quarta-feira, 29 de agosto de 2012

29/8 - Boa Noite com Chico Buarque


29/8 - MARGARINA...é bom saber !!!

FONTE:pccardio@gmail.com

Realmente uma manteiguinha bem utilizada é estratégico ! É só não emplastar geral, dê apenas um "susto" , um tapa, no pão ou equivalente.. rsrs
 

BOM SABER..... e procurar saber mais sobre o assunto!!! 


 

 

Margarina
 
 
 
Coisas que,... se calar, alguém nos devia dizer!...

A margarina foi originalmente fabricada para engordar perus. Mas
quando os perus começaram a morrer por causa dela, as pessoas que
tinham investido na sua pesquisa começaram a procurar uma utilização
alternativa que lhes permitisse, no minimo, recuperar o investimento.
Foi nessa altura que alguem se lembrou de juntar um corante amarelo
aquela que era até aí uma substância branca, tornando-a mais
apetecível para consumo humano e apresentá-la no mercado como um
substituto da manteiga.

Mas será que você sabe qual é realmente a diferença entre a margarina
e a manteiga? Vejamos:

- Ambos têm a mesma quantidade de calorias.
- A manteiga tem um pouco mais de gorduras saturadas (8 gramas contra
5 gramas da margarina).
- De acordo com um estudo da Harvard Medical, comer margarina pode
aumentar em 53% as doenças cardíacas em mulheres, relativamente
aquelas que comem a mesma quantidade de manteiga.

A manteiga:
- aumenta a absorção de nutrientes presentes em outros alimentos.
- traz mais benefícios nutricionais do que a margarina (e os que a
margarina tem foram adicionados artificialmente!)
- é mais saborosa que a margarina e pode melhorar o sabor de outros alimentos.
- existe há séculos e a margarina há menos de 100 anos.

A margarina:
- Triplica risco de doença cardíaca coronária ...
- Aumenta o colesterol total e o LDL (este é o colesterol ruim) e
diminui o colesterol HDL (o colesterol bom)
- Aumenta o risco de cancer em 500%
- Reduz a qualidade do leite materno
- Diminui a resposta imunológica.
- Diminui a resposta à insulina.

E, finalmente, a parte mais interessante e perturbadora:
A margarina está a uma molécula de ser... plástico. E possui 27
ingredientes que existem na... tinta de pintar!

Se não está convencido faça a seguinte experiência:

Abra uma embalagem de margarina e deixe-a aberta num local à sombra
durante alguns dias. Vai poder constatar algumas coisas muito
interessantes:

1º Não há moscas! (isso deve querer dizer alguma coisa!!!)

2º A margarina não mostra sinais de apodrecimento, decomposição ou
alteração no cheiro.

3º Não tem  bolor. Nada se desenvolve ou cresce nela.

Ou seja, nem as moscas nem os mais pequenos microrganismos se
interessam por aquilo. Não há ali nada de bom.

Porquê? Bom porque a margarina é quase plástico.

A questão agora é:

- Será que vai continuar a borrar as suas torradas com plástico derretido?
Se sim, lembre-se que, quando lhe acabar a margarina, pode obter
praticamente o mesmo efeito derretendo um Tupperware... e até tem mais
cores à sua escolha !
 

 


29/8 - Entenda as receitas do seu médico

FONTE:prdpaulo@terra.com.br

29/8 - As Quatro Liberdades de Roosevelt.

FONTE:http://www.conversaafiada.com.br
 
Publicado em 29/08/2012

As Quatro Liberdades de Roosevelt.
Juízes no papel de Censores

O ansioso blogueiro foi buscar no “baú dos ossos” o discurso das “Quatro Liberdades” de Franklin D. Roosevelt.
Defenda-se dos nazistas, em qualquer lugar do mundo ! (Norman Rockwell)


A propósito da leitura do excelente artigo de Marcelo Semer em “Redes sociais constróem a nova democracia”, o ansioso blogueiro foi buscar no “baú dos ossos” o discurso das “Quatro Liberdades” de Franklin D. Roosevelt.

O Nazismo dominava a Europa.

Roosevelt fez um apelo ao Congresso para levantar recursos e emitir bônus do Tesouro que preparassem os Estados Unidos para a II Guerra Mundial.

As “Quatro Liberdades” são a base do mundo que ele pretendia construir, quando as tiranias fossem derrotadas na Guerra.

Ao mesmo tempo, são as liberdades que davam aos Estados Unidos a força moral para enfrentar os tiranos.

