domingo, 31 de agosto de 2014

31/8 - IMPORTANTE! NÃO ACREDITE NAS PESQUISAS

COLABORAÇÃO DE:prdpaulo@terra.com.br

IMPORTANTE! NÃO ACREDITE NAS PESQUISAS


As pesquisas não refletem a tendência do eleitorado.

Um amigo meu realizou um levantamento por conta própria e concluiu que a próxima Presidente da República vai ser a mãe
dele.
Ele telefonou para 1.253 pessoas entre duas e quatro horas da madrugada e perguntou:

- EM QUEM VOCÊ VAI VOTAR PARA PRESIDENTE?
Todos os entrevistados responderam:

- NA PUTA QUE TE PARIU."


31/8 - DILMA: PROPOSTAS DA BLÁBLÁ SÃO DEMAGÓGICAS

FONTE:http://www.conversaafiada.com.br/politica/2014/08/30/dilma-propostas-da-blabla-sao-demagogicas/

Publicado em 30/08/2014

DILMA: PROPOSTAS DA BLÁBLÁ
SÃO DEMAGÓGICAS

Presidenta detona discurso da Bláblá.
Em visita a Jales, no interior paulista, a Presidenta Dilma Rousseff não poupou críticas às propostas dos adversários na corrida presidencial. “Numa democracia, quem não governa com partidos está flertando com o autoritarismo”, disse a candidata à reeleição neste sábado (30), em referência ao discurso de Marina Silva, do PSB, de que governará “só com os melhores”.

“Sem ajuda do parlamento, nós não tínhamos aprovado a destinação dos royalties para educação e saúde”, completou Dilma para plateia de prefeitos do Estado.

Ao reforçar o papel da Petrobras no desenvolvimento do país, a Presidenta reprovou os planos dos concorrentes para a empresa. “Tem candidato querendo acabar com a possibilidade de transformar petróleo em educação, que quer diminuir o papel da Petrobras. Quanto significa dos royalties do petróleo para educação e saúde? Mais de R$ 1 trilhão”, lembrou.

Sem citá-lo, Dilma comentou o programa de governo de Marina Silva, que defende mudança na política de crédito. “Querem acabar com o subsídio. O subsídio ajuda as pessoas a comprarem um casa. Não só a Petrobras vai perder importância, como colocaram na pauta a restrição ao BNDES, a Caixa e ao Banco Central”, esclareceu, para continuar: “Se diminuir o crédito do banco público, acaba o Minha Casa Minha Vida. “Então, vocês começam a ver a gravidade das propostas que estão aí. O mais grave é que não vai ter Plano Safra para o agronegócio e nem pra agricultura familiar”.

A Presidenta prosseguiu: “Sem subsídio do governo federal não tem nenhum investimento no desenvolvimento do Brasil”, discursou. “Sabe o que significa essas propostas obscurantistas, aparentemente avançadas? São demagógicas”. E finalizou: “Não há financiamento no Brasil acima de 10 anos sem o governo federal subsidiar. Estou afirmando isso e gostaria que alguém me desmentisse”.


Alisson Matos, editor do Conversa Afiada


31/8 - JANIO E A PETROBRAX.

FONTE:http://www.conversaafiada.com.br/economia/2014/08/31/janio-e-a-petrobrax-blabla-arrocho/


Publicado em 31/08/2014

JANIO E A PETROBRAX.
BLÁBLÁ = ARROCHO

Ir para a porta da Petrobras denunciar os entreguistas e mostrar no horário eleitoral !
Na Fel-lha (*) deste domingo (31), Janio de Freitas presta relevante serviço ao debate eleitoral.

Demonstra de forma inequívoca que as propostas de Arrocho Neves e da Bláblárina para a Petrobras e o pré-sal são a mesma: destruir a Petrobras e entrega-la e o pré-sal aos estrangeiros.

No fundo, Arrocho quer mudar o regime de partilha para o de concessão, o que equivale a fazer o que o Padim Pade Cerra prometeu na eleição de 2010: dar o pré-sal à Chevron.

E quando a Bláblárina diz que vai “tirar a prioridade do pré-sal”, porque tem pavor de petróleo, é bazófia.

O que ela quer mesmo é sufocar a Petrobras e soltar as amarras dos estrangeiros – da Chevron – no pré-sal.

“Sufocar” a Petrobras, aliás, foi o que FHC fez em oito anos de Governo (sic).

Só não conseguiu fatiá-la completamente para vender mais barato.

Como disse o ansioso blogueiro, essa eleição é sobre a Petrobras.

A tarefa dos tucanos e marineiros socialistas – Malafaia e Caetano, que entraram recentemente na Big House pela porta dos fundos – é voltar a desconstruir a Petrobras.

Fernando Henrique começou o trabalho, quando ainda candidato, e prometeu a Michel Camdessus, diretor-gerente do FMI, uma “privatização forte”, a começar pela Petrobras.

O ansioso blogueiro é testemunha disso.

Presidente, com as bençãos do FMI, foi o que FHC fez.

Vendeu pedaço da Petrobras a preço de Vale na Bolsa de Nova York.

E de pires na mão foi ao FMI três vezes. (Clique aqui para ler sobre “os idiotas do tripé”.)

Lula, Gabrielli, Haroldo Lima, Dilma e Graça retomaram a Petrobras para seu legítimo dono, o povo brasileiro, quando se descobriu o pré-sal e instituiu o regime de partilha.

A tarefa da oposição, agora, é desconstruir essa obra magistral.

Essa a sua principal tarefa, como foi a de Assis Chateaubriand.

Fazer o que o Peña Nieto acaba de fazer no México.

Desconstruiu a obra revolucionária da Pemex para entregar o Golfo do México às Chevron da vida.

O PRI lá voltou ao poder.

Aqui, voltará, com a Bláblá ou com o Arrocho.

Janio conta episódio marcante, extraído do excelente “Agosto-1954”, da trilogia “A Era Vargas”, em edição agora enriquecida pelo (excelente) jornalista – não-udenista -, José Augusto Ribeiro.

