quinta-feira, 31 de março de 2016

31/3 - VÍDEO - PHA: Desliga a Globo que o Brasil melhora

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Paulo Henrique Amorim : Desliga a Globo que o Brasil melhora



31/3 - VÍDEO - 2016 NÃO É 1964

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A luta começou na rua




31/3 - VÍDEO - Crise moral? Não! É reacionarismo mesmo!

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Crise moral? Não! É reacionarismo mesmo!

Gilmares, Bonneres, Janotes, Moros e ex-ministros, ex-sabidos...
por Conversa Afiada — publicado 30/03/2016 15h18, última modificação 30/03/2016 15h18

31/3 - Janio: impeachment pode ser golpe, sim

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Janio: impeachment pode ser golpe, sim

A ideia de Justiça intimidada é extravagante!
publicado 31/03/2016
bessinha fiz minha parte
Conversa Afiada reproduz artigo de Janio de Freitas, extraído da Fel-lha:


Olhares

Se a Justiça fosse cega, não precisaria de venda nos olhos.

Cada magistrado, cada advogado, promotor e procurador vê o que quer, como qualquer de nós outros, nas fatias de realidade ante os seus olhos. Mas têm à sua disposição uma vantagem decisiva: no Direito há bases teóricas para todos os gostos e todos os lados. E a escolha entre elas, por mais que os seus usuários apregoem um caráter científico do Direito, sempre traz a marca indelével do critério pessoal. Nele incluída a dose individual de ética.

Tudo na atual crise tem envolvimento jurídico, seja ou não predominante. A divergência manifesta-se em cada ponto, decorrendo tanto da variedade de conceitos como das influência íntimas ao adotá-los, tantas delas bem conhecidas. Mas às vezes a influência tem sido mais forte do que os conceitos. Ou assim parece. E o resultado não é bom para o que importa à Justiça com ou sem venda.

Vários ministros do Supremo, por exemplo, como Celso de Mello, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Cármen Lúcia e Luís Roberto Barroso, pronunciaram-se sobre impeachment de modo muito semelhante. As palavras do último representam muito bem as dos demais: "Impeachment não é golpe. É um mecanismo previsto na Constituição para afastamento de um presidente da República. Mas com respeito à Constituição e às normas". E, dirigindo-se a parlamentares: "O que os senhores decidirem vai prevalecer. O Supremo não tem pretensão de fazer juízo de mérito nessa matéria".

Logo, impeachment pode ser golpe, sim. O que determinará se é ou não será o processo que a ele conduza. Collor deu muitos motivos para ser pretendido o seu impeachment, mas o adotado foi o mais simplório por ser o que, até àquela altura, menos suscitava questionamentos de adequação "às normas e à Constituição": o uso doméstico de um modesto Fiat Elba presenteado pela fábrica.

No caso atual, todo ministro do Supremo conhece as manobras e os vícios do processo de impeachment. Entre eles, nada menos do que sua instauração na Câmara como represália pessoal aos votos governistas, no Conselho de Ética da Casa, para o processo contra o deputado denunciado ao próprio Supremo por delinquências várias. Tudo fora das "normas e da Constituição".

O pedido de impeachment ora discutido não é documento jurídico, é ataque raivoso. O novo pedido, da OAB, foi dado pelos signatários como "técnico". Na forma, admite-se. Mas se valer, e tanto, de uma delação premiada (ainda) não submetida a investigação alguma, de um acusado que se desastrou exatamente por prática de mentiras e fantasias, e agora ansioso por transbordar acusações como Roberto Jefferson para embrulhar sua situação –a OAB não encontrou nada melhor do que a delação premiada de Delcídio do Amaral?

A menos que possa assegurar que os votos do novo ministro Marcelo Navarro no STJ, pela libertação de Marcelo Odebrecht e Otávio de Azevedo, presos há nove meses por que não fizeram delação premiada, não foram votos por convicção, mas por má-fé. Disso, porém, o documento da OAB não dá sequer indício aceitável, baseando-se na mesma delação de Delcídio.