O discurso das “Quatro Liberdades” se transformou em instrumento poderoso no esforço de mobilização econômica.

Um dos maiores pintores americanos, Norman Rockwell,  que colaborava na revista Saturday Evening Post, aderiu à campanha para vender bônus de guerra.

E o “argumento” de Rockwell para convencer o cidadão americano a comprar os bônus de Roosevelt foi … garanta a sua liberdade de expressão !

O direito de se levantar e dar a sua opinião !

Esse post será encaminhado aos excelentes advogados do ansioso blogueiro – Maria Elizabeth Queijo, que acaba de conseguir extraordinária vitória contra Gilmar Dantas (*) e Ali Kamel (e Heraldo Pereira), e Cesar Marcos Klouri, que tem o hábito de derrotar Daniel Dantas.

É uma modesta sugestão para argumentar com alguns juízes que censuram blogueiros sujos, como esses do Rio, que, por exemplo, absolvem Daniel Dantas.

Ou os que se prestam a aceitar as centenas de ações que a Editora Abril, esse “coito de bandidos”, como definiu o senador Collor,  move ações contra o Luis Nassif.

(Neste domingo, o Nassif contou de outra “judicialização da censura” contra ele.)

Em homenagem à Justiça brasileira e aos blogueiros sujos, aí vão Roosevelt e Rockwell:

FDR, “The Four Freedoms,”
FRANKLIN D. ROOSEVELT, 1941 STATE OF THE UNION ADDRESS (“THE FOUR FREEDOMS”) (6 January 1941)

(…)

In the future days, which we seek to make secure, we look forward to a world founded upon four essential human freedoms.

[83] The first is freedom of speech and expression–everywhere in the world.

[84] The second is freedom of every person to worship God in his own way–everywhere in the world.

[85] The third is freedom from want–which, translated into world terms, means economic understandings which will secure to every nation a healthy peacetime life for its inhabitants-everywhere in the world.

[86] The fourth is freedom from fear–which, translated into world terms, means a world-wide reduction of armaments to such a point and in such a thorough fashion that no nation will be in a position to commit an act of physical aggression against any neighbor–anywhere in the world.

[87] That is no vision of a distant millennium. It is a definite basis for a kind of world attainable in our own time and generation. That kind of world is the very antithesis of the so-called new order of tyranny which the dictators seek to create with the crash of a bomb.

(…)


Queremos assegurar que um mundo mais seguro venha a se construir sobre quatro liberdades essenciais do Homem.

A primeira é a liberdade de palavra e de expressão – em qualquer lugar do mundo.

A segunda é a liberdade de todo pessoa adorar Deus, à sua maneira – em qualquer lugar do mundo.

A terceira é a liberdade da pobreza – o que, em termos mundiais, significa propiciar a toda Nação condições econômicas que garantam a seus cidadãos uma vida saudável – em qualquer lugar do mundo.

A quarta liberdade é a liberdade do medo -  o que, em termos mundiais, significa um desarmamento tão completo que nenhuma Nação tenha condição de cometer uma agressão física contra um vizinho – em nenhum lugar do mundo.

Essa não é uma visão para um milênio distante. É a base definitiva para um mundo do nosso tempo, da nossa geração. Esse mundo é a antítese da assim chamada “nova ordem de tirania”, que os ditadores querem criar com a explosão de uma bomba.

(Tradução imperfeita do ansioso blogueiro.)

Não deixe de visitar, amigo navegate, a aba “Não me calarão” e curta a Galeria de Honra Daniel Dantas.


Paulo Henrique Amorim


(*) Clique aqui para ver como eminente colonista do Globo se referiu a Ele. E aqui para ver como outra eminente colonista da GloboNews e da CBN se refere a Ele. E não é que o Noblat insiste  em chamar Gilmar Mendes de Gilmar Dantas ? Aí, já não é ato falho: é perseguição, mesmo. Isso dá processo…”


29/8 - Clinton corta os pulsos do FHC

FONTE:http://www.conversaafiada.com.br

Publicado em 29/08/2012

Clinton corta
os pulsos do FHC

Em tempos de eleições, quando candidatos de bico longo prometem fazer tudo o que nunca fizeram, a fala de FHC enseja oportuna reflexão.

O Conversa Afiada reproduz artigo de Saul Leblon, na Carta Maior, sobre encontro do Farol de Alexandria com Bill Clinton e Tony Blair, a fina flor do neolibelismo (*).