Chateaubriand entregou a TV Tupi a Carlos Lacerda, assim como, hoje, a Globo serve aos mais despudorados interesses da Big House – e dos americanos -, através de seus múltiplos “colonistas”(**).

(Janio, óbvio, não usa essa linguagem despudorada.)

O general Mozart Dornelles, da Casa Civil da Presidência (pai do senador Dornelles, pelo Rio), foi a Chateaubriand.

Chateaubriand disse que, se Vargas desistisse da Petrobras, Vargas indicaria quem iria para o lugar de Lacerda no programa …

Dá pra entender, ou é preciso desenhar ?

Clique aqui para ler “Fazer política + Lula. Números não bastam !”.

Em tempo: se a Dilma se concentrar no tema do “entreguismo” e na defesa da Petrobras, convocar o Lula e os petroleiros para um comício na porta da Petrobras para defendê-la dos agentes do Imperialismo Yankee e meter o no horário eleitoral, vai ser interessante assistir à desconstrução da bolha criada pelo casamento do PiG (***) com SEUS (de sua propriedade) instrumentos de “pesquisa” eleitoral.

Em tempo: em quem votam os “donos” da Datafalha e do Globope ? E os funcionários que saem a campo para fazer as “pesquisas” conhecem suas preferências … eleitorais ?


Paulo Henrique Amorim


(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a  Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

(**) Não tem nada a ver com cólon. São os colonistas do PiG que combatem na milícia para derrubar o presidente Lula. E assim se comportarão sempre que um presidente no Brasil, no mundo e na Galáxia tiver origem no trabalho e, não, no capital. O Mino Carta costuma dizer que o Brasil é o único lugar do mundo em que jornalista chama patrão de colega. É esse pessoal aí.

(***) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

31/8 - MARINA VAI FECHAR O PRÉ-SAL

FONTE:http://www.conversaafiada.com.br/politica/2014/08/29/blabla-tira-a-mascara-vai-fechar-o-pre-sal/#.VACa6G4uCSY.twitter


Publicado em 29/08/2014

BLÁBLÁ TIRA A MÁSCARA.
VAI FECHAR O PRÉ-SAL !

Política externa é a do FHC/Cerra: fecha o Mercosul e tira o sapato !
Estava demorando.

Bláblárina da Silva abriu o jogo.

Segundo o Globo, com manchete em forma de epifania, “Programa de Marina deve tirar prioridade do pré-sal”.

“Candidata se encontra com usineiros e promete investir em etanol” – quá, quá, quá !

“O programa vai propor ainda a redução gradativa do uso de termoelétricas para priorizar as energias eólica e solar”.

E do cuspe.

Daqui a pouco, em nome da copula dos bagres – como já tentou – ela dinamita Santo Antonio, Jirau e Belo Monte !

Ou seja, amigo navegante, vem aí um apagão de bom tamanho !

Na política externa, ela vai fazer o que os Estados Unidos querem, e o Lula e a Dilma não deixaram.

Vai fechar o Mercosul – como prometeu o Cerra em 2002 – e realizar “acordos comerciais bilaterais”, como querem os Estados Unidos, que, dessa forma, já engoliram a autonomia do México, Colômbia e Chile.

Por extensão, vai renunciar à África e à China, para aderir ao Pacto do Pacífico, do Obama ( e do FHC).

Claro, ela vai manter o tripé econômico – clique aqui para ler sobre os idiotas do tripé.

​Amigo navegante, ela vai entregar a rapadura.

É a falsa “terceira via”.

Ela é a segunda via na veia.

Entreguismo em estado bruto !​

​Nem o Dudu Campriles chegou a entregar a Petrobras, com tanta clareza, quanto ela, agora diante dos usineiros, essa gloriosa expressão da “nova política” – são eles, usineiros do etanol paulista que vão a Nova York receber o título de “Homem do Ano” para espinafrar o Brasil e a Dilma diante dos americanos.

O Arrocho prometeu, logo no primeiro pronunciamento de candidato, rever o sistema de “partilha” da Petrobras, que a Dilma e o Lula conseguiram a ferro e fogo.

Arrocho, Cerra e FHC – e o Globo do Adriano Pires – querem o sistema de concessão, o que é uma maneira de realizar o sonho de consumo do Cerra – vender o pré-sal pelo preço da Vale à Chevron.

Eles querem o sistema de concessão, que consistia no regime da Petrobrax, e conceder …

Dudu quase chegou lá.

Bláblá vai chegar, a seu tempo.

Bláblá vai mais longe.

Antes, vai encher os campos do pré-sal de sal.

E fechar os poços.

Não é à toa que um de seus “cérebros” combateu as viagens aéreas, porque furam a cama de ozônio com o uso de gasolina.

(Foi ele também quem prometeu dizimar os rebanhos bovinos, porque a flatulência do gado produz gás que fura a camada de ozônio.)

Um dia, o ansioso blogueiro perguntou ao notável historiador americano Arthur M. Schlesinger Jr o que aconteceria se Truman se recusasse a jogar a bomba atômica em Hiroshima.

Seria deposto, ele respondeu.

Mas, como ?

Sim, com a progressão das baixas americanas no Pacífico e com a posse de um novo artefato, ele não poderia se recusar. O Congresso – ou as Forças Armadas – o deporia.

Detonar o pré-sal, que fará do Brasil o quinto maior produtor de petróleo do mundo – e renunciar a 75% dos royalties para a Educação e 25%  para a Saúde -, isso é o convite para um impeachment !

Com menos de sete meses de Governo.

Ora, dirão, “ela não sabe o que diz, dá bom dia a cavalo”.

Não !

Marina Silva é uma ameaça à soberania nacional !

Vai vender o Brasil ao Greenpeace.


Paulo Henrique Amorim

31/8 - IMPOSSÍVEL NÃO LER

FONTE:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/

domingo, 31 de agosto de 2014

Marina, mente. O Globo, desmente: Marina e ONU; Mentira!


