domingo, 25 de junho de 2017

25/6 - QUEM VAI IMITA-LO ?

                                   






                                       A imagem pode conter: 1 pessoa, texto

25/6 - Vargas fala dos ministros

A imagem pode conter: 1 pessoa, texto e close-up

25/6 - TCHAU QUERIDO

A imagem pode conter: 1 pessoa, sorrindo, texto

25/6 - O AMOR

A imagem pode conter: texto

25/6 - TUDO POR EMAIL: JAPÃO e BOCELLI

 
15 Curiosidades sobre o Japão que você ainda não sabe!
Exibir Conteúdo
Enviar a Um Amigo  |  Compartilhar no Facebook
 
Emocione-se com este tributo a Elvis por Andrea Bocelli!
Exibir Conteúdo
Enviar a Um Amigo  |  Compartilhar no Facebook
 
Você ainda não se cadastrou? Que pena! É grátis!
Cadastre-se agora e desfrute das melhores histórias por e-mail!
Edite o seu perfil
Aqui você poderá editar seus detalhes:
eselecionar o que lhe interessa, mudar e-mail e mais...
 

Você tem algo interessante que deseja compartilhar? Mande para nós!
Limite a quantidade de e-mails diários | Cancelar o serviço
Tudo Por Email - O que há de interessante - Condições do serviço - Sobre o serviço



Este email foi enviado para o membro No. 359071 - jfabelha@terra.com.br   

25/6 - E A PONTE PARTIU...


FONTE:Castor Filho <castorfilho@yahoo.com>

E A PONTE PARTIU...
Raul Longo
 
Rachou. Quebrou.
Ponte para futuro algum.
E agora? Agora que a ponte partiu?
Quem pagará o perdão da sonegação, ainda será a Previdência do pai ausente? A ausência da mãe terceirizada, esfalfada para a sobrevivência do filho sem escola?
Golpe pelo futuro de quem? Ponte pra onde?
Ponte do golpe para o futuro golpe?
A mãe que não pariu, o futuro de vinte cinco anos de contribuição, o perdão da sonegação. Vá tomar no olho do Itaú debaixo da ponte que te partiu!
Gilmar! Gilmar! Corre Gilmar! Traz o habeas corpus, chama o Jucá que a sangria não estancou!
A ponte!...
A carreira.  Carreira de metrô, carreira de pistas de aeroportos e tios clandestinos, de primos assassinos.
Toneladas de carreiras dispersa por ventanias de helicópteros e que Arcanjo algum recolhe, ninguém escolhe.
A ponte que dá no Brasil que não há. O Brasil que havia no G8 de 2012. O Brasil que não houve na foto do G20 de 2016.
A ponte da vergonha! Ponte dos difusos e sem destino. Ponte dos desatinos de coxas e tetas nuas que foram para a rua em jornadas para parar o Brasil, para rachar o Brasil. Aí foi só enfiar a Cunha e... Brotou a ponte que rachou.
Rachou o quê? Quebrou o quê de você mesmo? Um país sem temer o grito que explode em todas as gargantas e numa só voz: FOOOORAAAA!
Lula! Lula! Cadê a escritura, a lavratura, o registro dos bens móveis para certificar a propriedade dos pedalinhos? Traga os pedalinhos, Lula, que a ponte partiu e estão a temer. Peça a Dona Marisa que não permita que se afoguem. Não assim tão lentamente! Não assim tão rapidamente!
Peça à inocência de seu neto de 5 anos que perdoe os joguinhos que lhe tomaram e empreste o pedalinho que a bela e prendada do lar está a temer o lamaçal da vergonha no Paranoá. Tão bela e prendada afogando-se na lama do Paranoá.
A ponte do futuro que não leva nem a Niterói e não sai de Ipanema. Não tem em Copacabana. Uma ponte que se faz pó e dessa carreira já nada se aspira.
Andrea, Andrea... A queridinha do vovô que vergonha para o vovô! Que vergonha para o prédio do vovô! Vergonha para as vovós que bateram panelas.
Dilma! Não mais ilações e especulações de pedaladas nem delírios de cafungadas. “Meia tonelada de cafungada por um pedalinho!” Não seja leviana Dilma, o Atlântico à frente de Ipanema é vasto e terão de pedalar de verdade. Pedalar muito. Muitos ruminares de Reales e Bicudos caquéticos, de ira histérica e a fé de Dona Janaína, mãe das águas que chora as lágrimas da decepção de tantos e todos credos que se vendem por qualquer 45 mil dinheiros.
Janaínas Iscariotes de todos os pentecostes e PCCs de imorais Alexandres. Moraes tu onde não Moro que se não sabe de evangelhos dos Dallagnóis, resume-se entre convicções de power-point e descaso ao que decidi não vir ao caso.
Cunha! Ó grande trava que escancara a porta de todos os mistérios de Ministérios, agora que a ponte partiu serás o que a ruirá?
E tu, tão silente FHC? Filhote de Henry Kissinger, cria de Carlos Lacerda. Dizei-o tu, grande patrono de todas as traições! É pra agora teu grande golpe? La gran rentrée de teu “O Papel da Oposição”, oh mentor de todas as farsas?
A ponte que partiu se escreve com “P” de vá a Puta que te Pariu.
Golpe se escreve com “G” de Globo. Qualquer dúvida a respeito, conferir no anexo o abecedário do Brasil ensinado pela imprensa internacional.
E chega de analfabetos mentais! 
_____________________________________________________________________
 
 
De: Arialdo Pacello 
 
 
 Meirelles era do Conselho de Administração da JBS!
 
A grande bomba da qual a Globo nada falou: O atual ministro da Fazenda de Temer, Henrique Meirelles, era membro do Conselho de Administração da J&F. O contrato previa uma remuneração de até R$ 40 milhões para o ministro.
 
Vejam esta notícia divulgada pelo site da Revista FORUM, em 1º.junho.2016. E não me lembro que tenha tido qualquer repercussão na mídia. (E, mais abaixo, leiam mais detalhes no Diário do Brasil)
 
 
“Atual ministro da Fazenda de Temer assumiu, em 2012, o Conselho de Administração da J&F, holding que controla a Eldorado Brasil; empresa está sendo acusada de envolvimento no pagamento de propinas ao presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha
 
“Na manhã desta sexta-feira (1), [junho.2016], a Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão na sede da Eldorado Brasil, em São Paulo. A empresa de celulose é um dos alvos da ação que investiga um suposto recebimento de propina por parte do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha, que teria sido beneficiado por 12 operações de grupos empresariais que obtiveram aportes milionários do Fundo de Investimento do FGTS (FI-FGTS).
 
O que pouca gente lembra é que a J&F, durante o período investigado pela PF, contou com um nome de peso no comando dos negócios: o atual ministro da Fazenda de Michel Temer, Henrique Meirelles. O ex-presidente do Banco Central, desde março de 2012, está à frente do Conselho de Administração da J&F, a convite do empresário Joesley Batista.
 
