quarta-feira, 31 de julho de 2013

31/7 -REDE GLOBO NA BERLINDA

FONTE:http://flavioluizsartori.blogspot.com.br/

quarta-feira, 31 de julho de 2013

REDE GLOBO NA BERLINDA: EM DUAS REPORTAGENS O JORNAL DA RECORD TRAZ AO GRANDE PÚBLICO QUE ACOMPANHA AS NOTÍCIAS PELA TV ABERTA O ESCANDALO DA SONEGAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA DA FAMÍLIA MARINHO, O "GLOBOGATE".


Desde o último dia 29, segunda feira, o Jornal da Record finalmente esta apresentando as prometidas reportagens sobre o escândalo da sonegação fiscal da Rede Globo, o chamado "Globogate". As reportagens com a participação do respeitado jornalista Luiz Carlos Azenha, que inclusive trabalhou na Rede Globo, mostram como aconteceu o furto de documentos relacionados ao caso e a iniciativa de parlamentares para que seja criada uma Comissão Parlamentar de Inquérito no Congresso Nacional para investigar a sonegação da Globo.

Direto do Jornal da Record:

Ao término do recesso parlamentar, o deputado Protógenes Queiroz começará a recolher assinaturas para instaurar uma Comissão Parlamentar de Inquérito contra a emissora. Assim como no Congresso, o assunto gerou manifestações pacíficas em várias cidades contra a Rede Globo. Exibida em 30/07/2013.



A mulher recebeu condenação de quatro anos e 11 meses por furtar milhares de páginas de um processo da Globopar, empresa controladora da TV Globo. No documento, a emissora é acusada de simular operações para fugir do pagamento de impostos na compra dos direitos de transmissão da Copa do Mundo de 2002. Em nota, a Globo disse que não foi beneficiada pelo furto. Exibida em 29/07/2013.



Aguardem, a Rede Globo vai contra atacar com tudo, vai partir pra cima do Governo Dilma e do Ex Presidente Lula. Vai atacar a Rede Record também.

Observe os telejornais da Globo e a Globo News e confiram.



31/7 - O escorpião Serra afia seu ferrão

FONTE:http://www.tijolaco.com.br/index.php/o-escorpiao-serra-afia-seu-ferrao/

O escorpião Serra afia seu ferrão

31 de Jul de 2013 | 09:34
Estadão, hoje, publica matéria sobre a possível convocação de prévias no PSDB para escolher o candidato a Presidente.
Poucos dias depois de noticiar que o mineiro estava preocupando o mercado financeiro com seu fraco desempenho, Aécio Neves, a “grande esperança branca”, empacou.
José Serra, o lado negro da Força (Sindical, inclusive), prepara-se para fazer aquilo em que é melhor: ferroar de morte qualquer integrante do seu campo político que ameace tirar dele o lugar de candidato eterno a Presidente.
Roseana Sarney que o diga.
Ainda mais agora, quando o bombardeio de mídia sobre o Governo Dilma fez entrever a possibilidade de vitória da direita.
A coisa ficou boa para mim, pensou Serra.
E deixou explodir o “plano B” de sair candidato pelo “MD” de Roberto Freire, que morreu antes de nascer.
Chamou Kassab de volta. Apertou Alckmin, que depende dele para uma reeleição que deixou de ser tranquila. Reativou Alberto Goldman, seu agente na direção tucana.
Agora, mandou lançar a ideia de prévias entre os tucanos para escolher o candidato a presidente. Prévias num partido que só tem um candidato assumido ao cargo?
Isso é pressão sobre Aécio, que já mostrou que não sabe lidar com contestação. Anuncia agora que vai começar a visitar os municípios do interior de São Paulo.
Serra nem liga para isso.
Quando quiser, estala os dedos e Alckmin acaba com qualquer farra dos diretórios interioranos, de olho em 2014.
Aécio é tão mineiro quanto o mar do Leblon.
Já Serra está mais para Darth Vader.
Mata politicamente seus concorrentes, sem dó nem piedade.
Por: Fernando Brito

31/7 - OAB PEDE INVESTIGAÇÃO SOBRE JB

FONTE:http://www.tijolaco.com.br/index.php/oab-pede-investigacao-sobre-caso-joaquim-barbosa/