O site de campanha da candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, informa que:

"Desde março de 2011, a ex-senadora é a única representante da América Latina no Millennium Development Goals (MDG) Advocacy Group"

Segundo o site da Millenium Developmente Goals (MDG) Advocavy Group, que monitora a busca pelas Metas do Milênio, a candidata não é a única representante da América Latina.

O ex-ministro da Saúde do México Julio Frenk também é uma das "eminências" que atuam na organização.
Está aqui no Globo

domingo, 31 de agosto de 2014

Até a Folha desconfia que Marina vive de mesada do Itaú, Natura e outros magnatas.



O jornalão Folha de São Paulo fez uma matéria sobre como Marina Silva sobrevive, já que desde 2011 ela não tem mais o salário de Senadora e não ocupa nenhum cargo nem tem nenhum emprego.

Desde 2011, Marina abriu uma empresa para fazer palestras e, segundo a Folha, faturou R$ 1,6 milhão até maio desde ano, quando fez a última. A candidata disse ao jornal que ela assinou 65 contratos e fez 72 palestras remuneradas, mas se recusa a dizer quem a contratou, alegando "confidencialidade".

Curioso este conceito de confidencialidade de Marina. Não dizer quanto cobra por palestra é compreensível, pois normalmente as negociações são diferentes conforme o perfil do contratante e do evento. Mas se negar a dizer quem já a contratou é falta de transparência. Nem faz muito sentido se as palestras tiverem acontecido de verdade, pois não haveria segredo tendo uma platéia inteira como testemunha em um evento de divulgação pública.

Ela deu palestras em empresas de agrotóxicos? Tem vergonha de falar que deu palestras no Itaú? No Citibank? Na Bandeirantes Pneus? Em alguma empresa envolvida em escândalos? Afinal o que ela tem a esconder do eleitor?

Sala fechada e doações de Neca Setúbal do Itaú.

Segundo a Folha, a sede da empresa de palestras estava fechada na sexta-feira. Fica em uma sala ao lado de outras cinco do Instituto Marina Silva em Brasília. O Instituto estava aberto e se mantém com doações. Entre os principais doadores está Neca Setúbal, acionista do Itaú e irmã do presidente do banco, que coordena o programa de governo de Marina.

Segundo a Folha, o Instituto criado também em 2011 tem a função de desenvolver projetos da área ambiental, digitalizar o acervo de Marina Silva e intermediar palestras gratuitas.

Mas não tem site do Instituto na internet, pelo menos que se possa localizar nos mecanismos de busca. A página do Facebook em nome da entidade, se for oficial, está apenas reservada, vazia. Isso demonstra baixa atividade nos fins que se propõe, parecendo funcionar mais como suporte à carreira política da candidata.

Falta de ética na política é usar o passado em movimentos sociais para sair candidata dos banqueiros.

As atividades privadas empresariais e no Instituto de Marina, enquanto privadas e se estiverem dentro da lei, não seria problema público.

Mas vira problema público sim, quando ela sai candidata a presidenta da República com apoio do mesmo grupo de magnatas que parecem fazer uma ação entre amigos para sustentar financeiramente Marina desde 2011.

Esse grupo constitui praticamente um partido político informal e oculto de banqueiros e empresários que está usando Marina Silva para chegarem ao poder. Dão a ela o poder simbólico e ficam com o poder de fato para si, com as chaves do cofre da nação, controlando a equipe econômica, inclusive criando leis para impedir ingerência governamental no Banco Central.

Eu pergunto: É ético Marina Silva se apresentar com a imagem de sua história de vida do passado, e esconder do eleitor os reais compromissos do presente com banqueiros?

O engodo da "nova política"

Cruzem os dados e verão que os mesmos que financiam Marina, são os mesmos que financiam as bancadas mais atrasadas, retrógradas, fisiológicas e corruptas no Congresso Nacional.

O plano perfeito é esse: Marina serve para tirar Dilma do cargo, para governar de rabo preso com os banqueiros, e mesmo se quiser se rebelar em algum tema contra os banqueiros, o Congresso Nacional não deixará.

Logo é piada falar em "nova política" com Marina ao lado de banqueiros e reacionários que financiam bancadas da velha política. É a turma que faz oposição às conquistas trabalhistas, populares e de distribuição de renda.

domingo, 31 de agosto de 2014

Programa do governo de Aécio para jovens é investigado por dano aos cofres públicos e enriquecimento ilícito


Um  dos programas do governo de Aécio Neves em Minas Gerais – e bandeira de sua campanha eleitoral à presidência – está sendo investigado pelo Ministério Público Estadual desde 2009, por possível dano aos cofres públicos e enriquecimento ilícito em um convênio. .

Criado em 2007, durante o segundo mandado de Aécio, o Poupança Jovem destina R$ 3 mil a estudantes da rede pública caso cumpram requisitos como frequência em sala de aula e participação em atividades extracurriculares no final do ensino médio.

O alvo da investigação é a contratação sem licitação do Inced (Instituto de Cooperação e Educação ao Desenvolvimento), que não participa mais do projeto desde 2010, e coordenava o programa nas quatro cidades onde o “Poupança Jovem” atinge (apenas 1% dos 853 municípios mineiros). O Inced também teria subcontratado empresas que forneciam serviços como aulas, transporte e alimentação.

Outro problema é a possível licitação dirigida, pois uma empresa que apresentou melhor preço não foi escolhida no processo.

Aécio Neves prometeu, se eleito, ampliar o programa em todo o país. A investigação ainda não teve conclusões. O Inced nega irregularidades. O governo de Minas Gerais afirmou não ter conhecimento da investigação. O candidato tucano não se manifestou, dizendo que se trata de um assunto do estado. A notícia completa você lê na Folha

domingo, 31 de agosto de 2014

Otimismo com economia volta a crescer


O otimismo do eleitorado com a inflação e o desemprego voltou a avançar na nova pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (29).

Com isso, o Índice Datafolha de Confiança (IDC), que reúne vários indicadores macroeconômicos, subiu para 125 pontos, alcançando a melhor marca do ano (alta de 16 pontos sobre julho).