“Segundo executivos que acompanharam o processo, o contrato previa uma remuneração anual de até R$ 40 milhões para o ministro. Na ocasião, foi confiada a Meirelles a elaboração de estratégias para expansão da empresa dentro e fora do país. Além de investir em vultuosas campanhas publicitárias, ele também transformou a holding em uma das maiores financiadoras de campanhas políticas do Brasil.
A íntegra da notícia:
 
Mas, se preferirem, fiquem com a notícia do Diário do Brasil:
“Meirelles trocou um salário de R$ 3,3 milhões no grupo JBS por um cargo de ministro? Amor ao país?
Havia um nome de peso no comando do conglomerado bilionário da Friboi: o atual ministro da Fazenda de Michel Temer
 
Só quero lembrar que Meirelles é banqueiro, tem uma aposentadoria do Banco de Boston de R$ 250.000,00 por mês, é ligado aos grandes empresários do Brasil e do mundo; é neoliberal. E está fazendo as reformas trabalhista e previdenciária para arruinar os trabalhadores.
 
Tomem cuidado com o segundo golpe que está sendo tramado: alguns querem que Temer caia, mas que a equipe econômica (neoliberal) fique (Meirelles, Parente...). Esta me parece ser a receita da Globo e dos poderosos que mandam no Brasil: banqueiros e empresários! Que o povo trabalhador esteja atento, e que os militares realmente patriotas estejam alertas! Pois a meta é entregar o Brasil, e arruinar sua soberania, e massacrar o seu povo! Os corruptos querem continuar dominando!
Cuidado!
Arialdo Pacello

25/6 - A publicidade mata a mulher...

Octopus


Posted: 24 Jun 2017 04:47 PM PDT
.











Cada vez mais as publicidades insistem em representar  a mulher desnudada como um apelativo de desejo de consumo, em que a própria mulher é apenas representada como um objecto de desejo sexual.


Este padrão não é bom para a mulher mas também não é bom para o homem que tem a necessidade de se mostrar à altura do desafio de satisfazer os modelos difundidos na publicidade.









Para vender um qualquer produto, que nada tem a haver com com "a mulher como um todo", são apresentadas meio despidas perante objectos de desejo da sociedade de consumo, como carro ou outros, com posturas equivocas de provocação sensuais, para vender esse mesmo produto.


Por vezes a mulher é representada como cínica, cruel e violenta perante certo produtos de consumo, como no caso de perfumes ou acessórios de luxo. Essas situações são construídas para suscitar os mais remotos instintos primitivos do machismo, mas nunca irão contribuir para uma vivência saudável entre os dois sexos.



"Nunca vi assim tão compridas (longas)" Publicidade água gasosa Perrier


"Grande ou pequena, o que interessa é ter uma" Publicidade Perrier



As revistas femininas e telenovelas transmitem a mensagem de que todas as mulheres têm uma vida sexual fascinante e variada, excepto você, que afinal não aproveita nada disso e contenta-se com uma vida banal. Este padrão está a destruir o relacionamento equilibrado dentro de alguns casais.


A tendência transmitida pelos média é a de um ser humano, hermafrodito, uma esboço de um ser indiferenciado, ser qualquer sentimento a não ser desempenhar tarefas estereotipadas de seres autómatos condicionados por apetites sexuais programados isentos de qualquer vontade própria.

O homem e a mulher são diferentes e é isso que fazer toda a beleza das suas relações, quando equilibradas e mutuas, sem necessidade de definir quaisquer padrões.







Vivemos uma hipersexualidade da nossa sociedade com código difundidos pela publicidade e os meios de comunicação social. Muitos desse meios difundem a homosexualidade como registo moderno e sofisticado, em que esse modo de vida se tornou pouco a pouco, também ele como padrão. Os homens têm de estar à altura e as mulheres estão progressivamente a estarem submersas por códigos sexual, alguns muito próximos da pornografia.


Os homens nunca vão conseguir rivalizar com estes estandartes e as mulheres nunca vão conseguir satisfazerem-se com a "banalidade" dos seus companheiros. Estamos perante uma degradação progressiva de uma relação saudável a ser substituída por padrão degenerativos.


Esta imagem degradante da mulher nunca irá contribuir para uma relação harmoniosa do casal como uma relação plena em que cada um está com o outro porque isso enriquece a ambos. Não existem príncipes encantados como também não existem super-mulheres.

















.




25/6 - Os Amigos do Presidente Lula DE 24/6

Os Amigos do Presidente Lula


Posted: 24 Jun 2017 10:01 AM PDT


Uma pesquisa do Datafolha  divulgada hoje mostrou que a aprovação do governo de Michel Temer continua em queda. Apenas 7% dos brasileiros consideram o governo como ótimo ou bom.

A impopularidade do peemedebista aumentou mais após a divulgação da delação da JBS, que caiu como uma bomba sobre o Palácio do Planalto já que o empresário Joesley Batista, sócio da JBS, gravou uma conversa com o presidente em março relatando crimes. O encontro aconteceu depois das dez horas da noite, fora da agenda do presidente na residência oficial.

Atualmente, a gestão Temer é considerada ruim ou péssima por 69% do eleitorado e regular por 23%. Dois meses atrás, a sua taxa de ruim e péssimo estava em 61% e a de ótimo ou bom, em 9%. Aqueles que o consideraram regular somavam 28% no final de abril.

Não souberam responder como avaliam o governo 2% dos entrevistados. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais e para menos. A nota do presidente caiu de 3 para 2,7.Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o cenário fica mais desfavorável para o presidente Temer entre as mulheres, os jovens e os mais pobres, em comparação com a média da população.

Sua taxa de ruim e péssimo chega a 73% entre o eleitorado feminino, a 74% entre os eleitores de 25 a 34 anos e a 71% para aqueles cuja renda familiar mensal é de até dois salários mínimos.No Nordeste, a reprovação a Temer fica acima da média, 77%, e no Sul, abaixo: 61%

Entre os entrevistados com ensino fundamental completo, a reprovação de Temer fica em 64% e sobe para 71% entre aqueles que concluíram o ensino médio e 70% entre os com superior completo.O cenário só muda com o eleitorado de renda média familiar superior a dez salários mínimos, onde seu governo é considerado bom ou ótimo por 15%, regular por 30% e ruim ou péssimo por 55%.

A maioria da população, 76%, é a favor da renúncia de Temer, enquanto 20% são contra sua saída da Presidência. Caso não haja renúncia, 81% dos entrevistados são a favor da abertura de um processo de impeachment e apenas 15% rejeitam essa possibilidade.
Posted: 24 Jun 2017 09:59 AM PDT


Desenhada como uma janela de oportunidade para tentar evitar o noticiário negativo em casa, a viagem de Michel Temer à Europa ganhou contornos de definidora de caminhos. Quando não de desastre.

Isso porque a visão idealizada inicialmente fracassou. Mesmo sob a intensa e vigiada etapa russa da viagem, Temer foi colhido por um agravamento da situação política em casa.

Enquanto pulava relativamente incólume de ter de falar com a imprensa de evento em evento, o presidente viu sua base de apoio desagregar-se na hora de votar uma etapa da reforma trabalhista. E isso foi no Senado, Casa em que Temer tem em tese uma maioria confortável, diferentemente da cada vez mais instável Câmara dos Deputados.

