser alojado no apartamento contiguo ao de Dirceu e  que o repórter da Veja, ao ser denunciado pela camareira, fugiu do estabelecimento sem pagar a conta. Afinal, se Ribeiro se hospedou no hotel teve que fazer o check-in e o check-out. Se pagou a conta, deve ter o recibo do pagamento. Se não tem, fugiu.
Por que um repórter fugiria de um hotel no qual se hospedou?
Seria uma bomba jornalística se essa matéria fosse parar no Jornal Nacional, por exemplo. E mesmo nos telejornais da Record, da Band ou do SBT, seria uma bomba. Menor, mas uma bomba. No entanto, até a manhã de domingo, dias após os fatos, só saíram uma notinha escondida na Folha de São Paulo e outra em O Globo e uma matéria no telejornal da TV Cultura, em termos de grande mídia.
O silêncio desses indecentes pseudo jornalistas que controlam as redações dos grandes meios de comunicação é a prova final, para quem dela tomar conhecimento, de que o que essa gente quer não é liberdade de imprensa, mas liberdade para decidir o que você, leitor, deve ou não saber, pois há coisas que não querem que você saiba e outras que querem que você pense. Mesmo não sendo verdade.

http://www.blogcidadania.com.br/2011/08/o-silencio-dos-indecentes/

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Conheça o império de comunicação da família Civita
Wikipédia
Editora Abril
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Editora Abril S.A.
Logo da Editora Abril
Tipo       Privada
Fundação           1950
Sede      São Paulo, Brasil
Pessoa(s) chave              – Roberto Civita – Presidente
Giancarlo Civita – Presidente executivo
Lucro     R$ 1,644 bilhão, (2007)
A Editora Abril é uma editora brasileira, sediada na cidade de São Paulo, parte integrante do Grupo Abril. Fundado em 1950 por Victor Civita como Editora Abril, o Grupo Abril é hoje um dos maiores e mais influentes grupos de comunicação da América Latina. Ao longo de sua história expandiu e diversificou suas operações, e hoje fornece conteúdo em multiplataformas.
Nos anos 40, os irmão Victor Civita e Cesar Civita fundaram a Editora Abril inicialmente na Argentina e lá conseguiram licença dos personagens Disney, Em 1945, em visita a Argentina, o jornalista Adolfo Aizen toma conhecimento da Editora Abril e resolve criar uma parceria para publicação de um título Disney no Brasil, “Seleções Coloridas” foi publicada em 1946 pela EBAL de Adolfo Aizen.
Em Maio de 1950, Victor Civita resolve fundar uma editora no Brasil, surge a Editora Primavera e sua primeira publicação foi a revista Raio Vermelho, em Julho de 1950, Civita passa a usar o mesmo nome da Editora argentina, “Editora Abril”.
A Editora Abril começou com a publicação O Pato Donald num escritório no centro de São Paulo, com seis funcionários. O nome da empresa é uma referência ao mês que dá início à primavera na Europa.
O crescimento experimentado pela empresa na década de 50, se intensifica nos anos 60, fruto combinado da publicação de obras de referência em fascículos, e do aumento de sua linha infanto-juvenil, incluindo o lançamento de Zé Carioca, em 1961, e de Recreio, em 1969, que circularia por 12 anos. Em 1968, passa a publicar Veja, revista jornalística de variedades que viria a ser a revista com mais circulação no Brasil.
Expandindo os segmentos, a Abril passa a publicar revistas sobre turismo e da indústria automobilística, (Quatro Rodas, Guia Quatro Rodas e Viagem & Turismo), Futebol (Placar), masculinas (Playboy, Vip e Men’s Health). Cria também inúmeras publicações voltadas ao público feminino: Capricho (que começou com fotonovelas e em 1981 foi reformulada para temas relacionados às adolescentes), Manequim (a primeira revista de moda da Abril), Claudia (que quando surge em 1961 focalizava a dona-de-casa), além de Estilo (versão brasileira da americana InStyle), Nova (versão brasileira da americana Cosmopolitan e Elle (versão brasileira da revista francesa homônima).
Em 1999 o grupo Abril adquire de parte das Editoras Ática e Scipione e em 2004 da totalidade das ações, ganhando importância no mercado brasileiro de livros escolares.
Em maio de 2006, Civita anunciou a sociedade com o Naspers, grupo de mídia sul-africano que esteve estreitamente vinculado ao Partido Nacional, a organização partidária de extrema-direita que legalizou o criminoso regime do apartheid no pós-Segunda Guerra Mundial. O grupo Naspers passou a deter 30% do capital do Grupo, incluindo a compra dos 13,8% que pertenciam aos fundos de investimento administrados pela Capital International, desde julho de 2004.
Segundo dados da própria empresa, hoje a Abril publica mais de 350 títulos, que chegam a 23 milhões de leitores. A Gráfica utiliza processos digitais e imprime cerca 350 milhões de revistas por ano. As editoras Ática e Scipione produziram mais de 4.300 títulos e venderam 37 milhões de livros em 2005.
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Atualização – 18:11 hs.
Hotel Naoum informou que as imagens que a Veja publicou não foram extraídas de sua câmera de segurança e que o repórter da revista, Gustavo Ribeiro, saiu do hotel sem fazer check-out, mas não ficou devendo a conta da hospedagem porque fez um depósito ao fazer o check-in no hotel e esse depósito foi usado para cobrir a conta não paga.
Confira notícia no link abaixo
http://www.brasil247.com.br/pt/247/midiatech/13340/Naoum-aciona-PF-filme-ilegal-pode-ser-de-Veja.htm