Clinton, como se sabe, foi quem re-elegeu FHC (além da desinteressada colaboração de Sergio Motta e de parlamentares imaculados).

Clinton obrigou o FMI a segurar o Real, até que FHC se re-elegesse.

Re-eleito, dias depois, para amarga decepção da Urubóloga, ele desvalorizou o Real e quase quebra a Globo.

Ao encontro neolibelês (*) :

Fala FHC: como seria o Brasil em mãos tucanas?



Um grande banco de São Paulo reuniu nesta 3ª feira três vigas chamuscadas do incêndio neoliberal que ainda arde no planeta: Clinton, Blair e FHC. Que um banco tenha promovido um megaevento com esses personagens a essa altura do rescaldo diz o bastante sobre a natureza do setor e da ingenuidade dos que acreditam em cooptar o seu ‘empenho’ na travessia para um novo modelo de desenvolvimento. Passemos.

As verdades às vezes escapam das bocas mais inesperadas. Clinton e Blair jogaram a toalha no sarau anacrônico do dinheiro com seus porta-vozes. Coube ao ex-presidente norte-americano sintetizar um reconhecimento explícito: ‘Olhando de fora, o Brasil está muito bem. Se tivesse que apostar num país, seria o Brasil’.

Isso, repita-se, vindo de um ex-presidente gringo que consolidou a marcha da insensatez financeira em 1999, com a revogação da lei de Glass-Steagall.

Promulgada em junho de 1933, três meses depois da Lei de Emergência Bancária, que marcou a posse de Roosevelt, destinava-se a enquadrar o dinheiro sem lei, cujas estripulias conduziram o mundo à Depressão de 29.

A legislação revogada por Clinton submetia os bancos ao rígido poder regulador do Estado. Legitimado pela crise, Roosevelt rebaixou os banqueiros à condição de concessionários de um serviço sagrado de interesse público: o fornecimento de crédito e o financiamento da produção. Enquanto vigorou, a Glass Steagall reprimiu o advento do supermercado financeiro, o labirinto de vasos comunicantes dos gigantes financeiros em que bancos comerciais agem como caixa preta de investimento especulativo, com o dinheiro de correntistas.

O democrata que jogou a pá de cal nas salvaguardas do New Deal elogiou o Brasil, quase pedindo desculpas por pisotear o ego ao lado do grande amigo de consensos em Washington e de corridas de emergência ao guichê FMI.

Mas FHC é um intelectual afiado nas adversidades.

A popularidade contagiante do tucano, reflexo, como se sabe, de seu governo, poupa-o da presença física nos palanques do PSDB, preferindo seus pares deixá-lo no anonimato ocioso para a necessária à defesa do legado estratégico da sigla.

É o que tem feito, nem sempre dissimulando certo ressentimento, como nessa 3ª feira mais uma vez.

Falando com desenvoltura sobre um tema, como se sabe, de seu pleno domínio sociológico, ele emparedou Clinton, Blair e tantos quantos atestem a superioridade macroeconômica atual em relação à arquitetura dos anos 90.

Num tartamudear de íngreme compreensão aos não iniciados, o especialista em dependência – acadêmica e programática – criticou a atual liderança dos bancos públicos na expansão do crédito, recado oportuno, diga-se, em se tratando de palestra paga pelo banco Itau; levantou a suspeição sobre as mudanças que vem sendo feitas – ’sem muito barulho” – na política econômica (“meu medo é que essa falta de preocupação com o rigor fiscal termine por criar problemas para a economia”) e fez ressalvas ao ” DNA” das licitações – que não reconhece, ao contrário de parte da esquerda, como filhas egressas da boa cepa modelada em seu governo.

Ao finalizar, num gesto de deferência ao patrocinador, depois de conceder que a queda dos juros é desejável fuzilou: ‘houve muita pressão para isso’.

O cuidado tucano com os interesses financeiros nos governos petistas não é novo.

Há exatamente um ano, em 31 de agosto de 2011, quando o governo Dilma, ancorado na correta percepção do quadro mundial, cortou a taxa de juro pela primeira vez em seu mandato, então em obscenos 12,5%, o dispositivo midiático-tucano reagiu indignado. A pedra angular da civilização fora removida por mãos imprevidentes e arestosas aos mercados.

O contrafogo midiático rentista perdurou por semanas.

Em 28 de setembro, Fernando Henrique Cardoso deu ordem unida à tropa e sentenciou em declaração ao jornal ‘Valor Econômico’: a decisão do BC fora ‘precipitada’.