A derrota na Comissão de Assuntos Sociais foi tão inesperada que a apoplexia colheu os membros da comitiva presidencial. Ninguém entendeu como a base aliada poderia agir contra um presidente fora do país –um anacronismo em termos logísticos, é fato, mas que encontra raízes profundas na história brasileira.

Com parte do PMDB, do PSDB e do PSD agindo de forma rebelde, a luz amarela acendeu justamente enquanto o presidente desfilava sem Moscou com sua comitiva -que incluía o líder tucano no Senado, Paulo Bauer (SC), saudado como uma espécie de patrono da filial brasileira do balé Bolshoi no Brasil.

Isso para não falar no noticiário policial da Operação Lava Jato, que agora atinge Temer quase que de forma diária. Evasivas foram o melhor que o peemedebista conseguiu oferecer na capital russa.

Ao chegar à democrática Noruega, o quadro agravou-se pelo fato de que Temer foi exposto a, bom, mecanismos democráticos como a exposição pública. Saiu de cena o formalismo rígido de Vladimir Putin, e entrou em cena a premiê local, que nada menos do que cobrou do mandatário brasileiro um fim para a corrupção no Brasil.

A armadilha norueguesa era ainda mais eficaz. O governo local aproveitou a presença de Temer para cortar parte da ajuda financeira que fornecia ao combate ao desmatamento, para o sorriso amarelo do ministro Sarney Filho e sua antológica frase sobre a autoria divina do processo de derrubada de árvores.

E houve Temer, que demonstrou uma falha na sua usual habilidade diplomática. Cometeu gafes, chamando o rei de um país como de outro, e demonstrou um desconhecimento de protocolo ao desmanchar-se em elogios provincianos à recepção de gala que recebeu de Putin –um chefe de Estado que o esnobara meses atrás.

A resultante da viagem foi desastrosa para o governo. A ideia corrente de que "a crise viajou" ganhou uma interpretação novidadeira, já que ela conseguiu se ver agravada por fatores internos, inabilidade externa e a inusual agressividade da anfitriã escandinava.

Agora, o peemedebista terá de tratar de tentar remendar o esgarçamento ampliado de seu tecido de apoio congressual, o maior ativo que vinha demonstrando até aqui. Não por acaso, Temer insistiu tanto na Rússia como na Noruega que encima uma espécie de sem-parlamentarismo, dado o poder de congressistas em sua gestão.

A afirmação é verdadeira. Há uns 40 dias, o viés positivo seria facilmente empacotável para a audiência externa, tamanha a agenda encaminhada no Congresso.

Agora, o contrário é igualmente verdade, e o Planalto terá que trabalhar para não ser devorado na hora da apresentação da denúncia da Procuradoria-Geral da República contra o presidente, que precisa ser admitida pelo plenário da Câmara.

Com tudo isso, Temer inaugurou um novo padrão de crise em modo de viagem. Se não é dramático como o que atingiu João Goulart tendo de engolir o parlamentarismo para assumir em 1961, nem tampouco é benigno para assegurar o "sucesso" alardeado pelo presidente em suas falas que, para ironia histórica, propagandearam uma espécie de governo compartilhado com o Parlamento que irá ou não dificultar sua vida na Justiça.Editorial da Folha

25/6 - TESTE: Como você se comunica?

 
Como você se comunica? Este teste vai mostrar!
Exibir Conteúdo
Enviar a Um Amigo  |  Compartilhar no Facebook
 
Você ainda não se cadastrou? Que pena! É grátis!
Cadastre-se agora e desfrute das melhores histórias por e-mail!
Edite o seu perfil
Aqui você poderá editar seus detalhes:
eselecionar o que lhe interessa, mudar e-mail e mais...
 

Você tem algo interessante que deseja compartilhar? Mande para nós!
Limite a quantidade de e-mails diários | Cancelar o serviço
Tudo Por Email - O que há de interessante - Condições do serviço - Sobre o serviço



Este email foi enviado para o membro No. 359071 - jfabelha@terra.com.br   

25/6 - BLOG DO MELLO de 24/6

BLOG DO MELLO


Posted: 24 Jun 2017 11:43 AM PDT
"Quebramos a espinha dorsal da inflação nos últimos 12 meses", disse o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, logo após a divulgação do relatório trimestral de inflação, ontem [22/06], que trouxe a projeção de 3,8% para o IPCA deste ano, abaixo da meta de 4,5%.[Fonte: Valor] Bom, o presidente...

Leia mais...
Posted: 24 Jun 2017 09:35 AM PDT
Esta semana foi aberto novo inquérito contra o multidelatado Aécio Neves. É o nono. Dois números a mais do que a goleada histórica que tomamos da Alemanha e que nos encheu de vergonha e humilhação. O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Marco Aurélio Mello autorizou nesta 5ª (22.jun)...

Leia mais...
Posted: 24 Jun 2017 09:17 AM PDT
Mais uma charge do Aroeira, quem melhor expõe o golpe e suas escaramuças em charges. Vá à página dele no Facebook: https://www.facebook.com/aroeira1 (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); Ajude o Mello a tocar o blog. Faça uma assinatura. É seguro, rápido e fácil ...

Leia mais...

25/6 - A Nova Ordem Mundial DE 24/6

A Nova Ordem Mundial


Posted: 24 Jun 2017 09:30 PM PDT
Os seres humanos devem começar a abandonar a Terra em um período de 30 anos para poder evitar a extinção por superpopulação e a mudança climática, segundo garantiu nesta terça-feira o célebre astrofísico e divulgador científico britânico Stephen Hawking, no festival Starmus que está sendo celebrado em Trondheim (Noruega). Segundo...

[[Este é apenas um trecho do post, visite o site para ler o artigo completo, outros artigos e muito mais!]]
Posted: 24 Jun 2017 09:30 AM PDT
"Execute-os sem misericórdia", dizem os cartazes de propaganda pró-ISIS Um grupo de mídia ligado ao Estado Islâmico começou a distribuir imagens esta semana pedindo por ataques com facas e ataques com veículos nos Estados Unidos. A Nashir News Agency, que emitiu o apelo à violência na quinta-feira, espalhou o conteúdo em vários canais no...

[[Este é apenas um trecho do post, visite o site para ler o artigo completo, outros artigos e muito mais!]]

25/6 - IMPORTANTE: Aspartame está ligado ao câncer!

 
IMPORTANTE: Aspartame está ligado ao câncer!
Exibir Conteúdo
Enviar a Um Amigo  |  Compartilhar no Facebook
 
Você ainda não se cadastrou? Que pena! É grátis!
Cadastre-se agora e desfrute das melhores histórias por e-mail!
Edite o seu perfil
Aqui você poderá editar seus detalhes:
eselecionar o que lhe interessa, mudar e-mail e mais...
 

Você tem algo interessante que deseja compartilhar? Mande para nós!
Limite a quantidade de e-mails diários | Cancelar o serviço
Tudo Por Email - O que há de interessante - Condições do serviço - Sobre o serviço



Este email foi enviado para o membro No. 359071 - jfabelha@terra.com.br   

25/6 - Blog " DE CANHOTA " de HOJE

De Canhota


Posted: 25 Jun 2017 08:00 AM PDT
Publicado originalmente no Outras Palavras.