Após uma sinalização de melhoria, a taxa de eleitores que avaliam o governo como bom ou ótimo recuou de 38% para 35%. Os que julgam a gestão como ruim ou péssima foram de 23% para 26%.

A margem de erro do levantamento, feito na quinta (28) e nesta sexta, é de dois pontos para mais ou para menos.

A expectativa do aumento dos preços caiu dez pontos desde julho. Há duas semanas, 52% dos eleitores acreditavam na alta da inflação. Agora, são 48%, o melhor índice desde junho de 2013.

O percentual dos que acreditam em inflação menor nos próximos meses dobrou, de 8% (em julho) para 16%.

O otimismo com o desemprego também segue melhorando. A taxa dos que acreditam que ele irá aumentar nos próximos meses vem diminuindo. Os 42% em julho recuaram para 38%, há duas semanas, e 36% agora –melhor taxa desde junho de 2013.

O Datafolha também consultou a confiança dos eleitores em sua ocupação. Uma maioria de 69% acredita que não corre risco de ser demitido ou de ficar sem trabalho.

Já a expectativa de melhora da situação econômica do entrevistado voltou ao patamar do início de julho, 48%. Mas a percepção em relação ao aumento do poder de compra apenas oscilou de 31% (há duas semanas) para 32%.

Em relação à situação econômica geral do país, o otimismo foi maior. Entre julho e o fim de agosto, aumentou de 25% para 35% o total de eleitores que acreditam em uma melhora. Da Folha

domingo, 31 de agosto de 2014

Janio de Freitas: Reduzir o pré-sal e atingir a Petrobras no coração



O catatau dado como programa de governo de Marina Silva e do PSB, mas que contraria tudo o que PSB defendeu até hoje, leva a uma originalidade mais do que eleitoral: na disputa pela Presidência, ou há duas Marinas Silvas ou há dois Aécios Neves. As propostas definidoras dos respectivos governos não têm diferença, dando aos dois uma só identidade. O que exigiu dos dois candidatos iguais movimentos: contra as posições refletidas nas críticas anteriores de Marina e contra a representação do avô Tancredo Neves invocada por Aécio.

Ao justificar sua proposta para a Petrobras, assunto da moda, diz Marina: "Temos que sair da Idade do Petróleo. Não é por faltar petróleo, é porque já estamos encontrando outras fontes de energia". Por isso, o programa de Marina informa que, se eleita, ela fará reduzir a exploração de petróleo do pré-sal.

Reduzir o pré-sal e atingir a Petrobras no coração são a mesma coisa. Sustar o retorno do investimento astronômico feito no pré-sal já seria destrutivo. Há mais, porém. Concessões e contratos impedem a interferência na produção das empresas estrangeiras no pré-sal. Logo, a tal redução recairia toda na Petrobras, com efeito devastador sobre ela e em benefício para as estrangeiras.

Marina Silva demonstra ignorar o que é a Idade do Petróleo, que lhe parece restringir-se à energia. Hoje o petróleo está, e estará cada vez mais, por muito tempo, na liderança das matérias-primas mais usadas no mundo. Os seus derivados estão na indústria dos plásticos que nos inundam a vida, na produção química que vai das tintas aos alimentos (pelos fertilizantes), na indústria farmacêutica e na de cosméticos, na pavimentação, nos tecidos, enfim, parte do homem atual é de petróleo. Apesar de Marina da Silva. Cuja proposta para o petróleo significaria, em última instância, a carência e importação do que o Brasil possui.

A Petrobras é o tema predileto de Aécio Neves nos últimos meses. Não em ataque a possíveis atos e autores de corrupção na empresa, mas à empresa, sem diferenciação. Que seja por distraída simplificação, vá lá. Mas, além do que está implícito na candidatura pelo PSDB, Aécio Neves tem como ideólogo, já anunciado para principal figura do eventual ministerial, Armínio Fraga - consagrado como especialista em aplicações financeiras, privatista absoluto e presidente do Banco Central no governo Fernando Henrique, ou seja, quando da pretensão de privatizar a Petrobras.

A propósito, no debate pela TV Bandeirantes, Dilma Rousseff citou a tentativa de mudança do nome Petrobras para Petrobrax, no governo Fernando Henrique, e atribuiu-a à conveniência de pronúncia no exterior. Assim foi, de fato, a ridícula explicação dada por Philipe Reichstuhl, então presidente da empresa. Mas quem pronuncia o S até no nome do país, com States, não teme o S de Petrobras. A mudança era uma providência preparatória. Destinava-se a retirar antes de tudo, por seu potencial gerador de reações à desnacionalização, a carga sentimental ou cívica assinalada no sufixo "bras".

Ainda a propósito de Petrobras, e oportuno também pelo agosto de Getúlio, no vol. "Agosto - 1954" da trilogia "A Era Vargas", em edição agora enriquecida pelo jornalista José Augusto Ribeiro, está um episódio tão singelo quanto sugestivo. Incomodado com o uso feroz da TV Tupi por Carlos Lacerda, o general Mozart Dornelles, da Casa Civil da Presidência, foi conversar a respeito com Assis Chateaubriand, dono da emissora. Resposta ouvida pelo general (pai do hoje senador e candidato a vice no Rio, Francisco Dornelles): se Getúlio desistisse da Petrobras, em criação na época, o uso das tevês passaria de Lacerda para quem o presidente indicasse. De lá para cá, os diálogos em torno da Petrobras mudaram; sua finalidade, nem tanto.

De volta aos projetos de governo, Marina e Aécio desejam uma posição brasileira que, por si só, expressa toda uma política exterior. Pretendem o esvaziamento do empenho na consolidação do Mercosul, passando à prática de acordos bilaterais. Como os Estados Unidos há anos pressionam para que seja a política geral da América do Sul e, em especial, a do Brasil.

Em política interna, tudo se define, igualmente para ambos, em dois segmentos que condicionam toda a administração federal e seus efeitos na sociedade. Um, é o Banco Central dito independente; outro, é a prioridade absoluta à inflação mínima (com essa intenção, mas sem o êxito desejado, Armínio Fraga chegou a elevar os juros a 45% em 1999) e contenção de gastos para obter o chamado superavit primário elevado. É prioridade já conhecida no Brasil.