Era a senha.

Expoentes menores, mas igualmente aplicados na defesa dos mercados autorreguláveis, credo que inspirou Clinton a deixar as coisas por conta das tesourarias espertas, replicaram a percepção tucana do mundo:”não há indícios de que a crise econômica global de 2011 seja tão grave quanto a de 2008″, sentenciou, por exemplo o economista de banco Alexandre Schwartzman,indo para o sacrifício em nome da causa.

Nesta 4ª feira, o BC brasileiro completa um ano de cortes sucessivos na Selic com um esperado novo recuo de meio ponto na taxa, trazendo-a para 7,5% (cerca de 2,5% reais).

Ainda é um patamar elevado num cenário de crise sistêmica, quando EUA e países do euro praticam juros negativos e mesmo assim a economia rasteja.

Uma pergunta nunca suficientemente explorada pela mídia, que professa a mesma fé nas virtudes do laissez-faire, quase grita na mesa: ‘Onde estaria o Brasil hoje se a condução do país na crise tivesse sido obra dos sábios tucanos?’

As ressalvas feitas por FHC no evento de banqueiros desta 3ª feira deixa a inquietante pista de que seríamos agora um grande Portugal, ou uma gigantesca Espanha – um superlativo depósito de desemprego, ruína fiscal e sepultura de direitos sociais, com bancos e acionistas solidamente abrigados na sala VIP do Estado mínimo para os pobres.

Em tempos de eleições, quando candidatos de bico longo prometem fazer tudo o que nunca fizeram, a fala de FHC enseja oportuna reflexão.



(*)
“Neolibelê” é uma singela homenagem deste ansioso blogueiro aos neoliberais brasileiros. Ao mesmo tempo, um reconhecimento sincero ao papel que a “Libelu” trotskista desempenhou na formação de quadros conservadores (e golpistas) de inigualável tenacidade. A Urubóloga Miriam Leitão é o maior expoente brasileiro da Teologia Neolibelê.

29/8 - BRASIL! BRASIL! de 28/8/12

BRASIL! BRASIL!


Posted: 28 Aug 2012 05:54 PM PDT

Mário Augusto Jakobskind, Direto da Redação
A despolitização da política é uma das marcas desta campanha eleitoral para a escolha de prefeitos e vereadores nos 5.556 municípios brasileiros.
No Rio de Janeiro, cidade que mais resistiu à ditadura, o panorama é constrangedor, para não dizer vergonhoso. Basta ver a propaganda eleitoral pela televisão para constatar o baixo nível com pleiteantes aparecendo até com nariz de palhaço, em uma tentativa grotesca de repetir o fenômeno paulista do parlamentar federal mais votado do país, o Tiririca.
É preciso analisar o motivo pelo qual a política brasileira e mesmo mundial decaiu com o surgimento de figuras como Silvio Berlusconi, Mario Monti, Angela Merkel e por aqui Geraldo Alckmin, Sergio Cabral, Eduardo Paes, entre outros. São produtos do mercado e com discursos enganadores e muito apoio de grupos empresariais dos mais variados conseguem iludir até gente bem intencionada.
A decadência da política partidária tem também como parcela de culpa os próprios meios de comunicação que fazem o possível e o impossível para evitar debates permanentes e não apenas de candidatos a postos executivos com regras absurdas visando impedir o confronto de ideias.
Os grandes temas são escamoteados e quando surge algum tipo de confronto aparecem os colunistas de sempre com críticas do gênero senso comum objetivando evitar o aguçamento do espírito crítico da cidadania.
A continuar assim, as próximas eleições poderão ser ainda mais mornas do que a atual e sem que o eleitor possa conhecer de fundo o verdadeiro ideário dos candidatos, sobretudo daqueles que prometem mundos e fundos, mas quando eleitos fazem exatamente o contrário das promessas.”
Artigo Completo, ::AQUI::


Posted: 28 Aug 2012 05:43 PM PDT
Os moradores afirmam que a dívida do proprietário apenas em serviços de água e esgoto chega a R$ 8 milhões

