sábado, 17 de junho de 2017

17/6 - Os Amigos do Presidente Lula DE 16/6

Os Amigos do Presidente Lula


Posted: 16 Jun 2017 09:03 PM PDT
Prefeitura de Curitiba orienta comissionados a criarem perfis fakes para postar elogios à administração nas redes sociais e criticar sindicato.
Mas o tiro saiu pela culatra.

.O prefeito de Curitiba, Rafael Greca (PMN), protagonizou mais um papelão nesta semana. Ele, que já era famoso pelo inesquecível fracasso da Nau Capitânia, na comemoração dos 500 anos do Descobrimento, quando foi ministro do Esporte e Turismo de FHC, e por admitir na última campanha eleitoral que "vomitou com cheiro de pobre", está se superando neste segundo mandato como prefeito da “República”.

Depois de ter convocado uma reunião de secretariado para discutir pelas redes sociais a epidemia de suicídios juvenis por causa do jogo da Baleia Azul e depois de sair da cidade para comemorar o aniversário da esposa, Margarita Sansone, em Buenos Aires, enquanto a população sofria com temporais e o funcionalismo decretava greve para impedir a votação atropelada na Câmara Municipal de um pacote de maldades, que ele batizou de “ajuste”,  o monarca curitibano continua errando na mão.

Primeiro, tirou do ar no feriado de Corpus Christi o espaço de avaliação da página da Prefeitura no Facebook, impedindo os internautas de comentarem e darem notas ao perfil institucional. Impedindo uma interação que não havia sido considerada um problema até então. É que a verdade dói! E nem todo político sabe lidar com ela.

Nesta sexta-feira (16), Greca levou mais um tundão na internet. Através dos grupos de comissionados no Whatsapp, gestores municipais conclamaram os cargos de confiança da administração municipal a montarem “perfis fakes”, acessarem a postagem de uma rádio local no Facebook, onde foi publicada notícia sobre a crise com os servidores, e deixarem comentários elogiosos à gestão municipal e de ataques ao sindicato e à greve.

Isso mesmo: perfis fakes! Mas o tiro saiu pela culatra. A postagem gerou até o fechamento desta matéria quase 200 comentários e na esmagadora maioria deles, nada elogiosos à administração de Greca. Pelo menos cinco dos dez administradores regionais de Curitiba, cargo com status de secretário municipal ou de subprefeito, usaram seus próprios perfis nas redes sociais para acatarem a ordem expressa da Prefeitura, defenderem seus salários e mostrarem serviço.

Também se prestaram à mesma exposição comissionados em outros cargos de direção, como chefes de núcleos das secretarias municipais que ficam nas regionais da cidade. Uma das “opiniões” que gerou mais comentários de resposta foi a do administrador regional da Cidade Industrial de Curitiba (CIC), Raphael Keiji Assahida. Mais de 30 interações. Também dedicaram tempo nesta sexta-feira para cumprir as ordens sem se esconderem atrás de fakes os fieis escudeiros regionais: Janaína Gehr (Boa Vista), Márcio Nunes (Cajuru), Gerson Gunha (Fazendinha/Portão) e Guacira Civolani (Matriz).


Salário de administrador regional (cargo comissionado) | Portal da Transparência - PMC.


A desastrada tentativa de recuperar a popularidade do prefeito deu com os burros n’água. Assim como a Nau Capitânia. Altos salários foram expostos, desmentidos da gestão vieram à tona e a crítica da administração de Greca, que não encontra mais espaço na página institucional do Facebook da “Prefs”,  corre à solta na postagem do site da rádio.  Uma internauta até postou uma resposta dada pelo próprio Rafael Greca em outra ocasião a um crítico da saúde pública na Capital do Paraná. Respondeu ao cidadão o Monarca de Curitiba: “Crianças vomitando ou com febre (se não for alta) não é urgência, tampouco emergência”. Ele não é pai. E muito menos médico.

Posted: 16 Jun 2017 09:36 AM PDT

De volta ao Brasil desde domingo passado (11), o empresário Joesley Batista, dono da JBS, prestou novo depoimento à Polícia Federal nesta sexta-feira (16), reforçando as acusações ao presidente Michel Temer. De acordo com seus advogados de defesa, o conteúdo foi o mesmo apresentado com provas na delação premiada firmada com a Procuradoria-Geral da República (PGR).

Segundo o empresário, o ex-assessor e ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB), preso desde o último dia 3, recebeu dinheiro que seria destinado a Temer e, em contrapartida, o grupo JBS receberia benefícios do governo. Posteriormente, a Polícia Federal filmou Rocha Loures saindo de um restaurante em São Paulo com uma mala com R$ 500 mil em dinheiro. 