Em outubro de 1921, quatro anos após a revolução dos Sovietes conduzida pelos bolcheviques, Lenin declarava que o proletariado industrial, devido a guerra e às terríveis destruições, havia deixado de existir enquanto proletariado. O líder da revolução russa não exagerava. A classe operária do país, que em 1917 somava 3 milhões de trabalhadores na indústria das grandes cidades, em 1921 estava reduzida pela metade. Já os funcionários das instituições soviéticas haviam passado de 115 mil para quase 6 milhões (sem contar os mais de 5 milhões do Exército Vermelho), ou seja, aumentado quase 60 vezes num período de apenas quatro anos. Lenin foi o primeiro a falar de um Estado operário com deformações burocráticas.

Em 1922, ele pergunta ao XI Congresso do Partido Comunista (bolchevique): “Se consideramos a máquina burocrática, quem dirige e quem é dirigido? Tenho muita dúvida que se possa dizer que os comunistas dirigem. Na verdade, não são eles que dirigem. São eles quem são dirigidos”. Ele poderia acrescentar que, em grande medida, quem dirigia esta grande máquina burocrática estatal eram os antigos quadros e especialistas herdados do regime czarista.

Por isso, em seus últimos meses de vida (até sofrer o colapso definitivo, em março de 1923, que o deixou inconsciente até a sua morte, em janeiro de 1924), Lenin lança uma batalha sobre a questão da burocratização. Em uma série de textos destinados ao Comitê Central e a todo o partido, publicados no Pravda, propõe soluções radicais para sair do “marasmo burocrático no qual está atolada a revolução”. Para ele, na situação lamentável em que se encontravam o proletariado e os sovietes, o partido era a única salvaguarda. Por isso, era preciso proteger o partido contra as deformações burocráticas. Ele menciona isso em seu “testamento”, escrito nesse mesmo período, em dois momentos (fins de 1922, início de 1923), propondo ampliar o Comitê Central, com a integração de dezenas de operários comunistas da produção.

Lenin observa que o governo e o partido começam a duplicar suas funções. Ele passa a exigir uma reforma profunda do sistema de direção do país que permita delimitar as fronteiras entre partido e governo, estabelecendo as responsabilidades precisas de ambos e a organização de órgãos de controle. Lenin declara que é preciso reformar completamente a Inspeção Operária e Camponesa, que havia sido criada dois anos antes a fim de investigar denúncias de abusos e de deformações burocráticas. Ele considerava, no final de 1922, que esta instituição de milhares de funcionários, dirigida por Stalin, tornara-se um órgão burocrático, e que não servia para cumprir os fins para os quais havia sido destinada.

Então, explode a questão das nacionalidades. Nesse tema, a reflexão de Lenin acentuava a obtenção da igualdade de direitos para as nações oprimidas pelo império russo (como ucranianos, georgianos, tadjiques, uzbesques, turcomenos, armênios), e também a garantia de uma situação que permitisse estar no mesmo nível que a nação russa tradicionalmente dominante. Lenin considerava indispensável que as diferentes nações oprimidas pudessem desenvolver sua própria cultura e comunicar-se em sua língua. Neste marco, defendia uma Federação de Repúblicas Soviéticas, e não uma república multinacional. Acontece que o responsável pela questão das nacionalidades no partido e no Estado era Josef Stalin. E este havia entrado em conflito com a direção bolchevique georgiana, que reivindicava uma autonomia relativa para conduzir a política comunista na Geórgia. Os métodos politicamente brutais utilizados contra os comunistas georgianos, vão levar Lenin a enviar uma carta declarando sua solidariedade aos camaradas e a denunciar esses métodos, declarando guerra contra Stalin, dizendo que seu comportamento era igual ao de um “grande chauvinista russo”.

Lenin decide pronunciar-se sobre a composição do Politburo (Comitê Político), o núcleo central da alta direção do partido. Como ele estava gravemente doente e há meses na cama, com sua capacidade de atuar politicamente limitada, considerava o futuro do partido e da revolução ante a possibilidade de sua morte. Escreve então as cartas dirigidas ao congresso que constituem o seu testamento político. Lenin teme a cisão após o seu desaparecimento, e como considera que o partido é o último bastião contra os perigos de deformação burocrática do Estado e que nesse processo a direção partidária é absolutamente decisiva, resolve apresentar o seu balanço sobre os principais dirigentes bolcheviques. Lenin decide que Stalin deve ser afastado da poderosa secretaria-geral do partido, justificando sua posição devido ao comportamento e aos métodos do secretário, que considera intoleráveis para essa função. Por outro lado, avalia Trotsky como “indubitavelmente o homem mais capaz do atual Comitê Central”, ainda que o critique duramente por muitas vezes ter uma visão administrativa (referência aos debates anteriores sobre os sindicatos e a militarização do trabalho).

Lenin tinha alguns problemas ao enfrentar a questão da burocratização, entre eles a sua concepção limitada sobre o fenômeno da burocracia, considerando-a sobretudo como uma herança czarista, acreditando que se a Rússia tivesse passado por um desenvolvimento capitalista como o de países adiantados esse problema seria mais fácil de superar. Porém, o maior problema político estava no próprio partido, e no desenvolvimento do processo revolucionário e das instituições soviéticas.

Devido à dinâmica contrarrevolucionária imposta ao poder soviético pela guerra civil e pelos ataques das potências imperialistas, e a oposição das forças de esquerda e populares (inclusive armadas), inicialmente aliadas (anarquistas, socialistas revolucionários – SR – de esquerda, mencheviques internacionalistas), esses partidos foram reprimidos, banidos e proibidos. As decorrências políticas dessa situação chegaram ao próprio partido bolchevique. No X Congresso, em 1921, Lenin propõe no último dia do congresso a proibição de frações e tendências internas, contrariando toda a história e a cultura política de centralismo democrático instaurada desde 1903. Essa medida será utilizada pela fração stalinista dois anos mais tarde contra a Oposição de Esquerda. E servirá para bloquear a derradeira iniciativa de Lenin de formar um bloco na direção com Trotsky contra Stalin.

Ernest Mandel assinalou o paradoxo do bolchevismo sobre essa questão, absolutamente decisiva para a democracia socialista na revolução russa. Após a vitória definitiva na guerra civil e dos resultados positivos na retomada da produção, com a nova política econômica (NEP) superando pouco a pouco o período do “comunismo de guerra”, inclusive com a recuperação numérica do proletariado industrial, o partido fecha-se em si mesmo e recusa-se a aproveitar a possibilidade de revitalizar os sovietes, potencializar a democracia interna partidária e voltar a apostar na politização da sociedade.

Lenin considera, então, que a tensão extrema que se desenvolve no país – durante o congresso ocorre o levante dos marinheiros de Kronstadt – exige uma limitação da democracia interna do partido para que ele resista em bloco a essa situação de “perigo mortal” (para usar as palavras de Trotsky, que tempos depois vai analisar de forma autocrítica as equivocadas decisões coletivas do período). Mandel assinala que a resposta ao problema do pluripartidarismo na transição ao socialismo por parte do bolchevismo, inicialmente correta, formando alianças com outras forças revolucionárias que atuavam nos sovietes, principalmente com os anarquistas e os SR de esquerda, rapidamente foi modificando-se, com as rupturas políticas desses partidos (devido ao Tratado de Brest-Litovsk e a guerra civil), passando então para a proibição e a repressão. Essa situação provocou uma limitação muito forte da vida democrática da jovem república soviética, inclusive no interior do próprio partido bolchevique e teve consequências dramáticas para a revolução.