Moradores de ocupação no centro da cidade, colocados hoje na rua, dizem não ter para onde ir e relatam peregrinação pela cidade
Gisele Brito, Rede Brasil Atual
Duzentas e dezessete famílias tiveram de sair de um prédio ocupado há 9 meses na avenida Ipiranga, região central de São Paulo, na manhã de hoje (28). A prefeitura descumpriu decisão proferida em julho pelo Tribunal de Justiça determinando o oferecimento de alojamentos. “Conversamos com a prefeitura, com a Polícia Militar e acertamos não resistir. A prefeitura tinha uma determinação de disponibilizar moradia, mas não cumpriu. Mais uma vez”, afirma Maria do Planalto, coordenadora da ocupação e integrante da Frente de Luta por Moradia (FLM). 
A decisão, tomada pela juíza Regina Capistrano em 12 de julho, indicava que as famílias deveriam ser "alojadas em abrigos provisórios, e ali mantidas, até o final julgamento deste recurso" por conta do risco envolvido na violação do direito básico à moradia. Esta é a segunda vez apenas neste ano que a administração de Gilberto Kassab (PSD) descumpre uma determinação judicial relativa a moradia. Em fevereiro, a Secretaria de Negócios Jurídicos não obedeceu a liminar que obrigava a oferecer abrigo aos despejados de uma outra ocupação no centro da cidade. 
Tampouco foi colocado à disposição aluguel social ou qualquer outro programa assistencial. O prédio estava abandonado há 9 anos. Segundo líderes da ocupação, as dividas do proprietário do imóvel apenas com a Sabesp, a companhia estadual de saneamento, chegam a R$ 8 milhões, ou seja, seria possível promover a desapropriação do imóvel com base na legislação existente.”
Foto: Diogo Moreira. Folhapress
Matéria Completa, ::AQUI::


Posted: 28 Aug 2012 05:26 PM PDT



Posted: 28 Aug 2012 05:23 PM PDT

Eduardo Guimarães, Blog da Cidadania
“É uma bofetada no rosto do eleitor a piadinha infame que a campanha de José Serra fez no rádio e na internet usando proposta do candidato Fernando Haddad para mitigar o sofrimento do povo de São Paulo no torturante – e caro – transporte público da capital paulista.
Irresponsável, Serra permitiu que sua campanha fizesse a politicagem mais baixa vinculando Haddad ao julgamento do mensalão, como se todo tucano fosse culpado pelo mensalão tucano do ex-presidente do PSDB Eduardo Azeredo.
Para seu jogo sujo e desrespeitoso ao eleitor, o PSDB paulistano, a mando de Serra e do mal-avaliado prefeito Gilberto Kassab, inventou o “bilhete mensalão”, uma piadinha ruim que os dois políticos usam em vez de fazerem propostas para o caos que criaram em São Paulo.”
Artigo Completo, ::AQUI::


Posted: 28 Aug 2012 05:09 PM PDT

Entre 2002 e 2011, governos paulistas assinaram contratos de R$ 943 milhões com empreiteira que está no centro da CPI do Cachoeira; Geraldo Alckmin chamou relação de "ínfima"; José Serra, citado pelo contraventor em grampo da PF, fica quietinho; ex-diretor do Dersa Paulo Preto fala nesta quarta à Comissão; empreiteira fez desembolsos pesados às vésperas da campanha presidencial de Serra, em 2010; novo rumo?
Brasil 247
Ao longo desta terça-feira 28, 247 procurou o setor de comunicação da campanha do candidato a prefeito de São Paulo José Serra, do PSDB, para conhecer a reação dele à revelação, com exclusividade, dos diálogos entre o contraventor Carlinhos Cachoeira e o então senador Demóstenes Torres, travados a partir de 14 de maio de 2009, com articulações para a marcação de uma audiência com o próprio Serra, então governador do Estado (ouça).

A julgar pela não resposta a dois e-mails e dois telefonemas, feitos a partir das 13 horas, Serra preferiu ficar quietinho. Em abril deste ano, quando estourou o escândalo do tráfico de influência praticado por Cachoeira e Demóstenes e vieram à tona as estreitas relações deles com a empreiteira Delta, do empresário Fernando Cavendish, o governador Geraldo Alckmin reagiu de maneira diversa a perguntas sobre a presença, no Estado, da construtora repleta de contratos suspeitos. "Nem sei se tem (contratos), se tem são ínfimos", disse ele ao jornal Folha de S. Paulo.

Na mesma medida em que o silêncio de Serra não contribui com a apuração da verdade, a frase de Alckmin, à luz de pesquisas feitas pelo site Transparência SP, soa, agora, como um despite ingênuo – e bastante constrangendor para um governador que se diz organizado e conhecedor dos assuntos de Estado.