OAB pede investigação sobre caso Joaquim Barbosa

31 de Jul de 2013 | 10:11
Folha publica hoje o questionamento  feito pelo advogado Almino Afonso Fernandes, indicado pela Ordem dos Advogados para compor o Conselho Nacional do Ministério Público. Uma atitude digna mas que, ao mesmo tempo, constrange todos aqueles que estão ali como “fiscais da lei” e se calam diante de um caso que, no mínimo, revela um comportamento censurável , quando não uma transgressão funcional, do presidente da mais alta Corte brasileira.
É terrível que um advogado tenha de dar aos magistrados e procuradores da República  lições sobre a lei da própria magistratura.
O Dr. Roberto Gurgel, tão valente quando se tratou de atingir ex-integrantes do Governo, está passando a vergonha de viver, nos seus últimos dias de Procurador-Geral, a prova de seu comportamento desequilibrado, onde os amigos da mídia são uma casta à parte, imunes a seu furor persecutório.
Leia a matéria.

Barbosa é questionado por compra de imóvel

Representante da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) no Conselho Nacional do Ministério Público, Almino Afonso cobrou ontem investigação sobre a compra de apartamento em Miami pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa.
Conforme a Folha revelou, Barbosa criou a Assas JB Corp., no Estado da Flórida (EUA), para a aquisição do imóvel em 2012, o que lhe permite benefícios fiscais.
Seu apartamento, de 73 m², tem quarto, sala, cozinha e banheiro. O valor do imóvel é estimado no mercado entre R$ 546 mil e R$ 1 milhão.
Durante sessão do Conselho, Afonso disse que o fato de Barbosa ser proprietário da empresa está em desacordo com a Loman (Lei Orgânica da Magistratura).
Pela norma, um magistrado não pode ser diretor ou sócio-gerente de uma empresa, apenas cotista.
Almino Afonso também defendeu que o Ministério Público apure o fato de o ministro do STF ter fornecido o endereço do imóvel funcional onde mora como a sede da empresa.
Decreto que rege a ocupação de móveis funcionais não permite o uso do bem para fim que não seja de moradia.
“Agora virou moda e até mesmo ministro da Suprema Corte compra apartamento no exterior usando uma empresa como se isso fosse comum, apesar da Loman não aceitar. Por certo isso será objeto de apuração do MP”, disse.
Por: Fernando Brito

31/7 - Estadão reconhece erros no Julgamento do Mensalão

FONTE:http://www.megacidadania.com.br/estadao-reconhece-erros-no-julgamento-do-mensalao/