Pelo visto, Marina e Aécio disputam para ver quem dos dois, se eleito, fará o que o derrotado deseja.
Artigo de Janio de Freitas, colunista da Folha

domingo, 31 de agosto de 2014

Caravanas Dilma de Novo neste domingo. Participe em sua cidade. #CaravanasDilmaDeNovo


No domingo (31), o Brasil inteiro está se movimentando para apoiar a reeleição de Dilma Rousseff nas Caravanas com Dilma De Novo.

O foco, dessa vez, são as cidades brasileiras com até 30 mil eleitores. Dilma fez muito pelas cidades pequenas e vai fazer ainda mais. Num governo de todos e para todos, o papel de cada um é ressaltado também fora dos grandes centros urbanos. Veja aqui as cidades e hora dos eventos.

sábado, 30 de agosto de 2014

Marina pede que eleitores saiam de coque e internauta protesta contra despolitização: “Cadê as propostas?”



Política do coque
  O marketing de Marina exagerou na despolitização nas redes sociais. A campanha pediu, no Facebook, que os eleitores publiquem fotos com o cabelo preso em coque para demonstrar apoio à candidata.

E o resto? “O penteado usado por Marina é o look preferido de muita gente”, diz a publicação do comitê. Alguns eleitores reclamaram. “Cadê as propostas?”, questionou a goiana Sara Andrade. A reclamação foi apoiada por outros 200 internautas.(Da coluna Painel da Folha)

sábado, 30 de agosto de 2014

Após receber ultimato do Malafaia, Marina trai a confiança dos gays e volta atrás


Malafaia, postou em sua conta do Twitter:


Em seguida, o jornal Folha de São Paulo publicou:
 Malafaia mandou, Marina  obedeceu.Marina retirou do programa de governo apoio a aprovação do projeto do casamento civil gay. 
 Essa senhora pode ser presidente?. Só lembrando, ontem, Marina mudou também  seu programa de governo sobre energia nuclear. Hoje,  mudou tudo que ela dizia sobre políticas sociais para a comunidade  LGBT. Aqui, o Globo falava das propostas
 Imediatamente, Marina $ilva, obedeceu Malafaia

 Leia a matéria completa da Folha

Campanha de Marina elimina trechos de capítulo 'LGBT' do programa. Ou seja, Marina recua na defesa do PLC122 ,do casamento e adoção por gays,

A coordenação de campanha da candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, alterou neste sábado (30) a redação do programa de governo em capítulo com propostas para a comunidade LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transgêneros e transexuais).

Foram eliminados trechos em que a presidenciável se comprometia, se eleita, com a aprovação da lei de identidade de gênero –que permite alteração de nome e sexo na documentação– e em articular no Congresso a aprovação de lei que criminaliza a homofobia. Foi excluída parte que previa a distribuição de material didático "destinado a a conscientizar sobre a diversidade de orientação sexual e às novas formas de família".

A introdução do capítulo também foi modificada. Inicialmente, dizia que vivemos em "uma sociedade sexista, heteronormativa e excludente em relação às diferenças" e que "os direitos humanos e a dignidade das pessoas são constantemente violados e guiados, sobretudo, pela cultura hegemônica de grupos majoritários (brancos, homens etc)".

Também afirmava que "precisamos superar o fundamentalismo incrustado no Legislativo e nos diversos aparelhos estatais, que condenam o processo de reconhecimento dos direitos LGBT e interferem nele".

Agora diz que "vivemos em uma sociedade que tem muita dificuldade de lidar com as diferenças de visão de mundo, de forma de viver e de escolhas feitas em cada área da vida" e que "a democracia só avança se superar a forma tradicional de supremacia da maioria sobre a minoria e passar a buscar que todos tenham formas dignas de se expressar e ter atendidos seus interesses".

A coordenação ainda afirma que o programa anterior é um "contratempo indesejável" com "alguns equívocos" e que o novo é o "correto". "Permanece irretocável o compromisso irrestrito com a defesa dos direitos civis dos grupos LGBT e com a promoção de ações que eduquem a população para o convívio respeitoso com a diferença e a capacidade de reconhecer os direitos civis de todos", diz o comunicado. Segundo a coligação, "as verdadeiras ideias defendidas" pelos partidos serão impressos em novos exemplares do programa a partir deste sábado.

A primeira versão do programa chegou a surpreender setores ligados à militância LGBT. Marina é evangélica, devota da Assembleia de Deus e disse, em 2010, ser pessoalmente "não favorável" ao casamento gay, embora afirmasse que as pessoas "tinham o direito de defender essas bandeiras".

ALTERAÇÕES

O plano divulgado nesta sexta (29) afirmava que o governo pessebista apoiaria propostas em defesa do casamento civil igualitário, com o objetivo de "aprovar projetos de lei e da emenda constitucional em tramitação que garantem o direito ao casamento igualitário na Constituição e no Código Civil".

O trecho foi substituído por uma redação que diz que a presidenciável pretende "garantir os direitos oriundos da união civil entre pessoas do mesmo sexo".

No primeiro texto apresentado, a campanha também divulgou que pretendia "articular no Legislativo a votação da PLC 122/06, que equipara a discriminação baseada na orientação sexual" às leis existentes para quem discrimina "em razão da cor, etnia, nacionalidade e religião". O tópico foi excluído.

Antes, o programa dizia que um eventual governo daria "efetividade ao Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos LGBT". Agora afirma que irá "considerar as proposições" do plano para a "elaboração de políticas públicas específicas para populações LGBT".

Outra diferença está no item que propunha "eliminar obstáculos na adoção de criança por casais homoafetivos". No novo capítulo, foi retificado que "como nos processos de adoção interessa o bem-estar da criança que será adotada", o governo de Marina daria "tratamento igual aos casais adotantes, com todas as exigências e cuidados iguais para ambas as modalidades de união, homo ou heterossexual".