O fato é que, desde o primeiro mandato de Alckmin e até o ano passado, quando entre os governos de Alckmin e Alckmin houve a administração José Serra-Alberto Goldman (Serra renunciou ao mandato para concorrer à Presidência da República, deixando o vice, igualmente tucano, em seu lugar), a relação considerada "ínfima" da administração pública paulista com a Delta somou, em valores corrigidos, nada menos que R$ 943 milhões. Ou seja, quase R$ 1 bilhão. A empreiteira de Fernando Cavendish, cujo lobby era feito nos bastidores por Cachoeira e quase publicamente por Demóstenes, operou nada menos que 27 contratos nesse período, travando relacionamento formal com gigantes estatais como a  Desenvolvimento Rodoviário S.A. (DERSA), o Departamento de Estradas de Rodagem (DER), o Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE), a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (SABESP) e aUniversidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Ínfimo?”
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Posted: 28 Aug 2012 04:08 PM PDT

Exoneração de Luiz Antônio Pagot ocorreu uma semana depois da matéria jornalística
Do R7
O ex-diretor do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), Luiz Antônio Pagot, disse nesta terça-feira (28), em depoimento à CPI do Cachoeira no Congresso Nacional, que o grupo do bicheiro Carlinhos Cachoeira e o empresário Cláudio Abreu, da empresa Delta, patrocinaram uma matéria jornalística na revista Veja para derrubá-lo do cargo.

— O fato é que um contraventor e o dono de uma empresa se uniram a um jornalista que produziu uma matéria e me arrancou do Dnit. O fato determinante para a minha saída foi a reportagem. Saiu a reportagem e posteriormente veio a exoneração.

Em julho do ano passado, reportagem da revista Veja denunciou um suposto esquema de recolhimento de propina no Ministério dos Transportes para o PR, partido da base aliada que comandava a pasta. A propina seria paga em troca de contratos e liberação de faturas. Após as denúncias da Veja outros veículos de comunicação relataram o caso.

Cerca de uma semana depois da revelação, a presidente Dilma Rousseff demitiu toda a cúpula do ministério, incluindo Pagot e o então ministro dos Transportes Alfredo Nascimento (PR-AM). As demissões detonaram uma crise política entre o PR e a presidente Dilma Rousseff.

Na CPI, o ex-diretor do Dnit disse que enquanto estava no cargo identificou vários problemas da empresa Delta, braço financeiro do contraventor, e acredita que isso tenha lhe custado o posto de diretor no órgão.

— Acredito que esses fatos todos em que nós agíamos no interesse de preservar qualidade das obras e agilizar os cronogramas fossem causando um grande dissabor ao Claudio Abreu na direção dos seus trabalhos. Imagino que, por isso, tomou essa decisão juntamente com contraventor de patrocinar matéria jornalística que acabou me tirando do Dnit.”
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Posted: 28 Aug 2012 12:29 PM PDT

Secretaria divulga prontuário a fim de contradizer homem que aparece na propaganda de TV petista reclamando de demora
Julia Duailibi e Isadora Peron, O Estado de S.Paulo
A Prefeitura de São Paulo divulgou ontem dados do prontuário de um paciente do sistema público que expõem erro no programa eleitoral de TV de Fernando Haddad, candidato do PT. Segundo especialistas, a divulgação de dados médicos sem autorização do paciente configura quebra de sigilo.
No horário eleitoral petista, o caminhoneiro José Machado reclama do sistema municipal de saúde e diz que está aguardando há pelo menos dois anos para fazer uma cirurgia de catarata. 

A reportagem do Estado questionou a Secretaria Municipal de Saúde sobre o problema. A assessoria de imprensa informou, então, que já havia consultado os dados do paciente na Unidade Básica de Saúde Guaianases 1 e no ambulatório de especialidades Jardim São Carlos e que a "hipótese de diagnóstico" não era catarata, mas pterígio - crescimento do tecido sobre a córnea. 

A secretaria ainda questionou o fato de o paciente que aparece no programa de Haddad ter dito que estava na fila para receber a cirurgia de catarata. Segundo o órgão, não há filas para isso. Machado disse não ter dado autorização para a divulgação de seus dados.

Segundo o Conselho Federal de Medicina, é proibido que o médico, sem consentimento do paciente, revele o conteúdo de um prontuário ou de uma ficha médica. A revelação do segredo médico somente é permitida, diz o órgão, em casos extremos, como abuso sexual, aborto criminoso ou perícias médicas judiciais.