Estadão reconhece erros no Julgamento do Mensalão

estadao
O blog Megacidadania tem a satisfação de disponibilizar a matéria abaixo do jornal “O Estadão”, reproduzido pelo blog de Luiz Nassif Online que confirma a veracidade das intensas postagens compartilhadas por milhares de internautas:  http://www.megacidadania.com.br/a-falsa-tese-do-mensalao/
Do Estadão
Em conversas informais, ministros da Corte e advogados de defesa preveem embates duros na avaliação dos recursos, identificam erros no acórdão e já avaliam reações da opinião pública
BRASÍLIA - A retomada do caso do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal prevista para meados de agosto deve ser pautada, segundo os ministros e advogados dos condenados, por entraves jurídicos e temores de eventuais manifestações na porta da Corte, em Brasília.
Os entraves jurídicos ocorrerão, segundo os próprios magistrados, pelo fato de haver erros no acórdão do julgamento, decisão final publicada no Diário Oficial da Justiça que justificou a condenação de 25 dos 37 réus por integrarem um esquema de compra de apoio político no Congresso, com uso de verba pública, durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Já o medo de manifestações contra a impunidade, dizem nos bastidores os advogados, poderá frear possíveis reduções de penas por parte dos ministros. Na quinta-feira, o presidente do tribunal e relator do processo, ministro Joaquim Barbosa, anunciará a data de retorno do julgamento. A previsão inicial é que isso ocorra a partir do dia 14.
Possivelmente, o tribunal fará sessões extras às segundas para acelerar a conclusão do caso, que entra agora em sua fase de recursos. Os condenados já ingressaram com os chamados embargos declaratórios, que apontam problemas no acórdão. Depois, será a vez dos embargos infringentes. Nessa fase, a Corte terá de enfrentar outra polêmica: a legislação brasileira não prevê mais os embargos infringentes desde os anos 1990, mas o regimento interno do Supremo ainda mantém essa possibilidade. Os ministros, portanto, terão de decidir qual regra seguir.
Contraditório. Reservadamente, parte dos ministros do STF tem defendido que a figura do revisor do processo seja mantida nessa fase de recursos – algo que não está previsto no regimento da Corte. Quem ocupou o posto no julgamento foi Ricardo Lewandowski, que manteve discussões constantes com Barbosa, relator do caso. A ideia é que Lewandowski, que votou pela absolvição de boa parte dos réus, se mantenha como contraponto a Barbosa, que votou pela condenação da maioria deles.
Diferentemente da época em que o julgamento foi concluído, agora o STF tem mais dois ministros indicados pela presidente Dilma Rousseff: Teori Zavascki e Luís Roberto Barroso. Na sua sabatina no Senado, Barroso afirmou que o julgamento do mensalão foi “um ponto fora da curva” e que o STF endureceu sua jurisprudência ao condenar os 25 réus.
Dilema. Os ministros dizem ter passado os últimos meses estudando com lupa os pedidos dos advogados de defesa que requerem mudanças nas sentenças via embargo de declaração. Alguns desses recursos têm mais de cem páginas.
Segundo fontes do STF, há ministros que se mostram “arrependidos de seus votos” por admitirem que algumas falhas apontadas pelos advogados de defesa fazem sentido. O problema, dizem essas fontes, é que esses mesmos ministros não veem nenhuma brecha para um recuo neste momento.
O dilema entre os que acham que foram duros demais nas sentenças é encontrar um meio termo entre rever parte do voto sem correr o risco de sofrer desgaste com a opinião pública. Alguns ministros avaliam que os advogados conseguirão, por meio dos embargos declaratórios, reduzir algumas das penas impostas no julgamento concluído no ano passado.
Prisões e rito. A expectativa do Supremo é de que os mandados de prisão comecem a ser expedidos conforme os embargos de declaração sejam julgados, desde que o condenado não possa pedir novo julgamento por meio dos embargos infringentes.
Em princípio, a retomada do julgamento nas próximas semanas começaria pela análise dos embargos de declaração. No entanto, alguns ministros defendem a ideia de que Barbosa retome a ação penal com a discussão sobre a possibilidade de novo julgamento para os casos em que a Corte ficou dividida – ou seja, validar ou não os embargos infringentes.
Alguns dos condenados que poderão recorrer a esse tipo de embargo são o ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu, apontado como chefe do esquema de pagamento de parlamentares, o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e o empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, condenado como operador do mensalão.
CRONOLOGIA DO CASO
JUNHO DE 2005 Escândalo. Deputado federal Roberto Jefferson, presidente do PTB, diz em entrevista que o PT pagava mesada de R$ 30 mil para que parlamentares votassem a favor do governo Lula na Câmara.
ABRIL DE 2006 Denúncia. O então procurado-geral da República, Antonio Fernando de Souza, apresenta denúncia formal ao Supremo contra 40 pessoas. José Dirceu é chamado de chefe de quadrilha.
AGOSTO DE 2007 Processo. Relator do processo no Supremo, Joaquim Barbosa faz a leitura das acusações contra os 40 suspeitos. STF aceita a denúncia e todos os denunciados se tornam réus.
AGOSTO DE 2012 Julgamento. STF julga 38 réus, pois 1 já havia prestado serviços comunitários e outro, morrido. Após 49 sessões e 4 meses e meio, condena 25, absolve 12 e remete 1 caso à 1.ª instância.
ABRIL DE 2013 Acórdão. Resultado é publicado no Diário de Justiça reafirmando o pagamento de parlamentares no governo Lula a partir de desvio de dinheiro público a mando de Dirceu.



31/7 - O PAPA NO BRASIL




31/7 - "PIMENTA" NOS "MARES" DOS OUTROS É REFRESCO

FONTE:carantabreu@gmail.com


FILMES EM CARTAZ: "O RETORNO DA MÚMIA" e "MESTRE DOS MARES".
 