Foi eliminada parte que dizia que a candidata iria "manter e ampliar serviços existentes" em ofertas de tratamentos e serviços de saúde para demandas da população LGBT. A redação que diz que ela pretende "garantir e ampliar" essa oferta foi mantida.

Depois de ler.... Malafaia voltou:  Marina obedeceu, mas ele ainda achou pouco.
E o Malafaia, depois do ultimato, achou insuficientes as alterações da Marina, retirando os direitos LGBT do programa

sábado, 30 de agosto de 2014

Programa de Marina não fala em combater inflação. Afirma que vai deixar dentro da meta



A partir do momento que a candidata do Itaú mostrou seu programa de governo, a imprensa, que até então vinha inflando marina, descobriu que a vida, em um governo Marina/Itaú, poderá não ser um mar de rosas como eles prometem.

A Folha de São Paulo, junto com o Globo,abandonaram Aécio e passaram a ser  os maiores cabos eleitoral de Marina, começam hoje mostrando que, há sérias contradições no que Neca e Marina dizem.. Em momento algum Marina diz que vai acabar com a inflação. Ela diz que vai deixar dentro da meta. Mas, com Dilma, já está dentro da meta!

 Documento apresentado ontem por candidata do PSB não se compromete em reduzir índice para 3% até fim do mandato

A candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, abandonou uma das principais promessas de campanha de Eduardo Campos na área econômica ao não se comprometer com a redução da meta de inflação em seu programa de governo, lançado nesta sexta-feira (29).

O documento de 242 páginas trata da recuperação do tripé macroeconômico com metas de inflação críveis e respeitadas -- Cópia fiel do governo de Fernando Henrique Cardoso-- Propõe ainda criar um cronograma de convergência de inflação para o centro da meta atual .

O texto, porém, não apresenta os valores defendidos por Campos, que era o candidato da chapa até morrer em acidente no dia 13. O ex-governador de Pernambuco se comprometia com a meta de 4,5% em 2015 e com sua redução a 3% para 2019, ao final do eventual mandato.

Ao ser perguntada sobre a ausência dos números, Marina passou a palavra para Maurício Rands, coordenador do programa de governo ao lado de Neca Setúbal.  Se o leitor notar, Marina nada entende de economia.

Inflação, aliás, é um dos temas no qual Marina se esquivou de promessas feitas pelo ex-cabeça de chapa, Eduardo Campos. Ele havia se comprometido em manter a meta de inflação em 4,5% em 2015; em 4% nos dois anos seguintes, e 3% no último ano de mandato. Marina se prometeu apenas a "trabalhar com metas de inflação críveis e respeitadas". De modo vago, afirmou que trabalhará para a "convergência da inflação para o centro da meta atual", que é de 4,5%.

Na área econômica, disse que tem "uma equipe de nomes altamente relevantes, representados pelo Eduardo Gianetti". Mas se recusou a nomear quem seria seu ministro da economia.

Polêmico, o programa ainda traz necessidade de investimento em energia nuclear

Legislando em causa própria

Marina, criou lei para ela. Estava pensando em quando criar a Rede/Itaú

O programa prevê o que se chama de um novo significado da política. A proposta prevê  mandato de cinco anos para presidente da República. Além disso, propõe que os candidatos mais votados sejam, de fato, eleitos. 

Na prática, isso modifica o atual sistema proporcional de votos. 

Além disso, defende as candidaturas avulsas de partidos, e ainda a redistribuição do tempo de propaganda eleitoral, o que daria mais espaço a pequenos partidos. Há a defesa de plebiscitos e referendos populares, sem explicar como isso seria feito. No campo político, o programa quer ainda mais transparência nas doações de campanha.


TARIFAÇO

 "Corrigir os preços administrados que foram represados pelo governo atual". Essa é uma das propostas da candidata à Presidência Marina Silva (PSB), líder nas pesquisas eleitorais ao lado da presidente Dilma (PT), que consta do seu programa de governo, apresentado ontem, em evento que reuniu a cúpula dos partidos da coligação Unidos pelo Brasil. Na prática, a promessa se traduzirá em aumento nos preços da gasolina e da energia elétrica, hoje controlados pelo governo. Marina, no entanto, não disse como e quando esses reajustes aconteceriam.

ENERGIA

O programa de Marina fala em realinhamento da política energética para priorizar fontes renováveis e sustentáveis , e praticamente não faz menção ao petróleo.

Não podemos nos acomodar como aconteceu com o atual governo, em que a descoberta do pré-sal nos levou a negligenciar grande contribuição que o Brasil estava dando para redução de emissão de CO², que era o álcool, e que agora vive situação dramática de crise , disse.

Pouco depois, em Salvador, a presidente Dilma Rousseff reagiu ao ser questionada sobre o tema e disse que reduzir o papel do pré-sal na política energética representa retrocesso e uma visão obscurantista . Já o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência) disse que o documento é uma cópia do programa do PSDB e representa volta à era FHC .

sábado, 30 de agosto de 2014

Programa de Marina tem pegadinha para acabar com regra de aumento do Salário Mínimo.


Programa de governo de Marina Silva, coordenado por banqueira, e ainda mais do banco Itaú, só podia dar nisso.

Lá na página 45 (figura abaixo), está escrito que para manter baixa a inflação, uma das coisas a fazer é "Reduzir o nível de indexação da economia".

Desde o governo Lula, em acordo com as centrais sindicais, foi construída uma política de recuperação do valor do Salário Mínimo, com a regra de reajustar com o crescimento do PIB de dois anos atras mais a taxa de inflação do ano anterior. Dilma manteve essa regra e vai continuar mantendo no segundo mandato.

Essa política é criticada pelos economistas demotucanos, tanto os que assessoram Marina como Aécio. Consideram uma indexação por estar atrelado a índices de inflação e de crescimento.

Ao propor essa desindexação, a regra de aumento real do salário mínimo entra na linha de tiro da equipe econômica de Marina.