"É quebra de sigilo (divulgar sem autorização). O hospital ou o diretor técnico que responde por ele não pode falar da doença, por mais que o paciente esteja errado", afirmou Renato Azevedo Júnior, presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo. Para Reinaldo Ayer, professor de Bioética da USP, "caracteriza uma infração ética a divulgação do prontuário médico por parte do médico ou hospital, sem autorização".
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Posted: 28 Aug 2012 12:10 PM PDT

Pela primeira vez, o nome do ex-governador de São Paulo e candidato à Prefeitura, José Serra, aparece na boca do contraventor Carlos Cachoeira, numa conversa com o já cassado Demóstenes Torres. "Ocê vai tá com o Serra aí hoje?", pergunta o bicheiro. "Marca uma audiência com ele", insiste. "Vou marcar com ele e venho aqui", atende o ex-senador. Negócios da Delta com São Paulo são o próximo alvo da CPI
Brasil 247
14 de maio de 2009. José Serra era governador de São Paulo. Executava, no Estado, obras bilionárias, como a construção do trecho Sul Rodoanel e as ampliações das marginais – algumas, com a participação da construtora Delta, de Fernando Cavendish. Amanhã, o empreiteiro estará na CPI, que investiga as atividades do bicheiro Carlos Cachoeira. Assim como Cavendish, também irá depor o engenheiro Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, que era o homem forte da Dersa, empresa de desenvolvimento rodoviário de São Paulo, e já disse que Serra era sua "bússola" na estatal.
Um diálogo, obtido com exclusividade pelo Brasil 247, aponta agora, pela primeira vez, o nome de José Serra nas conversas de Cachoeira. É num telefionem dela ao ex-senador Demóstenes Torres. Cachoeira quer uma audiência do governador para um personagem chamado Dino. E Demóstenes promete marcá-la.
"Ocê vai tá com o Serra aí hoje?", pergunta Cachoeira. Com naturalidade, Demóstenes diz que não. Afirma ter estado na Companhia Siderúrgica Nacional, do empresário Benjamin Steinbruch. Cachoeira faz então uma brincadeira dizendo que quem gosta muito de Steinbruch é o atual ministro da Educação, Aloizio Mercadante.
E, depois, insiste para que Demóstenes, que foi cassado por ser uma espécie de despachante de luxo do bicheiro, marque uma audiência com Serra. "Vou marcar com ele e venho aqui", atende o ex-senador.”
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Posted: 28 Aug 2012 08:37 AM PDT

Condenado pelos ingleses por apoiar a invasão do Iraque e por seus negócios obscuros com ditadores, o ex-premiê inglês, que mantém sua consultoria no ponto mais caro de Londres, receberá R$ 12 milhões para elaborar um plano estratégico para São Paulo; precisava disso, governador?
Brasil 247
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, anunciou ontem a contratação de um consultor de luxo: ninguém menos que Tony Blair, ex-primeiro-ministro da Inglaterra, que é condenado pelos próprios britânicos por seus deslizes dentro e fora do poder. Na história do seu governo, Blair será carimbado para sempre como o primeiro-ministro que, ao lado de George W. Bush, apoiou a invasão do Iraque enquanto os ingleses marchavam em Londres com cartazes com a mensagem “no blood for oil” (nada de sangue por petróleo). Fora do poder, se tornou dono de uma fortuna de mais de US$ 100 milhões, fazendo qualquer tipo de negócio – inclusive com ditadores, como Muammar Kadafi, dirigente líbio assassinado, e Paul Kagame, de Ruanda, acusado de violações aos direitos humanos.
Para formular um plano estratégico chamado “São Paulo 2030”, em parceria com o Movimento Brasil Competitivo, a Tony Blair Associates receberá R$ 12 milhões, por um ano de trabalho. É uma consultoria de luxo, paga a um personagem que entende pouco ou quase nada de Brasil, numa parceria que se torna ainda mais estranha num estado como São Paulo, que tem a melhor universidade da América Latina: a USP.”
Matéria Completa, ::AQUI::


Posted: 28 Aug 2012 08:12 AM PDT
Próxima agenda pública com Lula e
Haddad será em setembro