Lenin e Trotsky contra Stalin


Em finais de 1922, Lenin propõe formar um bloco com Trotsky para intervirem na direção sobre os acontecimentos da Geórgia e sobre a questão das nacionalidades. Havia um acordo entre ambos, teórico e tático, tanto na condução da Internacional Comunista, como também sobre o fato de que o combate à burocracia devia começar no partido e nas instâncias de direção. Lenin propõe a Trotsky conduzir essa batalha política no XII Congresso do partido, já que estava debilitado, e redige suas cartas declarando a necessidade de destituir Stalin da função de secretário-geral. Esta última proposição só era conhecida pelos membros do Politburo e por alguns colaboradores próximos.

No início de 1923, Lenin sofre um derradeiro ataque que o deixa paralisado e impossibilitado de participar do Congresso. Trotsky então, recua e não assume a direção do combate partidário. Outros dirigentes bolcheviques entram em cena. Rakovsky e Bukarin assumem a frente do debate sobre a questão das nacionalidades, enquanto Preobrajensky enfrenta o tema central das deformações burocráticas. A resposta de Stalin vem através da constituição de uma aliança fracional durante a preparação do Congresso, com Kamenev e Zinoviev (a troika). Estes reúnem-se secretamente antes das reuniões do Politburo a fim de colocar Trotsky em minoria. Preobrajensky foi o primeiro dirigente bolchevique a denunciar publicamente a existência dessa articulação fracional. Por fim, no Congresso (março de 1923), por decisão do Politburo, sob os protestos da companheira de Lenin, Krupskaya, as cartas-testamento do líder bolchevique não são divulgadas. Trotsky declara em seu discurso ao Congresso que se encontra alinhado ao Politburo e, surpreendentemente, não adere às intervenções oposicionistas. Apesar das críticas e dos protestos de inúmeros dirigentes bolcheviques, sem contar com a liderança de Trotsky, sem a possibilidade de organizarem-se como oposição interna (devido a resolução adotada no Congresso de 1921), sem a publicação das cartas de Lenin ao partido e com o controle férreo da secretaria de Stalin sobre boa parte dos delegados, a dissidência interna não tinha como vencer. Assim, a troika consegue conduzir o congresso evitando uma crise política maior.

Alguns anos depois, em sua auto-biografia, “Minha vida”, escrita no exílio, Trotsky reconhece que se tivesse assumido a posição proposta por Lenin e mobilizado a oposição contra Stalin e seus aliados na máquina partidária, poderia ter conquistado a vitória. Então, ele ensaia uma explicação, completamente defensiva e subjetiva, para o seu comportamento no XII Congresso, cujo desfecho selou a possibilidade de reversão do processo de burocratização do partido. Estranhamente, Trotsky não reconhece o seu maior erro político. Na ausência de Lenin, ele não deu consequência ao acordo político selado entre os dois maiores líderes da Revolução de Outubro, que tinha como premissa deflagrar o combate interno no próprio congresso contra Stalin e os seus aliados, no momento em que estes ainda não haviam consolidado sua maioria na direção e no aparato do partido e do Estado.

Antes disso, Lenin havia se negado a buscar um acordo com Stalin sobre a questão georgiana e a das nacionalidades. Ele queria infringir uma derrota política completa a Stalin, incluindo a sua destituição da secretaria-geral do partido. Trotsky não compreendeu isso no momento decisivo e, provavelmente, receando empreender a batalha sem a participação efetiva de Lenin, recuou e conciliou com a troika no processo de preparação do congresso, deixando o combate aberto para os demais dirigentes da oposição bolchevique. Se era possível derrotar Stalin e a Troika na ausência de Lenin, não se pode afirmar, nem hoje e nem naquele momento. Porém, a batalha política certamente merecia ser levada a cabo, conforme o desejo expresso de Lenin e da totalidade da oposição. Trotsky não o fez então e, quando ele retomou o ímpeto oposicionista junto com os demais camaradas, as condições políticas já eram bem mais desfavoráveis. A vitória e a consolidação política do secretário-geral e da troika no XII Congresso haviam tornado a situação no partido e no aparato estatal muito mais difícil para a oposição.

Após a vitória do triunvirato de Stalin, Zinoviev e Kamenev no congresso, a oposição interna no partido manteve a agitação política, a partir das antigas plataformas existentes até 1921, a Oposição Operária e o grupo Centralismo Democrático, aproveitando o crescimento das greves nos grandes centros urbanos. Essa situação vai levar Dzerzinsky, chefe da GPU (sucessora da Tcheka), a propor ações repressivas contra os membros do partido que estivessem lutando contra a linha da direção. Trotsky então, decide confrontar a maioria do Politburo e denunciar a repressão. De forma autocrítica, anuncia que a partir desse momento expressará as suas divergências publicamente.

Ele vislumbra, então, um perigo de degeneração da velha guarda bolchevique, que poderia evoluir em uma direção parecida com a da II Internacional nas vésperas da Primeira Guerra Mundial. Propõe um Novo Curso para o partido, combatendo a burocracia e tendo como base a democracia interna e o direito de a militância de base expressar suas insatisfações no marco dos princípios e do programa partidário, antídoto para prevenir a ameaça de degeneração. Pouco depois da declaração pública de Trotsky, um texto confidencial assinado por 46 dos mais importantes quadros bolcheviques, entre eles Preobrajensky, Piatakov, Antonov-Ovsenko, Radek, Rakovsky e Krestinsky, é enviado ao Politburo. Na carta, os 46 pedem a convocação de uma conferência extraordinária do Comitê Central, ampliado pelos “operários mais importantes e ativos do partido” (na linha proposta por Lenin), questionam a maioria do Politburo tanto pela política econômica como pelo regime burocrático imposto ao partido.

A resposta do triunvirato de Stalin, Kamenev, Zinoviev é uma condenação violenta do texto de Trotsky e da “Carta dos 46”, combinada com a abertura de um debate público no jornal do partido, o Pravda. Trotsky é acusado de querer exercer uma ditadura pessoal no plano militar e econômico, enquanto os 46 são condenados pelo CC ampliado de outubro de 1923 como responsáveis por uma fração (estrutura proibida desde o X Congresso). Em novembro o debate se radicaliza, com Preobrajenski expressando nas páginas do Pravda as críticas dos 46, enquanto nas assembleias do partido em Moscou a oposição ganha a simpatia de amplos setores, inclusive de dirigentes da Juventude Comunista e o apoio da maioria das células do Exército Vermelho. Porém, nas fábricas, a oposição fica em minoria. Como sublinhou mais tarde o historiador E.H. Carr, o fracasso da oposição entre o proletariado revelava a debilidade política não só da oposição, mas também do próprio proletariado.