Na página 53 há uma única e vaga menção a "valorizar o salário mínimo", sem dizer como, e sem mencionar nada sobre a regra atual, nem propor nenhuma outra regra diferente. Ou seja, não tem compromisso nenhum de manter a regra atual.

sábado, 30 de agosto de 2014

Programa de governo de Marina detona economia do Rio e Espírito Santo. Aliás detona todo o Brasil.


O programa de governo de Marina Silva (PSB), ao querer ligar a marcha-a-ré na exploração do petróleo do pré-sal, detona a economia dos estados do Rio de Janeiro, do Espírito Santo, fortemente impulsionadas por este setor econômico.

Afeta também São Paulo, que tem campos do pré-sal descobertos em sua costa. Aliás afeta o Brasil inteiro, com estados e municípios recebendo menos royalties, estaleiros com menos encomendas, etc.

Leia também:
Marina já é manipulada pelo capital estrangeiro para entregar o pré-sal.

sábado, 30 de agosto de 2014

Itaú sobe no salto alto com Datafolha. Vamos reclamar ou reagir?


Não confio nem um pouco nas pesquisas do Datafolha e do Ibope. Só a pesquisa de boca de urna é que eu acredito que os números são mais exatos.

Mas mesmo assim não é bom brincar. O Datafolha divulgado na sexta-feira deu Marina Silva empatada com Dilma no primeiro turno com 34%, Aécio bem atrás com 15%. Na simulação de segundo turno, o Datafolha diz que Marina teria 50% e Dilma 40%.

Mesmo que os números da pesquisa estejam malhados, não há mais dúvida de que Marina tornou-se candidata forte com chances reais de vencer se ela correr solta, se deixar ela jogando sozinha (com o banco Itaú), gostando do jogo. Se deixar rolar, aí é perigoso dela acabar ganhando mesmo.

Dilma já começou a reagir, não atacando pessoalmente Marina porque isso o eleitor não gosta, mas criticando as propostas de Marina que são ruins e nocivas à nação, fazendo o bom debate.

Nós que somos ativistas e não queremos que o Brasil retroceda ao atraso também precisamos fazer o mesmo.

Não me importaria tanto se a alternativa fosse alguém que também governasse com real compromisso que Dilma tem de continuar erradicando a pobreza, transformando o Brasil em um país desenvolvido, todo de classe média para cima, e que tivesse visão altiva do Brasil no cenário mundial em vez de ser subalterno aos países ricos. Mas Marina não é mais nada disso, pelo contrário, seu governo seria a república do Itaú, e a gestão da economia seria com demissões, arrocho salarial, juros altos, e falta de verbas em programas sociais, na saúde e na educação para pagar juros e gerar superávits draconianos.

Então vamos arregaçar as mangas e travar o debate sobre as diferenças de Dilma/Lula com Marina/Itaú. Vamos falar com os amigos, familiares, colegas de trabalho, conhecidos, nos contatos pessoais e nas redes sociais, sobre o que está em jogo. Quem é Dilma e para quem ela governa com prioridade todo mundo sabe: é o povo, é o trabalhador, os mais pobres, e todo mundo se beneficia com o crescimento da renda das famílias injetando mais dinheiro na economia. Quem está por trás de Marina pouca gente sabe que é o banco Itaú.

Dilma já disse e nós precisamos repetir em nossas conversas e nas redes que a proposta de Marina Silva de jogar o pré-sal para segundo plano é simplesmente desastrosa, inclusive detonando verbas garantidas para a educação e saúde. É o salário do professor que não vai conseguir dobrar de valor, como planeja Dilma. É o estudante que sairá com uma educação pior e menos qualificado para o mercado de trabalho. É o futuro brilhante do Brasil que Lula e Dilma estão plantando que será podado.

Também é loucura, para não dizer indecência, transformar o Banco Central em filial do Banco Itaú, sob a desculpa de ser independente. Isso é colocar a raposa para tomar conta do galinheiro, e os banqueiros vão poder praticamente saquear o Brasil como bem entenderem, igual ou pior do que foi feito no governo FHC.

Se a gente, que somos ativistas, conscientes de que o Brasil tem muito a perder se mudar a política econômica de desenvolvimento com distribuição de renda e de reposicionamento do Brasil na política externa como potência que é; se ficarmos de braços cruzados, deixaremos jogar fora as conquistas dos últimos doze anos. O Brasil e o povo brasileiro não merece este castigo, iludido com uma falsa ideia de mudança para cair arapuca do banco Itaú.

Então gente, vamos à luta travar este debate com toda a nossa energia, debatendo com cada pessoa que conhecemos. Vamos fazer circular a informação. O povo quando está bem informado não vota contra si mesmo de jeito nenhum. Toda vez que se arrependeu do voto depois da eleição é porque votou mal informado.

Sobre a pesquisa:

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Marina já é manipulada pelo capital estrangeiro para entregar o pré-sal.

Dilma tem visão estratégica para enfrentar os interesses mundiais do mercado do petróleo, e garantir a riqueza finita para a educação e saúde. Marina já está sendo manipulada para entregar o pré-sal aos interesses do capital estrangeiro. O Brasil perderia o bonde do ciclo econômico do pré-sal, se Marina vencesse.

Agora vou falar mais como cidadão, porque agora Marina Silva (PSB) pisou no meu calo, aliás pisou no pescoço, cabeça de todo cidadão brasileiro, quando colocou em seu programa de governo que o pré-sal não é prioridade.

Agora virou questão de segurança nacional, de crime de lesa-pátria.

Já chega aquela proposta indecente de colocar o Banco Central para ser filial do Banco Itaú, sob disfarce de ser "independente".

O petróleo do pré-sal significa trilhões para educação nos próximos anos e décadas. Não é esperança, não é sonho, como a Marina Silva gosta de dizer. É garantia por lei, aprovada por Dilma, de que este dinheiro vai entrar no orçamento da educação (e ainda tem os 25% que vai para a saúde).

Quanto mais o pré-sal produzir, mais a educação e a saúde vão ter dinheiro, e teremos um outro país, transformado, desenvolvido, com o povo rico e altamente educado, sem pobreza.