 
Carlos de Abreu

Aécio quer um mensaleiro candidato do PSDB ao governo de Minas
Afastado da vida pública no escândalo do Mensalão, Pimenta da Veiga volta como coordenador da campanha de Aécio e candidato ao Governo de Minas
Um astuto projeto de engenharia política vem a quase um mês sendo desenvolvido por Aécio Neves e seu grupo de assessores. Ciente da real possibilidade de José Serra vir a ser candidato a presidência da República, Aécio pretende agora evitar que o paulista tenha um palanque em Minas Gerais. 
Aliado histórico e coordenador da campanha de Serra a presidência em 2002, Pimenta da Veiga estaria propenso a deixar o PSDB junto com Serra rumo ao PPS, candidatando-se ao governo de Minas, criando assim um palanque para Serra em Minas Gerais.
Interlocutores e o próprio senador, Aécio Neves, dez anos após tê-lo abandonado agiram rápido, procuraram Pimenta, com a oferta de permanência no PSDB e retorno a Minas para coordenar a pretendida campanha de Aécio a presidência da República no estado, com a promessa de ser o candidato do PSDB ao Governo de Minas.
O senador Aécio Neves, justifica esta opção ao fato de após análise de diversas pesquisas que mostravam a inexistência de um nome capaz de ser colocado para os eleitores mineiros como candidato do PSDB ao Governo de Minas, optou por fazer ressurgir o nome de Pimenta da Veiga. 
Como dito anteriormente, não foram estes os reais motivo da opção de Aécio por Pimenta da Veiga e existem políticos que alegam que o grupo de Aécio esta apenas esperando encerrar o prazo para transferência de partido evitando que Pimenta saia do PSDB, para rebelar-se contra seu nome inviabilizando sua pretensão.
Políticos do próprio PSDB são unânimes em afirmar que diante da onda de moralização da política demonstrada pela população nas últimas manifestações, tiram qualquer possibilidade de sucesso de Pimenta da Veiga em um pleito majoritário devido seu envolvimento no ruidoso caso de corrupção, junto com Marcos Valério no Mensalão.
Investigações da CPI Mista dos Correios, conhecida como Mensalão, revelaram diversas transferências financeiras e uma estreita ligação entre o ex-ministro das Comunicações no governo Fernando Henrique Cardoso, Pimenta da Veiga, e o empresário Marcos Valério de Souza, condenado no Mensalão.
Além destas transferências Pimenta fez um empréstimo no Banco BMG de R$ 152.045,00, onde figura como devedor. Marcos Valério e sua esposa, Renilda Maria Santiago, aparecem como devedores solidários.
O contrato foi firmado em 31 de março de 2004 e tem com garantia uma nota promissória de R$ 195 mil, onde Pimenta é o emitente e Valério e Renilda são avalistas. “Isso é algo novo, demonstra uma relação além da prestação de serviços de advogado que o ex-ministro diz ter feito e que teria garantido o recebimento de R$ 150 mil. Temos que investigar a fundo”, afirmou na época o deputado, hoje ministro da justiça José Eduardo Cardozo (PT-SP).
As assessorias de imprensa do PSDB e do Governo de Minas distribuíram nessa quarta-feira (24) para os diversos veículos da mídia regional e nacional como pauta a adesão de Pimenta da Veiga a campanha de Aécio Neves a presidência e sua candidatura ao governo de Minas Gerais pelo PSDB.

31/7 - A UNIVERSIDADE E A URGÊNCIA BRASILEIRA



A UNIVERSIDADE  E A URGÊNCIA BRASILEIRA   
Cerca de 40 intelectuais e professores universitários reuniram-se em São Paulo nesta 2ª feira, a convite de Carta Maior. Havia um sentimento de urgência no ar. Em pauta, as  possibilidades e os riscos da travessia história vivida pelo país; o papel da universidade e dos intelectuais na encruzilhada de uma Nação que ainda não dispõe de um arsenal de ferramentas democráticas à altura das reformas cobradas pelo seu desenvolvimento. Mas que terá que realiza-las; renunciar seria ceder ao retrocesso. Um consenso do encontro: o torniquete do monopólio da comunicação interdita o debate e veta as soluções requisitadas pelo passo seguinte da nossa história. Leia nesta página o relato de Maria Inês Nassif sobre esse primeiro encontro, que aspira alcançar a abrangência de uma proposta de agenda nacional dos intelectuais e da universidade para impulsionar as reformas que a Nação reclama. A reforma política, por certo. Mas não só. A universidade pode ser uma alavanca, entre outras, para romper a crosta conservadora que represa o futuro brasileiro. O encontro promovido por Carta Maior coincidiu com a divulgação do salto do IDH nos 5.565 municípios do país. De um padrão 'muito baixo', em 1991, evoluiu-se para outro,' alto', em 2010. O período abrange os governos Collor (91/92), Itamar (93/94), FHC (95/02) e Lula (03/10). Mas foi no  ciclo do PT que se deu  o ganho real de 60% do salário mínimo (extensivo à massa dos aposentados), bem como a chegada do Bolsa Família a 12 milhões de lares. Não por acaso, os maiores avanços no indicador do PNUD/ONU, que cruza renda, educação e longevidade, ocorreram no Norte e Nordeste, onde a incidência dessas políticas foi maior. Estamos falando de dinâmicas que fixaram um divisor na luta contra a desigualdade, mas que reclamam agora um novo impulso histórico para avançar. Quem o fará? Um novo impulso envolve novos protagonistas e novos desenhos de políticas públicas para o desenvolvimento. A Universidade terá que rediscutir sua contribuição nesse processo. Uma possibilidade pulsa na matriz  do programa  'Mais Médicos', que guarda potencial  para ser o 'Bolsa Familia' da saúde pública brasileira. A adesão maciça de 3.511 municípios demonstra a pertinência de se buscar um novo escopo de políticas públicas associadas às universidades, que terão que se reformar para exercer esse papel. É esse ambiente de urgências emancipadoras que deveria estar sendo discutido hoje. E não o casulo do interesse corporativo, que se insurge contra elas. A construção dessa agenda de engajamento e desassombro, é justamente o que anima Carta Maior a dar sequência ao encontro desta 2ª feira, estendendo-o a outras capitais do país. (Leia o relato de Maria Inês Nassif e o blog do Emir; nesta pág.)
Carta Maior;4ª feira, 31/07/2013