Marina Dias, Terra Magazine
“Assim que terminou o almoço com a senadora Marta Suplicy (PT-SP), na tarde de segunda-feira (27), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva telefonou para o candidato petista à Prefeitura de São Paulo e seu afilhado político, Fernando Haddad, e deu a boa notícia. "O clima com Marta está ótimo e ela já está à disposição de sua campanha". 
Depois de dez meses que o ex-presidente pediu para Marta retirar sua candidatura para a sucessão de Gilberto Kassab (PSD), os dois almoçaram e conversaram por duas horas no Instituto Lula, região sudeste da capital paulista, para acertar a entrada da senadora na campanha de Haddad. Ficaram combinadas participações no programa de rádio e TV e também em comícios e agendas públicas.
"Sempre disse que quando começasse a campanha de fato e eu soubesse que faria a diferença, entraria. É isso que eu vou fazer", afirmou Marta na saída do almoço.”
Foto: Ricardo Matsukawa
Matéria Completa, ::AQUI::


Posted: 28 Aug 2012 07:25 AM PDT



Posted: 28 Aug 2012 07:20 AM PDT
Cena de Avenida Brasil, novela das nove, da Globo (foto: TV GLOBO /Renato Rocha Miranda)

Daniel Castro, Blog Daniel Castro / R7
Música-chiclete de Avenida Brasil, o hit Eu Quero Tchu, Eu Quero Tcha foi vendido pela própria Globo para a campanha de José Serra (PSDB) à Prefeitura de São Paulo.

A canção, do compositor paraibano Shylton Fernandes e que foi gravada pela dupla João Lucas & Marcelo, continua tocando na novela, apesar de ter gerado jingle com o refrão "Eu Quero Serra, Eu Quero Já". No capítulo de sábado, tocou duas vezes.

O fato de uma música estar em uma novela e em uma campanha política pode gerar uma associação, fortalecendo o candidato.

Nessa lógica, toda vez que o telespectador ouve Eu Quero Tchu, Eu Quero Tcha na novela ele pode pensar em José Serra.

A Globo informa que vai continuar usando a música em Avenida Brasil, embora a novela já esteja usando canções de sua trilha internacional. A faixa integra o CD Avenida Brasil Nacional 2, lançado em junho.

"Usamos trilha com melodias que já existiam independentemente da novela, e o uso fora dela depende dos autores da música", informou a Central Globo de Comunicação.”
Matéria Completa, ::AQUI::


Posted: 28 Aug 2012 07:05 AM PDT

Breno Costa, Folha de S. Paulo
“Conversas gravadas pela Polícia Federal indicam que o irmão do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), orientou o grupo do empresário Carlinhos Cachoeira sobre a forma pela qual eles deveriam participar de uma licitação do Estado, orçada em cerca de R$ 21 milhões.
Obtidos pela Folha, os áudios mostram que, na antevéspera da Operação Monte Carlo, que prendeu Cachoeira, Antonio Perillo, que não ocupa nenhum cargo no governo do irmão, orienta um assessor direto do empresário a participar de um lote específico de uma licitação da Agetop (Agência de Transportes e Obras Públicas).
O presidente da Agetop, Jayme Rincón, é um dos principais auxiliares do governador e também atua como seu porta-voz informal.”
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Posted: 28 Aug 2012 06:58 AM PDT

“Dias atrás, o ex-presidente FHC ciceroneou o senador mineiro em São Paulo, aproximando-o de grandes banqueiros e empresários. Era o início do projeto 2014, que pretendia levá-lo à presidência da República em dois anos. Ontem, soube-se que seu estilo de vida é incompatível com uma candidatura
Brasil 247
É melhor a oposição começar a buscar outros candidatos, se estiver mesmo disposta a se apresentar como um eventual polo de poder no Brasil. Ontem, circularam na internet imagens do senador mineiro Aécio Neves embriagado na madrugada do Rio de Janeiro. Aécio, trocando os passos, dirige-se aos garçons do bar Cervantes, point de fim de noite em Copacabana, com a barriga à mostra, e distribui gordas gorjetas. O vídeo, publicado em primeira mão pelo 247, chegou a ser retirado do ar, mas depois voltou a ser postado.
Não é mistério para ninguém que Aécio é boêmio e gosta de se divertir com amigos – especialmente no Rio de Janeiro, onde já foi parado numa blitz e se recusou a passar pelo teste do bafômetro, dando um mau exemplo à sociedade. Se, depois da farra, ele tomou um táxi e foi para casa, ou pegou carona com alguém, não cometeu irregularidade alguma ao tomar alguns goles a mais na noite carioca.
Ocorre que seu estilo público de vida – numa época em que celulares transformaram qualquer indivíduo em paparazzi – é totalmente incompatível com o de um candidato à presidência da República.”
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