A discussão pública na imprensa do partido no final de 1923 será a última de uma longa história de polêmicas democráticas tão características do bolchevismo. A partir de 1924 isso não será mais possível no partido sob o comando da troika. Assim, quando o novo congresso do partido se reúne em meados de janeiro (poucos dias antes da morte de Lenin), Stalin e seus aliados se encontram em grande maioria. Apesar do abalo político provocado pela discussão pública, o sistema de controle do partido pela burocracia se revelou muito eficaz e seguro. A conjuntura de refluxo da revolução internacional e o esgotamento da energia política dos sovietes e da própria classe operária completaram o quadro de derrota da oposição.

A morte de Lenin, em 21 de janeiro de 1924, acontece logo depois da derrota política da oposição de esquerda bolchevique. O desaparecimento do líder inconteste da revolução de Outubro, no mesmo momento em que se afirma o poder de Stalin no partido, no contexto internacional da derrota da onda revolucionária do pós-guerra, marca o fim de um ciclo e foi chamado pelo grande historiador Moshe Lewin de “o último combate de Lenin”. O maior revolucionário do século XX havia sido derrotado politicamente pelo seu próprio partido. Depois de morto, ele foi traído em seu desejo de ser enterrado junto aos restos mortais de sua mãe. Embalsamado e exposto a visitação em um mausoléu, Lenin foi transformado por Stalin e a nascente burocracia soviética em objeto de propaganda e de culto, e o seu pensamento dialético, crítico, heterodoxo e revolucionário, foi erigido em dogma, ideologia vulgar e doutrina de Estado. A Revolução de Outubro de 1917 estava desfigurada.


Eduardo Mancuso é Historiador e membro do comitê local de Porto Alegre do Fórum Social Mundial.
Posted: 24 Jun 2017 01:30 PM PDT
Publicado originalmente no Outras Palavras | Tradução: Inês Castilho


A gruta de Lascaux (Dordogne, França) possui uma das mais impressionantes amostras de arte rupestre do Paleolítico. Em 80 a 90 metros de comprimento, foram classificadas 1.963 unidades gráficas entre pinturas e gravações, 915 das quais são de animais. Ao lado de Altamira (Cantabria, Espanha) e Chauvet (Ardèche, França), ela constitui o que os entendidos chamam de Capelas Sistinas da arte pré-histórica, ainda que as imagens não mostrem nenhum querubim.

Apesar de Lascaux não ter as atrações ou a variedade de um shopping e, diga-se o que quiser, não ser tão emocionante como a Eurodisney ou o final da Liga dos Campeões, até 1955 recebia mais de 1.200 visitantes por dia. O dióxido de carbono produzido pelos turistas começou a danificar as obras que o Homo sapiens sapiens pintou há uns 15 a 18 mil anos, de modo que, para garantir sua preservação, a gruta de Lascaux foi fechada ao público em 1963: triste fim de uma oportunidade de negócio.

Conta-se que Picasso esteve entre os privilegiados que chegaram a visitar Lascaux. Ao sair, os jornalistas perguntaram sua opinião. O pintor, impressionado pelo que havia visto, declarou: “não inventamos nada”.

Nem o abuso de criatividade de Picasso, que no seu auge pintava de diferentes maneiras, sem jamais satisfazer-se com o resultado, conseguiu superar as técnicas e a arte que praticaram os cro-Magnons do Paleolítico.

Por isso, entre outras razões, não me surpreendeu que Bernard Maris assegurasse, num de seus livros, que a Teologia e a Economia não descobriram nada nos últimos séculos. Questão de fé, há mais de dois mil anos é a mesma cantilena: o padre, o filho e o espírito santo. Amém. Por sua vez, quando perguntavam a Milton Friedman, “O que há de novo?”, Milton, que era um gozador, respondia “Adam Smith” — e morria de rir.

Como qualquer pessoa normal, considerava Adam Smith (1723-1790) e Jean-Baptiste Say (1767-1832) os fundadores da Economia Política. Sabendo que ainda em nossos dias a mão invisível do mercado é o dogma entre os dogmas, e a política econômica da oferta é a panacéia universal, compreende-se por que razão ambos autores pesam tanto.

O bom dos primeiros economistas é que não havia ilusões quanto à ciência econômica, a ciência do mal e da miséria, a dismal science, a ciência sinistra — porque sinistro é o destino a que conduzem o capitalismo e o liberalismo que eles defendiam (B. Maris). Um pouco mais tarde, Marx concordou com esse sentido quando escreveu: “A humanidade se situa fora da economia política, a desumanidade dentro”. Bernard Maris não deixou por menos, ao escrever: “Tudo o que é econômico é desumano. Tudo o que é desumano diz respeito à economia. A economia é o domínio do horror e da desumanidade. O homem nasce quando morre a economia”. Como não dou uma de erudito, não vou lembrar que para John Maynard Keynes a economia era um vasto horror que um dia, felizmente, iria dar lugar à cultura, à arte, à política, à liberdade, à felicidade.

Se conto essas coisas é porque, há alguns dias, uma leitora de Politika sentiu-se mal quando lhe fiz ver que os economistas são seres abomináveis. Eu não sabia que um de seus sobrinhos é economista, que sempre teve boas notas, que fez seus estudos nos EUA, que é um orgulho para a família…

E eu tentando explicar-lhe que “na melhor das hipóteses um economista não passa de um vigarista, um charlatão que esconde em seu palavrório, geralmente complicado, o objetivo imposto por seus senhores, que é manter os homens na servidão. Na pior, é a polícia ou o prostituto do capital. E a economia é o canto gregoriano da submissão do homem. A teoria da ordem dominante, a ciência da escravidão”. (B. Maris).

Não sou o único estraga-prazeres. Antes de mim, Nicolás Guillén, em um de seus poemas, falou do ofício do filho de “Dona Maria”:

Ai, pobre dona Maria,
ela que nada sabe!
Seu filho, o que tem a pele manchada
a soldo na polícia.
Ontem, sorrateiro e sutil,
andou rondando minha casa.
Passa! – pensei ao vê-lo – Passa!
(Ia de traje civil);
Senhora tão respeitada,
a pobre dona Maria,
com um filho na polícia,
e ela não sabe de nada [1]

Karl Marx e, por que não dizer, John Maynard Keynes, tentaram libertar o homem da economia. Não se deram bem. Hoje, não há santo dia em que meia dúzia de economistas não subam ao púlpito, perdão, à televisão, para nos contar suas fabulações, mentiras, dogmas, números e percentuais que, em sua visão distorcida, são mais importantes que o ser humano.

O certo é que Adam Smith, Jean-Baptiste Say, Karl Marx, John Maynard Keynes e muitos outros só tiveram que examinar uma realidade tão antiga quanto o mundo para se dar conta da cloaca em que se metiam ao dedicar-se à economia.

Adam Smith e Jean-Baptiste Say eram comerciantes; às vezes, produtores. John Maynard Keyner e David Ricardo foram especuladores. Marx foi pobre. Quando nasceram as técnicas de produção industrial, do comércio, dos bancos e das finanças, os truques da dupla contabilidade, os monopólios, o tráfico de influência, o conflito de interesses, o engano, a fraude, o golpe, o roubo, a arbitrariedade, a pilhagem, a exploração, a dissimulação, a informação privilegiada, os privilégios, a incúria, a prevaricação, as propinas, a usura, o abuso do poder, a conspiração — em suma, as técnicas do capitalismo já existem há séculos!