31/7 - ENTIDADES MÉDICAS???


De: valerio SANTIAGO [mailto:vasaal10@yahoo.com.br]
Enviada em: quarta-feira, 31 de julho de 2013 14:47
Para: beatrice.lista@elo.com.br
Cc: lamartine.serra@uol.com.br; wilsonbello@outlook.com; rebsilva1@bol.com.br
Assunto: Entidades médicas?????

blog do zé
Onde estavam as entidades médicas até agora?
Publicado em 31-Jul-2013
Não saíram às ruas quando a CPMF foi derrubada...
Uma parte dos médicos de 18 Estados e do Distrito Federal interrompeu o atendimento ontem em protesto contra o programa Mais Médicos e os vetos da presidenta Dilma Rousseff ao Ato Médico, que regulamenta o exercício da profissão. Hoje, estão programados atos em 22 Estados, incluindo São Paulo.

Já deixamos claro aqui a importância do Mais Médicos, que vai aumentar o número de profissionais no SUS, além de humanizar sua formação. A insatisfação de parte da classe médica se explica pelo corporativismo, que passa longe dos interesses da população.

Onde estavam essas entidades e médicos grevistas quando a CPMF foi rejeita pela oposição no Senado e quando lutávamos por 10% do Orçamento para a Saúde? Ou quando o SUS era sucateado e terceirizado por governadores? Por que só agora resolvem sair às ruas?

Não saíram às ruas quando, na virada de 2007 para 2008, a CPMF foi derrubada mesmo com toda a receita indo para a saúde, para os Estados e os municípios. E com a redução progressiva da alíquota.

Além disso, a CPMF continuaria como um dos mais eficientes instrumentos de combate à sonegação fiscal já feitos no país. Ela permitia cruzar os dados da movimentação financeira e bancária com a declaração de renda e patrimônio. Esta, aliás, foi a verdadeira causa de a oposição ter ficado contra a CPMF.

E mais: por que se calaram quando o governo FHC privatizou boa parte do atendimento à Saúde, relegando o SUS ao segundo plano? Afinal, lutam pela Saúde ou pela categoria?

31/7 - À época da fraude fiscal, Globo anunciava dificuldades



À época da fraude fiscal, Globo anunciava dificuldades
Posted by eduguim on 31/07/13 • Categorized as Reportagem