Na operação, que resultou na delação de executivos da JBS, Joesley Batista gravou uma conversa com Michel Temer no Palácio Jaburu, residência do presidente da República. O encontro não foi registrada na agenda do presidente. No diálogo, a Procuradoria-Geral da República sustenta que Temer deu aval para que Joesley mantivesse uma mesada para o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB), preso na Lava Jato, com o objetivo de ele não fazer delação premiada.

Dias depois, Temer acusou o dono da JBS de distorcer e editar a gravação, e pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF), que abriu inquérito contra o peemedebista a pedido da PGR, para que o processo só tivesse andamento após a perícia do áudio pela Polícia Federal. A PF ainda não concluiu a análise da gravação.

Na última quarta-feira (14), foi a vez de a PF ouvir Eduardo Cunha como testemunha no inquérito da JBS. Preso desde outubro, Cunha disse que seu silêncio "nunca esteve à venda", negando que tenha recebido propina para não fazer delação. O ex-presidente da Câmara negou, também, que tenha sido procurado por Temer com o objetivo de negociar o seu silêncio.

Joesley responde Temer

A assessoria de Joesley Batista respondeu às acusações de Michel Temer, de que o empresário teria feito a delação, comprado dólares antes da alta da moeda em decorrência da divulgação da gravação, e estaria "livre e solto" em Nova york, nos Estados Unidos. A nota informa que o empresário viajou para a China e não para “passear na Quinta Avenida, em Nova York, ao contrário do que chegou a ser noticiado e caluniosamente dito até pelo presidente da República”.

Segundo a nota, o empresário participou de reuniões de trabalho em Brasília, na segunda-feira, e em São Paulo, na terça. O texto informa que Joesley continua a morar e a criar seus filhos no Brasil.

O empresário saiu do país em um jatinho particular pouco depois da divulgação de gravações feitas por ele de uma conversa com o presidente Michel Temer. O áudio motivou a abertura de um inquérito contra o presidente no STF.
Posted: 16 Jun 2017 08:39 AM PDT


A empresa norte-americana CoolMiniOrNot (CMON) anunciou a criação de um personagem semelhante ao presidente Michel Temer para o jogo de tabuleiro "Zombicide: Green Horde".

Chamado de Conde Temeraire, o personagem é um corrupto feiticeiro das trevas e tem nome e rosto semelhantes ao do mandatário brasileiro. Na campanha publicitária da CMON, divulgada nas redes sociais, ele é descrito como um conde que "não está satisfeito em roubar apenas seu sangue".

Em uma campanha de arrecadação online, a empresa está promovendo uma "vaquinha" para expandir as miniaturas e cartas utilizadas nas aventuras. A produção do jogo só será confirmada caso o financiamento total chegue a US$ 2,85 milhões. Todos os apoiadores ganharão um "Conde Temeraire".

Na última quarta-feira (14), o valor arrecadado já passava de US$ 2,81 milhões, com o apoio de 18 mil pessoas. A arrecadação deve continuar até o fim de junho.

De acordo com o texto sobre o personagem, a empresa afirma que o Conde habita as densas florestas e "sempre que as pessoas pensaram que ele estava derrotado, ele se ergueu outra vez, para começar um novo reinado de terror".

"Sua particular forma de insanidade foi exarcebada por seu vampirismo". "A Peste Negra foi de fato benéfica para o conde, pois ele prefere os súditos que comem cérebros em vez de usá-los", ressalta a CMON.

Na ilustração feita pelo jogo, Temeraire aparece com uma capa vermelha esvoaçante e segurando um lampião. As roupas e o penteado lembram também o filme Drácula de Bram Stoker, de 1992.

O "Zombicide: Green horde" é um jogo de tabuleiro cooperativo para um a seis jogadores. Ele pode ser jogado apenas com as próprias peças, além de ser compatível com outras extensões do "Zombicide". Os jogadores controlam uma série de sobreviventes fantasiosos da era medieval que lutam para livrar a terra deles de uma invasão de zumbis controlados pelo próprio jogo.A informação esta no jornal do Brasil

Veja a tradução do texto da miniatura do "Conde Temeraire"

"Tudo que eu faço é pelo bem maior"

O Conde Temeraire tem sido um incômodo na floresta do sul por um período de tempo que se assemelha com eras. Todas as vezes que o povo acha que o derrotou, ele escapa e ressurge e retoma seu reinado de terror novamente. Sua particular forma de insanidade foi intensificada pelo seu vampirismo, mas ele continua acreditando ser um lorde justo, um que as pessoas querem como líder em suas vidas. A peste negra foi uma bênção ao Conde, já que ele prefere súditos que comam cérebros ao invés de usá-lo.

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