Se você vai a Provins, cidadezinha medieval perto de Paris, encontrará não apenas uma fortaleza, as imponentes muralhas e torres que circundam o povoado, mas também a igreja basílica colegial de Saint-Quiriace, que data do século XII, onde Joana d’Arc ajoelhou-se ao lado do rei Charles VII em 3 de agosto de 1429, e este escritor há cerca de um mês, mas não exatamente para rezar.

Se anda por Provins, chegará a Le Roy Lire, livraria especializada na Idade Média. Ali encontrei duas jóias que veem ao caso: um livro sobre as Foires de Champagne (Feiras de Champanhe), que reuniam comerciantes das cidades mercantes da Europa entre os séculos XII e XV. A cada ano, as cidades de Lagny-sur-Marne, Bar-sur-Aube, Troyes e Provins organizavam uma enorme feira à qual acorriam negociantes de Veneza, Florença, Gênova, Lucques, Bruges, Londres, Leipzig, Sevília, Stettin, Cracóvia, Lübeck, Barcelona, Praga, Paris, Novgorod e outras tantas.

Essas feiras precederam, por sua influência econômica e financeira, os primeiros centros financeiros internacionais. Ninguém saía andando com o dinheiro das vendas: já existiam redes bancárias e as duplicatas e ordens de pagamento emitidas em Bruges e compensadas em Veneza ou Londres.

Era preciso lidar com os incipientes caminhos cheios de grupos de assaltantes armados, da navegação aleatória em redes fluviais incertas e dos pedágios caros, para não falar de um tráfego marítimo exposto aos caprichos dos ventos e ao temor dos corsários. Goscinny conta, em um de seus Astérix: um navio de comerciantes fenícios avista um barco pirata. A reflexão de um comerciante diz tudo: “Piratas! Que má sorte! Poderiam nos afundar, ou então nos matar. Pior ainda, roubar nossas mercadorias”.

Se cada cidade possuía sua própria moeda e seu próprio sistema de pesos e medidas, os banqueiros e agentes de câmbio facilitavam os intercâmbios com uma ciência que já era milenar. O denier provinois (dinheiro de Provins) fazia as vezes do euro medieval, e a onça troy (medida de peso), que era então calculada no trébuchet (balança de precisão), continua ainda hoje sendo a referência mundial de peso para metais preciosos.

A outra joia é um livro de Jean Favier, membro do Instituto da França, ex-Diretor Geral dos Arquivos da França, e ex-presidente da Grande Biblioteca Nacional. Um erudito, o Favier. O título do seu livro diz tudo: Do ouro e das especiarias – Nascimento do homem de negócios da Idade Média.

Sua leitura oferece, para além de uma visão estereoscópica da vida medieval, um compêndio tão completo de truques, armadilhas e velhacarias que daria para poupar as cobranças das escolas de comércio. Harvard, The London School of Business and Finance, HEC Paris (Escola de Altos Estudos Comerciais de Paris) e outras instituições semelhantes são um arremedo perto dos comerciantes da Idade Média.

O livro é uma mina de ouro. Jean Favier nos conta que, entre os homens de negócios da época, “o grupo social se fecha deliberadamente para preservar e explorar suas vantagens”. Como se vê, o capítulo começa bem. Entre as vantagens, contam-se “as do reino ou cidade, a do ofício organizado, a arte ou a corporação”. Quer dizer que, no marco de determinadas fronteiras, quem exercia o poder estabelecia privilégios que a alguns caíam bem e a outros caíam mal — você sabe como é isso de livre concorrência…

Se havia concorrência, ela ocorria entre privilegiados de diferentes reinos, cidades-república ou domínios feudais. Assim, cada reino, cada cidade, cada ofício, cada corporação definia regras que dificultavam o trabalho da concorrência. “Eliminar as barreiras era desaparecer”, dizia Favier. Para definir privilégios, estabelecer barreiras, construir obstáculos, era imprescindível que “o poder público tivesse força para impô-los, e sobretudo obter a concordância, ainda melhor, a conivência dos meios de negócios”. Na Idade Média, os ricaços já manipulavam.

Os privilégios concedidos aos grandes, aos poderosos, aos peixes gordos, tornavam virtualmente impossível que surgisse um concorrente entre os peixes pequenos, “a impossibilidade para o pequeno comerciante de algum dia integrar o grupo dos comerciantes de horizontes amplos”. Soa familiar?

Em Veneza, no ano de 1297, acabaram fechando a lista das famílias mercadoras autorizadas a tomar parte do Grande Conselho. Desse modo “consolidavam-se as grandes fortunas, continham-se as audácias e cimentavam-se as mediocridades”. Não era o Chile [ou o Brasil — Nota da Tradução], mas a República de Veneza.

Biche e Mouche, comerciantes toscanos, conseguiram transformar-se nos conselheiros mais ouvidos de Felipe, o Belo, rei da França (1268-1314) “e aproveitaram-se disso sem vergonha. Reservaram para si as melhores especulações. Monopolizaram a moeda real. Receberam concessão dos impostos das Feiras de Champanhe. O privilégio de informação que confere a familiaridade com o rei lhes ofereceu muitas oportunidades no comércio e nos bancos. E seu sobrinho Tote foi o homem de negócios pessoal de Enguerran de Marigny, na época em que aquele que era chamado de vice-rei pelos invejosos transformou as relações diplomáticas – com o Papa, assim como com as cidades flamengas – numa sórdida negociata em escala europeia”. Das duas uma: ou naqueles anos não se conhecia a confiança cega, ou então eram especialistas no assunto.

Entre os anos de 1298 e 1326 sucedem-se as quebras e as crises. “A confiança afunda”. Para restaurar a confiança, parece mais útil eliminar a livre concorrência. “As empresas novatas que são formadas preferem então entender-se para não se arruinar mutuamente. Os mercados se distribuem, operam em conjunto nas praças bancárias. Cada empresa explora uma área geográfica bem definida”. Aparição – ou reaparição – dos carteis. Os Papas João XXII e Benedito XII bendizem as operações. Não inventamos nada.

“Uma das armas da livre concorrência – disse Jean Favier – é naturalmente o segredo”. Já na Idade Média. O que nos faz compreender a profundidade da “transparência” e os discursos sobre a simetria da informação, virtude sine qua non dos mercados perfeitos em que as barreiras de entrada devem ser as mesmas para todos os concorrentes. Palavrório oco.

A informação já é um ativo, um valor que não convém compartilhar com ninguém, nem sequer com os sócios que contribuem com capital: “As estruturas do capitalismo nascente – escreve Jean Favier – refletem esta preocupação: evitar que muitos sócios conheçam a realidade econômica. A prática do depósito remunerado, que atrai capitais estrangeiros no contrato constitutivo da sociedade, exclui com eficácia do conhecimento e da gestão dos negócios boa parte dos investidores. Bernard Madoff e as administradoras de fundos de pensão tiveram precursores.