Entre 2001 e 2002, a Globo Comunicações e Participações Ltda. (Globopar) operou um esquema financeiro para adquirir os direitos de transmissão da Copa do Mundo de 2002 que terminou sendo considerado fraudulento e criminoso pela Receita Federal, que a autuou.
A Globopar adquiriu uma empresa nas Ilhas Virgens Britânicas que cerca de um ano depois foi dissolvida, e os recursos apurados na operação foram usados pela Holding da família Marinho para pagar por aqueles direitos de transmissão.
A Receita representou com fins penais por aquela operação ter gerado evasão do pagamento do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ), entre imposto principal devido, correção e multa. No total, a autuação somou mais de 600 milhões de reais.
Tudo isso ocorreu em uma época em que as notícias sobre os problemas financeiros das Organizações Globo se espalhavam pela imprensa brasileira e mundial.
Em outubro de 2002, a Globopar, então acionista da operadora de TV a cabo Net – da qual, futuramente, venderia a participação, para o grupo de comunicação mexicano Telmex – anunciou que iria renegociar novos prazos para quitar dívidas geradas por aquela participação societária.
À época, especialistas do mercado consideraram a medida como uma espécie de “concordata branca” da Globo.  O anúncio de suas dificuldades ocorreu no primeiro dia de operações do mercado financeiro após a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência.
Naquele mesmo mês, em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, o ainda presidente do PT, deputado José Dirceu, tratou da situação financeira dos grupos de mídia, incluindo a imprensa escrita.
Naquela entrevista, Dirceu afirmara que, apesar de a situação da imprensa nacional ser “preocupante” e merecer “ser analisada com cautela pelo novo governo” – o qual, pouco depois, passaria a integrar como chefe da Casa Civil -, não se pretendia utilizar recursos do BNDES para prestar socorro nem à Globo nem a outros veículos da mídia eletrônica ou impressa que se endividaram em dólar durante o governo Fernando Henrique Cardoso e que, com a maxidesvalorização do real, haviam ficado em situação econômica “preocupante”.
Eis, assim, a razão pela qual o governo Lula se tornaria “inaceitável” para esses grandes grupos de mídia: por se recusar a ajudar Globo, Folha, Veja, Estadão e companhia limitada a saírem do buraco em que FHC os meteu ao promover, no primeiro mês de seu segundo governo, a desvalorização do real que garantira, durante a campanha eleitoral de 1998, que não faria.
Parece difícil entender por que esses grupos de mídia defendem tanto um político que os meteu em uma fria como a descrita acima – FHC. A explicação é simples: se José Serra tivesse vencido Lula em 2002, o BNDES teria sido muito mais generoso com a Globo.
Isso sem dizer que as manobras do grupo empresarial da família Marinho para sair do buraco – as quais, tudo indica, passaram pela fraude fiscal – não teriam sido coibidas pela Receita, caso o PT não tivesse sido eleito e abandonado os barões da mídia à própria sorte.
Leia, abaixo, matéria de O Globo de 29 de outubro de 2002 sobre as próprias dificuldades financeiras.
—–
“Desvalorização do real faz Globopar reavaliar sua estrutura de capital”
 copyright O Globo
 29/10/02
“A Globo Comunicações e Participações S.A. (Globopar) anunciou ontem que vai reavaliar sua estrutura de capital, devido à desvalorização do real e da deterioração das condições econômicas no Brasil. A Globopar, controlada pela família Marinho, tem participações acionárias nos setores de televisão a cabo e via satélite, programação para TV por assinatura, editora de revistas e livros, gráfica e internet. As operações da TV Globo, da Infoglobo (que edita os jornais GLOBO, Extra’ e Diário de S.Paulo) e do Sistema Globo de Rádio são diretamente controladas pela família e administradas independentemente da Globopar.
Nesse processo de reavaliação, a Globopar e algumas de suas empresas controladas estão procedendo a uma revisão de seus planos de negócios, com ênfase na melhora da geração de caixa. Ao mesmo tempo, a Globopar e algumas de suas empresas controladas, a partir de hoje, reescalonarão o fluxo de pagamentos de suas obrigações financeiras. A Globopar espera dar novas informações sobre o processo nos próximos 90 dias.
A TV Globo é garantidora de parte das dívidas da Globopar, que já começou a conversar com alguns de seus credores. A Globopar contratou a Goldman Sachs & Co. e Houlihan Lokey Howard & Zukin Capital para o processo de reavaliação e atração de investidores. Debevoise & Plimpton e Barbosa, Müssnich e Aragão estarão prestando assessoria jurídica à Globopar. Já o Unibanco vai assessorar a Globopar com relação ao mercado brasileiro.
Membros da família Marinho investiram mais de US$ 170 milhões na empresa e em suas controladas nos últimos seis meses. Apesar do forte apoio financeiro de seus acionistas, a contínua desvalorização do real e a significativa redução de crédito para empresas brasileiras afetaram a dívida que a Globopar tem em dólares. Além disso, o prazo de retorno dos investimentos nos negócios de TV por assinatura se mostrou mais longo do que o esperado.
Apesar dos esforços da empresa e de seus acionistas para gerenciar a dívida da Globopar, por meio de significativos aportes de capital, a deterioração do ambiente macroeconômico evidenciou a necessidade de reavaliar o cronograma de pagamento da dívida da Globopar. Estamos trabalhando para rever nossos planos de negócios e tomar medidas para reduzir custos e aumentar o fluxo de caixa líquido. Esses esforços servirão como base para as conversas que pretendemos ter com os credores, disse Ronnie Moreira, presidente da Globopar.
A TV Globo não deve ser afetada de forma negativa pelo processo de reavaliação da Globopar. Segundo Roberto Irineu Marinho, presidente da TV Globo, a performance da TV Globo continua sólida, apesar das difíceis condições econômicas atuais. A programação da TV Globo permanece com os maiores índices de audiência e a empresa continua revendo suas operações para melhorar sua geração de caixa, mantendo a posição de líder baseada na alta qualidade de suas produções nacionais.