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30/8 - Líbia: Limpeza étnica

FONTE:anapaisagismo@gmail.com
From: Beatrice


de Jornal Água Verde
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Os líbios negros correm risco de uma ação de limpeza étnica por causa da determinação de apoiarem o líder Muamar Kadafi. Ao leste do país, os líbios de origem árabe ligados às elites econômicas das cidades produtoras de petróleo assimilaram a ideologia racista dos ingleses e norte-americanos,dos quais recebem treinamentos, dinheiro e armas para tentar dividir o país e permitir o roubo do petróleo pelas potências ocidentais. O alerta foi dado nesta semana pelo bispo Dom Mussie Zerai, em Roma. O bispo preside a agência de desenvolvimento e cooperação Habeshia. Ele relatou que apenas na cidade de Misrata, sob controle dos rebeldes, mais de 800 negros africanos foram assassinados.
Segundo o bispo de origem eritréia, os massacres foram relatados por refugiados africanos sobreviventes, assim que desembarcaram na Itália.

Eles também trouxeram uma série de vídeos e fotografias, postadas no site da agência Habeshia, revelando episódios de extrema crueldade e fúria de rebeldes pisoteando corpos sem vida de negros africanos. Na Líbia, há dois grupos étnicos de origem não-árabe, disse dom Zerai, e o risco de que eles podem se tornar vítimas de limpeza étnica durante os confrontos sangrentos entre partidários de Kadafi e os rebeldes é muito alto. Basta ser negro para ser taxado de mercenário pró-Kadafi pelos rebeldes insurgentes. O clérigo afirmou que ainda há indiferença, apesar do aviso prévio.

Dom Zerai assim, pediu a atenção da comunidade internacional para que “os líbios negros não sejam massacrados, a exemplo de centenas de milhares de sudaneses em Darfur.”

Ele alertou para o risco de ''milhares de pessoas serem esmagadas por essa intolerância que está se espalhando nos territórios ocupados pelos rebeldes”. Na opinião do bispo, os autores destes assassinatos e atos violentos são os rebeldes anti-Kadafi. Dom Zerai perguntou ''quem garante a civilidade dos novos senhores da Líbia, defendidos pela Europa? Precisamos a todo custo evitar um novo genocídio no continente africano.”
Nas últimas semanas outras organizações tem denunciado diversos massacres contra a população negra do leste da Líbia. Esses massacres só tem sido possíveis graças ao apoio militar e financeiro que os países invasores prestam aos grupos rebeldes.

Read more: http://boilerdo.blogspot.com/2011/05/libia-rebeldes-atacam-negros-e-iniciam.html#ixzz1WMzrraZy

comentário:


Anônimo disse...
Olha o que nos reserva,, minorias. a intervenção dos pseudo salvadores, europeus e americanos.Olhem meu Deus.Eu sou africano,angolano,meus pais descende de europeus, aqui sou designado por mestiço dada minha tez clara.Casei-me como uma descendente de europeu,com africana.Meus filhos são mestiços.Meu pais é muito rico, está sob olhar das potencias ditas salvadoras,Imperialistas, quanto menos esperar-mos invadirão nosso país logo nossoa sorte será identica a dos negros da Libia.Está na hora desses imperialistas, voltarem para traz e deixar o destinos dos africanos ser decididos por nós


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30/8 - Um engano midiático na Líbia

De: Vera Vassouras
 
(VIDEO) CHEFE DOS MERCENÁRIOS DA OTAN ADMITE O ENGANO MIDIÁTICO NA LÍBIA.
 
Por: Aporrea.org
Fecha de publicación: 27/08/11
imprímelo

 
27 agosto 2011 - A blogueira Leonor Massanet, publicou em seu sitio http://leonorenlibia.blogspot. um vídeo no qual Abdeljalil, líder dos mercenários que agridem o povo líbio (também conhecido como Conselho Nacional de Transição CNT), admitindo em uma entrevista com o canal argelino Rayyisse que as imagens da tomada da Praça Verde são na realidade uma montagem.



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