Melhor ainda, “as sociedades em nome coletivo e as sociedades com filiais permitem de modo mais sutil a multiplicação de sócios, que em sua grande maioria não conhecem senão uma parte do negócio”.

Tal cidade, tal rei cobra pedágios nas pontes dos rios que cruzam seus territórios, ou exime de tais tributos determinados comerciantes, mediante retribuição. Paris exige que cada comerciante estrangeiro “se associe” a um parisiense, sob pena de exclusão de suas mercadorias. Assim nasceu – ou renasceu – o traficante de influências com entrada no palácio, o lobista, o “agente local” cujo aporte limitava-se a cobrar – naquela época – até uns 50% de lucro sem fazer absolutamente nada.

Às vezes a “livre concorrência” chega à agressão física. Os comerciantes ingleses pediram a Henri VI – no ano de 1949 – que afundasse os barcos bretões ou normandos para que pudessem “dominar os mares”.

Uma magnífica biografia de Jean-Baptiste Colbert (1619-1683) – ministro das finanças de Luis XIV e grande impulsionador do Estado no desenvolvimento econômico da França –, publicada no século XVIII, conta sobre a pirataria holandesa contra os navios mercantes franceses. E sobre a espionagem francesa que conseguiu apoderar-se das técnicas dos vidraceiros de Murano. Livre concorrência. Em matéria de pirataria, e de espionagem, os ingleses não ficam atrás. Às vezes vale a pena ler livros velhos.

Graças a estas joias da literatura econômica, à minuciosa pesquisa realizada durante décadas por verdadeiros estudiosos, ao exame de milhões de documentos comerciais dispersos por toda a Europa, cresce minha convicção: quando as grandes corporações, as multinacionais, algum chefe de Estado, dois ou três lacaios, muitos políticos, não poucos “homens de armas” e seus inúmeros criados acumulam uma rápida riqueza e transformam-se em milionários da noite para o dia, utilizam técnicas e recursos que nasceram, em alguns casos, há milênios.

Não inventamos nada nos tempos de nossa feliz modernidade.


[1]

¡Ay, pobre doña María,
ella que no sabe nada!
Su hijo, el de la piel manchada,
a sueldo en la policía.
Ayer, taimado y sutil,
rondando anduvo mi casa.
¡Pasa! – pensé al verle – ¡Pasa!
(Iba de traje civil).
Señora tan respetada,
la pobre doña María,
con un hijo policía,
y ella que no sabe nada.


Luis Casado é Editor geral da revista digital Politika, publicada pelo Partido de Izquierda (PAIZ) do Chile. Membro de Tlaxcala. Colaborador do site La Pluma.
Posted: 24 Jun 2017 11:07 AM PDT
Publicado em seu perfil no Facebook.


O Brasil se encaminha para a etapa final de um processo que acompanho e prevejo há anos.

Só a idade provecta, a desimportância pessoal e a mídia restrita que uso permitiram que expusesse minha certeza que, por certa, se confirma – assim mesmo porque me recuso a discutir com os apaixonados, os crentes e os convictos, que fazem dos desejos esperança e contam que alguém os realize.

Só um tarado formalista ou um bacharel brasileiro poderiam aceitar que o que ocorre tem algo remotamente parecido com democracia.

O legal não é legítimo: por meios institucionais, essa gente jamais devolverá o poder.

Ao contrário de 1964, quando o golpe foi dado contra o trabalhismo e no contexto da guerra fria, esse objetiva desmontar o Brasil – e o fará.

Quem se opuser será desacreditado, desmoralizado, combatido como criminoso, condenado por crimes quer os tenha ou não cometido, ou terá morte suspeita – provavelmente em desastre de avião, que é o mais fácil.

Radicalizaram.

O dragão da maldade comanda o Judiciário, o Legislativo, o Executivo, a mídia, as igrejas, armou um exército policial paralelo – uma espécie de SS frente a Wehrmacht. A dissidência será contida em guetos, sob pressão social, e se condenará a validar, pela existência, a iniquidade.

Ou uma improvável força oculta (nem poderia, obviamente expor-se) ergue-se com a força dos terremotos por sobre a desinformação da massa e o engano dos letrados – terá que buscar no povo forças para revolver o lixo o e enfrentar águias, hienas e urubus que cercam a carniça - ou .podemos cogitar do fracionamento do país em estados menores que (dou, como exemplo, guardadas nítidas diferenças, a Iugoslávia) poderiam, talvez, viver sob menor pressão e enfrentar com eficácia os problemas sociais que infernizam – e infernizarão cada vez mais – a nossa vida.


Nilson Lage é professor titular da UFSC.
Posted: 24 Jun 2017 10:16 AM PDT
1) O prefeito almofadinha e higienista de São Paulo, João Doria (PSDB), sancionou sem vetos a anistia de IPTU e multas a todas as igrejas do município de SP. E aí, amiguinhos da "jihad" (guerra santa) à brasileira, vão chamar o almofadinha de fundamentalista também? Aprendam, a bancada cristã, de católicos e evangélicos, caminha de mãos dadas quando o assunto é parasitar os recursos do Estado.

2) O Dória também pretende privatizar o sambódromo do Anhembi até 2019. Me referi ao Dória anteriormente pois ele é o modelo para o mandato do prefeito do Rio, Marcelo Crivella (PRB). É o modelo da gestão não-política que acredita que o capital privado e o mercado resolvem todos os problemas da sociedade.

3) Numa sociedade bombardeada e lobotomizada pelos falsos encantos do capital, quando um prefeito se propõe a tirar o investimento público de uma manifestação cultural que é muito rentável e atrativa, ele permite a entrada de novos investidores para disputar essa "mina de ouro". Em suma, a intenção de reduzir o investimento no carnaval, em SP ou no RJ, é apenas de mercado, é comercial. A intenção de destruir a cultura do carnaval é exclusiva do capital, quando este a transforma em mero produto de entretenimento a ser consumido.

4) Aqui no Rio, a esquerda apela para o discurso moralista do campo dos costumes, da "jihad" (guerra santa) à brasileira, para rebater tal movimentação de Crivella, que parece ser uma besta, mas não tanto. Ao meu ver, quando ele anuncia a redução de verba do carnaval, ele ataca em duas frentes: a) reabre a negociação para novos investidores, tirando os atuais da zona de conforto, inclusive a Rede Globo; b) por outro lado, ele joga bem com o discurso moralista da nossa classe média. Um exemplo, eu ouvi nessa semana na Rádio Kiss FM Rio, uma rádio de rock n' roll, o apresentador apoiando abertamente a iniciativa do Crivella, dizendo que "o carnaval não pode ter mais vantagens que outras manifestações culturais, porque nem todo mundo gosta de carnaval", etc. Ou seja, com esse movimento, Crivella mexe com toda a sociedade, com todos os nichos e tribos. Não é uma exclusiva movimentação do "projeto de poder fundamentalista da IURD (Igreja Universal do Reino de Deus)". Para os que não gostam de carnaval, por qualquer que seja o motivo, apoiar a iniciativa de Crivella é natural. Nos falta propositividade e isso é preocupante.

Abraços,
Daniel Samam