31/7 - Médico bandido tem de ir pra cadeia

FONTE:http://www.ocafezinho.com/2013/07/31/medico-bandido-tem-de-ir-pra-cadeia/

Médico bandido tem de ir pra cadeia

Enviado por  on 31/07/2013 – 11:52 am


Os protestos de rua elevaram as pressões sociais para que o governo ofereça melhores serviços de saúde à população. Maravilha. Só que as mesmas pressões também devem ser levadas ao criminoso corporativismo da classe médica. Muitas vezes o governo põe dinheiro e os médicos não trabalham. Eu mesmo testemunhei isso, em postos da UPA no Rio de Janeiro, quando fui levar parentes durante a madrugada. Todos os médicos dormiam em suas salas. Somente uma enfermeira atendia as pessoas.
Hoje me deparo com a seguinte nota na coluna do Ilimar Franco, publicada hoje (31/07/2013):
Na boca do povo: Um grupo de médicos protestava ontem na frente do Ministério da Saúde contra o programa Mais Médicos, que abre postos de trabalho para médicos estrangeiros. O grito de guerra: “Somos ricos, somos cultos. Fora os imbecis corruptos”.
Sem comentários.
Esta semana, houve grande repercussão de uma reportagem do SBT sobre médicos que batem ponto numa maternidade pública de São Paulo e não trabalham.
A sociedade deve ajudar o poder público a enquadrar esses médicos, cujos crimes de omissão são tão ou mais graves que desvios de verba pública. Os mesmos setores que pedem endurecimento da lei contra os crimes de corrupção devem voltar a sua severidade também para esse tipo de delito, que verdadeiramente hediondo.
As associações médicas devem ter como escopo não apenas elevar o bem estar dos profissionais de medicina, mas também zelar pela ética e pela responsabilidade de seus membros.
Para cúmulo do absurdo, vemos as associações médicas detonando um programa de governo que visa aumentar o número de médicos no Brasil, levando-os para regiões desassistidas. E convocando greves para um setor que, pela natureza de seu serviço, lida com o desespero e a angústia das pessoas. É uma mistura sinistra de covardia, egoísmo e oportunismo.
Qual o sentido em aumentar a pena do prevaricador que desvia dinheiro público e deixar solto o médico bandido que, além de ganhar sem trabalhar, ainda provoca o sofrimento direto da população por deixá-la sem atendimento?
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31/7 - A sonegação da Globo, o Ministério Público e a PEC 37