Nas explicações cobradas pelo ministro Teori Zavascki, o juiz Sergio Moro dá o seu motivo para liberar as gravações telefônicas de Lula, Dilma e outros: "Era a melhor maneira de prevenir novas condutas ou tentativas de obstrução ou intimidação da Justiça". Mudou. A explicação que deu no dia era "o direito dos governados de saberem como agem os governantes". Mudou, mas não para melhor. Porque a ideia de Justiça intimidada já é extravagante, quanto mais por um telefonema privado de pessoas sitiadas.

As oftalmologias têm avançado muito. 

31/3 - A PF é a nossa Gestapo

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A PF é a nossa Gestapo

"Investigação" sobre família de Lula é de Estado de Exceção
publicado 31/03/2016
bessinha devidamente grampeado
Conversa Afiada reproduz artigo de Fernando Brito, extraído do Tijolaço:


Quer saber como agia a Gestapo? Veja o que faz a Polícia Federal do Brasil

“Investigamos fatos, não pessoas”.

Quantas vezes você já ouviu os ascéticos procuradores da Lava Jato e  os um pouco mais mal-ajambrados delegados federais que lhes servem de dentes dizerem isso?

Cínicos.

Reportagem – ou melhor, vazamento de documentos que estão sob sigilo de Justiça “de mentirinha” – do Estadão mostra que foi feita uma devassa até a terceira geração da família – incluídos aí irmãos e sobrinho –  do ex-presidente Lula.

A partir de NENHUM fato – e isso é reconhecido no próprio relatório – fizeram uma devassa sobre os negócios e viagens de seus parentes.  Repito, SEM QUALQUER INDICAÇÃO de que em um ou outro caso houvesse qualquer ato ilícito ou relacionado àquilo – aliás, qual mesmo é o ato de governo pelo qual Lula é investigado? – que interessa ao processo.

O Estadão exibe, orgulhosamente, a “aranha” (como os policiais chamam organogramas ou, neste caso, árvore genealógica) da família de Lula.

Vejam que “relevantíssimas” informações o acompanham:

O “gráfico de ascendência e descendência” montado pela PF, com Lula ao centro, abre o relatório. “Luiz Inácio Lula da Silva nasceu em Garanhuns (PE), em 27 de outubro de 1945, é um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT), torneiro mecânico formado pelo Senai, Lula tornou-se em 2002 o 35º presidente da República do Brasil, cumprindo dois mandatos sucessivos, encerrados em 2010″, informa. “Atualmente encontra-se casado com Marisa Letícia, o ex-presidente é pai de cinco filhos, sendo que Lurian Cordeiro é fruto da relação de Lula com a enfermeira Mirian Cordeiro.”

Espécie de árvore genealógica resumida a quatro gerações da família Lula da Silva, o documento lista os cinco filhos do ex-presidente: Sandro Luis Lula da Silva, Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, Luis Claudio Lula da Silva, alvo da Operação Zelotes, Marcos Cláudio Lula da Silva e Lurian Cordeiro Lula da Silva. A eles, estão associados ainda ex e atuais cônjuges e os netos.

“Utilizando-se do gráfico acima, foram realizadas pesquisas para todos os CPFs constante nele, com vistas a verificar as suas participações societárias, vínculos empregatícios e por fim, a relação de pessoas que mais os acompanharam em viagens internacionais”

Puro lixo, que dá para copiar da Wikipedia sem um bando de gente ganhando bem para fazer.

Mas tem algo de pior, de doentio.

Se eu ou você, caro leitor ou leitora, por acaso fossemos investigados por alguma coisa, o que você acharia de bisbilhotarem a vida de meu ou seus filhos, netos, noras, irmãos, sem que houvesse qualquer acusação ou elemento de suspeita para isso?