Se o jovem brasileiro de 2014 já estudou bem mais do que o de 2002, com o monte de oportunidades e vagas que já foram abertas, imagine a criança de hoje que será jovem em 2020, 2025? Terá uma formação muito melhor, com uma escola melhor, com professores mais bem pagos, bem motivados, bem preparados. E isso é realidade, não é sonho, porque o pré-sal já produz 540 mil barris ao dia, e a produção não para de crescer. E não parará de crescer em ritmo acelerado até a próxima década, pelo menos se Dilma for reeleita.

E não é só o petróleo que tem valor. Ele impulsiona a indústria naval, de sondas, de máquinas, de instrumentos eletrônicos e mecânicos, de centenas de setores da economia, tudo isso na indústria nacional, gerando empregos aqui para engenheiros, técnicos, operários, prestados de serviços de todo tipo.

A engenharia brasileira é outra quando se faz tecnologia aqui. Em vez do engenheiro trabalhar em burocracia, vendas ou fora de sua área, com em bancos, ele mete a mão na massa na tecnologia. Aprende, desenvolve, pesquisa, descobre, tira patentes. Move a economia do conhecimento na alta tecnologia.

Toda essa tecnologia desenvolvida em mãos de brasileiros não serve apenas para a indústria petrolífera, porque o conhecimento acaba aplicado a outros setores. Pesquisas robóticas em águas profundas desenvolve conhecimento para tecnologia aeroespacial, por exemplo. Braços mecânicos no fundo do mar tem o mesmo princípio dos usados em estações espaciais, e são tecnologias usadas em linhas de montagem robotizadas de carros.

Mas os prejuízos que o Brasil terá se o pré-sal não for prioridade não pára por aí. O petróleo é cobiçado no mundo todo, mas as grandes petroleiras estrangeiras tem uma política própria delas de impor o ritmo de extração para ganhar mais dinheiro, mantendo o preço do barril caro. Para elas seria interessante atrasar a extração do pré-sal brasileiro, mantendo-o como reserva para elas explorarem mais à frente quando os países produtores de petróleo invadidos como Iraque, Líbia e outros já tiverem dado o que tinham que dar.

O melhor dos mundos para as petroleiras estrangeiras seria ficar sentada em cima do pré-sal brasileiro. Ter as reservas para elas, sem a Petrobras explorar fazendo concorrência.

Se a Petrobras também produz, outras petroleiras acabam contendo sua produção no Iraque, na Líbia, etc. para não abarrotar o mercado mundial e derrubar o preço do barril, fazendo diminuir seus lucros. A desastrosa proposta de governo de Marina Silva vai de encontro ao interesse destas petroleiras e contra os interesses do povo brasileiro.

Mas o amigo pode perguntar? E a emissão de poluentes do petróleo? Vale a pena ganhar dinheiro do pré-sal e detonar o planeta? A resposta é que nem de longe é isso que está em jogo, mas é com este discurso rastaquera que querem manipular Marina Silva para nos fazer de bobos.

Quem salva o planeta é a redução do consumo de petróleo, e a fatia do leão deste consumo está nos países ricos e na China. O Brasil está fazendo sua parte na redução de emissões de carbono. Tornou-se um dos países que mais tem reduzido, exemplo para o mundo.

As necessidades de consumo de petróleo mundial serão reduzidas ao longo das próximas décadas, mas terão que ser supridas de uma forma ou de outra, com pré-sal ou sem pré-sal, com a Petrobras ou sem ela. É um combustível ainda indispensável pelas próximas décadas.

Não faz o menor sentido a Petrobras ser a única a fechar as portas, enquanto outras empresas estrangeiras ocupariam o lugar dela e ficariam com o dinheiro que deixaria de entrar para o povo brasileiro.

Além disso, a Petrobras tem a curto prazo o pré-sal como prioridade. Mas a empresa já tem em seu plano de longo prazo não ser apenas uma petroleira. Com o tempo será uma empresa de energia em geral, cada vez produzindo mais energia limpa e de fontes diferentes. Para isso ela precisa investir muito em pesquisa científica e tecnológica. É o dinheiro do pré-sal no presente que garante as verbas para pesquisa e que garantirão o futuro.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Sindicato do Acre contesta afirmação de Marina de que Chico Mendes era da elite


Veio de Xapuri, cidade com cerca de 17 mil habitantes no Acre - estado onde nasceu Marina Silva -, a contestação da declaração dada pela candidata do PSB, no primeiro debate entre os presidenciáveis, de que o líder seringueiro Chico Mendes fazia parte da elite, ao lado do empresário Guilherme Leal, dono da empresa de cosméticos Natura, e Neca Setubal, herdeira do Banco Itaú e responsável pela coordenação do programa de governo da socialista. O Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Xapuri emitiu ontem uma nota oficial criticando Marina, que foi ministra do Meio Ambiente no período de 2003 a 2008, e rebatendo as declarações dela a respeito de Chico Mendes, assassinado em 1988 por fazendeiro contrário à sua luta em defesa dos trabalhadores extrativistas. Nascido em Xapuri, onde foi morto com um tiro de escopeta, Chico Mendes fundou, em 1977, o sindicato que, em nota oficial, se coloca como "legítimo representante do legado classista do companheiro".

 "O companheiro Chico foi um sindicalista e não ambientalista, isso o coloca num ponto específico da luta de classes que compreendia a união dos povos tradicionais (extrativistas, indígenas, ribeirinhos) contra a expansão pecuária e madeireira e a consequente devastação da Floresta. Essa visão distorcida do Chico Mendes ambientalista foi levada para o Brasil e a outros países como forma de desqualificar e descaracterizar a classe trabalhadora do campo e fortalecer a temática capitalista ambiental que surgia", diz a nota assinada pelo presidente do sindicato, José Alves, e seu assessor jurídico, Waldemir Soares. O texto diz ainda que os trabalhadores rurais de Xapuri não concordam com a atual política ambiental em curso no Brasil, idealizada, segundo a entidade, pela candidata Marina Silva quando era ministra do Meio Ambiente e classificada na nota como "refém de um modelo santuarista e de grandes Ong's internacionais".