A sonegação da Globo, o Ministério Público e a PEC 37




Fernando Brito, via Tijolaço
Finalmente o caso de sonegação da Rede Globo chega à tevê, com a exibição da matéria de Luiz Carlos Azenha, com informações de Amaury Ribeiro Jr., na segunda-feira, dia 29, no Jornal da Record.
Embora a maioria dos fatos narrados ali já tivessem sido veiculados na blogosfera, além da importância de o assunto ter, finalmente, chegado ao grande público, duas informações escandalosas acabaram me chamando a atenção. E ambas indicam ter havido um completo desinteresse do Ministério Público em investigar mais profundamente um caso que envolvia nada menos que R$615 milhões.
Primeiro: o fato não foi objeto de inquérito policial, embora isto não seja condição sine qua non para o processo judicial – justamente como a PEC 37 queria abolir –, porque o Ministério Público conduziu a investigação junto à Receita, certamente poderia aprofundar o conhecimento do porquê e do para quem se deu o furto do processo, que continha uma decisão na iminência de ser intimada formalmente.
Isto está meridianamente claro na página 2 da sentença judicial, porque foi objeto de questionamento da própria ladra.
Segundo, o Ministério Público recusou – isso mesmo, recusou – o pedido de perícia nas contas bancárias e nos telefones da condenada, por considerar irrelevantes e apenas destinados a protelar o andamento do processo. Também isso está consignado na página 3 da sentença, que republico abaixo para facilitar a consulta.
Assim, Cristina foi condenada apenas pelos crimes previstos nos artigos 305 e 313-A do Código Penal – supressão de documento público e inserção de dado falso em sistema informatizado público, respectivamente – que dispensam a existência de interesse alheio no ato criminoso e, portanto, dispensariam a investigação sobre a participação de terceiros.
O Ministério Público Federal está desafiado a explicar a conduta de seu representante neste processo que não está – não adianta alegar isso – protegido por nenhum sigilo fiscal ou judicial.
1. Por que não quis a Polícia Federal na investigação?
2. Por que não quis quebrar nem aceitou o pedido da ladra para que se quebrassem seus sigilos fiscal e telefônico?
E agora, o mais grave:
Azenha destaca que a nota oficial da Globo diz que somente no último dia 9 a emissora teve conhecimento do sumiço do processo. É a confissão de que a Globo sequer foi chamada pelo Ministério Público para falar de um processo de seu interesse – e que interesse: R$615 milhões! – que desapareceu em plena Receita, justamente no momento em que seria notificada do débito.
O MP, segundo sua nota, apenas perguntou à funcionária quem havia mandado fazer isso. Como ela não falou, muito bem, “morreu o assunto”.
Perdão, mas não somos idiotas.
Os senhores promotores podem ficar “consternados” de que o público saiba disso. Podem até querer – só querer, porque não tem base legal alguma para fazê-lo – processar quem revela este crime, em lugar de fazê-lo em relação aos que dele se beneficiaram, no mínimo, com prazo extra – afinal, só foram notificados dez (!) meses depois – para contestar seus débitos milionários.
Mas não podem se portar como um ente imperial, que não pode ter seus atos examinados e ponderados pelos cidadãos.
A atuação do MP no caso do surrupio dos documentos da Globo e no julgamento de Cristina Maris Meinick Ribeiro não estão, repito, cobertos por qualquer tipo de sigilo, nem fiscal, nem judicial.
Para assistir aos vídeos do Jornal da Record, clique aqui eaqui.
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31/7 - Desinformação e defesa de interesses privados

FONTE:beatrice.lista@elo.com.br

Desinformação e defesa de interesses privados

Os protestos de médicos contra projeto do governo federal que deve resultar na vinda de médicos estrangeiros para o atendimento em unidades de saúde das periferias das grandes cidades e em municípios distantes dos grandes centros urbanos vem tendo um tratamento parcial da mídia tradicional que ignora completamente qualquer outro tipo de mobilização popular sobre o assunto.
O noticiário é apresentado  na grande mídia de modo a reforçar pautas e demandas que não só não pertencem à maioria da população, mas que interessam diretamente a empresas de medicina privada. 
É inegável a falta de profissionais em diversas unidades públicas de saúde., notadamente as das periferias das grandes cidades e das pequenas localidades do interior. Também é flagrante a falta de estrutura de algumas dessas mesmas unidades. A apresentação dessas situações como contraposições é mais um crime de desinformação cometido pelos grandes veículos de comunicação.
O noticiário se limita a ler comunicados do ministério da saúde em defesa do projeto "Mais Médicos", sem citar, em nenhum momento, que há uma mobilização popular importante em defesa da presença de médicos em localidades remotas. A existência de um abaixo assinado com mais de dois milhões de assinaturas em defesa da contratação de médicos (brasileiros ou estrangeiros) é totalmente ignorada pela grande mídia.
O crime de desinformação, desgraçadamente, não é o único. Ao privilegiar pronunciamentos de médicos e estudantes de medicina, a mídia tradicional elitiza o debate e faz a propaganda aberta de demandas de empresas privadas de medicina de grupo, como a correção da tabela do SUS. Ao destacar as dificuldades em relação a equipamentos médicos, os veículos de comunicação defendem os interesses dos fabricantes desses equipamentos que, a continuar essa tendência, daqui a pouco vão reivindicar a dispensa de licitação para a aquisição de seus produtos pelos poderes públicos.