Eu vou explicar.

Isso é um método da Gestapo.

Prendem você porque seu primo é casado com uma judia.

Perseguem você porque seu genro é meio esquerdista.

Ou porque meu primo deu um desfalque no banco onde é gerente.

As pessoas viram latas de lixo a serem fuçadas, porque apenas são parentes daqueles a quem a matilha quer “pegar”.

E como estes cães salivam para poder ainda muito mais!

31/3 - Barroso sobre PMDB Golpista: "meu Deus!"



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Barroso sobre PMDB Golpista: "meu Deus!"

Essa é a nossa alternativa de poder?
publicado 31/03/2016
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A foto dos santinhos do PMDB
Na Fel-lha:

'Meu Deus! Essa é a nossa alternativa de poder', diz Barroso sobre PMDB

Em meio à discussão do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff pelo Congresso, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso afirmou nesta quinta-feira (31) que o país enfrenta falta de alternativa na política e citou o PMDB, partido que desembarcou nesta semana do governo.

O ministro fez referência à foto de lideranças do PMDB que registrou o anúncio do rompimento e estampou a capa dos principais jornais do país. Estavam na imagem nomes como o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o senador Valdir Raupp (PMDB-RR), o ex-ministro Eliseu Padilha (Aviação Civil), entre outros.

"Quando, anteontem, o jornal exibia que o PMDB desembarcou do governo e mostrava as pessoas que erguiam as mãos, eu olhei e: Meu Deus do céu! Essa é a nossa alternativa de poder. Eu não vou fulanizar, mas quem viu a foto sabe do que estou falando", disse o ministro.

(...)

31/3 - Moro mentiu e grampeou advogados

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Moro mentiu e grampeou advogados

O que diria a extinta OAB?
publicado 31/03/2016
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No Conjur:

Operadora informou juiz Sergio Moro sobre grampo em escritório de advocacia

A operadora de telefonia que executou a ordem para interceptar o ramal central do escritório de advocacia Teixeira, Martins e Advogados já havia informado duas vezes ao juiz federal Sergio Fernando Moro que o número grampeado pertencia à banca, que conta com 25 advogados. Apesar disso, em ofício enviado ao Supremo Tribunal Federal nesta semana, Moro afirmou desconhecer o grampo determinado por ele na operação “lava jato”.

Dois ofícios enviados pela Telefônica à 13ª Vara Federal de Curitiba, no dia 23 de fevereiro (quando foram determinados os grampos) e outro do dia 7 de março (quando foram prorrogadas as escutas), discriminam cada um dos números que Moro mandou interceptar. Os documentos deixam claro que um dos telefones grampeados pertence ao Teixeira, Martins e Advogados, descrevendo, inclusive, o endereço da banca.

Os documentos estão no processo que determinou a quebra do sigilo também dos telefones do Instituto Lula e de seu presidente, Paulo Okamotto; do Instituto de Pesquisas e Estudos dos Trabalhadores; bem como de Vania de Moraes Santos, Elson Pereira Vieira e Clara Ant.

Os ofícios colocam em xeque a afirmação feita por Moro em documento enviado ao Supremo no último dia 29, no qual o juiz confirma ter autorizado o grampo no celular do advogado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Roberto Teixeira, mas diz não saber das interceptações telefônicas do seu escritório.

(...)
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31/3 - Lula tem foro especial

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STF aplica chinelada em Moro, Gilmar e Janot

Lula tem foro especial
publicado 31/03/2016
gato telhado_phixr.jpg
No Globo:

Maioria dos ministros decide que investigações sobre Lula ficam no STF

BRASÍLIA — A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que as investigações sobre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva serão realizadas no âmbito da Corte. Até o momento, sete deles votaram com o relator do caso, Teori Zavascki: Edson Fachin, Roberto Barroso, Rosa Weber, Luiz Fux, Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Marco Aurélio Mello.

(...)
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